segunda-feira, 12 de agosto de 2013

SÃO MATEUS

Município de São Mateus
"Rainha do Cricaré"
"Capital Cultural do Espírito Santo"
"Sama"
Ruinas da Igreja Velha

Ruinas da Igreja Velha
Bandeira de São Mateus
Brasão de São Mateus
BandeiraBrasão
Hino
Aniversário21 de setembro
Fundação1544 (469 anos)
Gentílicomateense
LemaTrabalhar o Presente, construir o futuro
Padroeiro(a)São Mateus e São Benedito
Prefeito(a)Amadeu Boroto (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de São Mateus
Localização de São Mateus no Espírito Santo
São Mateus está localizado em: Brasil
São Mateus
Localização de São Mateus no Brasil
18° 43' 15" S 39° 51' 41" O18° 43' 15" S 39° 51' 41" O
Unidade federativa Espírito Santo
MesorregiãoLitoral Norte Espírito-santense IBGE/2008 1
MicrorregiãoSão Mateus IBGE/2008 1
Municípios limítrofesBoa Esperança, Conceição da Barra, Jaguaré, Linhares, Nova Venécia, Pinheiros, São Gabriel da Palha, Vila Valério.
Distância até a capitalfederal: 1 264 km
estadual: 215 km
Características geográficas
Área2 343,2510 km² (BR: 653º, ES: 2º)2
Área urbana10,9503 km² (ES: 9º) – est. Embrapa3
DistritosBarra Nova, Itauninhas, Nestor Gomes, Nova Verona, São Mateus
População109 067 hab. (ES: 8º) –  Censo IBGE/20104
Densidade46,55 hab./km²
Altitude36 m
ClimaTropical Aw
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDHM0,73 (ES: 36º) – alto PNUD/2000 5
PIBR$ 956 262,000 mil (ES: 11º) – IBGE/20096
PIB per capitaR$ 9 410,82 IBGE/20096
Página oficial
Sitewww.saomateus.es.gov.br
 
São Mateus é o segundo município mais antigo e oitavo mais populoso do estado do Espírito Santo, Brasil. Foi fundado em 21 de setembro de 1544, recebendo autonomia municipal apenas em 1764. Originalmente, chamava-se Povoado do Cricaré, sendo rebatizado no ano de 1566 por Padre José de Anchieta para o nome de São Mateus. Sua população atual gira em torno dos 109 mil habitantes.
É considerado o município com a maior população negra do estado. Tal fato se dá, pois, até a segunda metade do século XIX, o Porto de São Mateus era uma das principais portas de entrada de negros no Brasil. Também há a forte presença de italianos, que são responsáveis pela colonização de grande parte dos sertões mateenses.
Sua economia está baseada na exploração e produção de petróleo. Na década de 1970, foram descobertos vários campos de exploração e na década de 1980, essas descobertas foram ampliadas. Na década de 2000 foi implanto na região de Campo Grande o Terminal Norte Capixaba, responsável pelo escoamento de toda a produção da região. Várias empresas estão se instalando no município como a Paranapanema e a montadora de de ônibus Marcopolo alavancando ainda mais a economia local.
Também destaca-se pelo forte apelo turístico, tanto histórico quanto de temporada. O carnaval de Guriri, principal balneário do município, é um dos mais animados do estado e chega a ser conhecido nacionalmente, recebendo, principalmente, turistas de Minas Gerais.
Localiza-se a uma latitude 18º42'58" sul e a uma longitude 39º51'21" oeste, estando a uma altitude de 36 metros. Sua área total é de 2.543 km², equivalente a 5,12% do território Capixaba. Limita-se ao norte com os municípios de Boa Esperança, Pinheiros e Conceição da Barra; ao sul com São Gabriel da Palha, Vila Valério, Jaguaré e Linhares; a leste com o oceano atlântico e a oeste com Nova Venécia. Dista da Capital do Estado, Vitória, 219 km.

MEU PAI AMIGO - MANOEL

                                                                      

                                         Fahed Daher

                    

Eu sei que não foi fácil entendê-lo,

pois do seu tempo ao meu houve mudança

e eu não sabia ver no seu desvelo

a projeção, em mim, de uma esperança.

 

Foi meu amigo, também pude sê-lo...

Mas nobre e firme na perseverança,

no ar severo você punha o selo

do amor, da disciplina, da bonança.

 

Chegada a minha vez de estar na idade

que você tinha, quando eu era moço,

posso entender, por mim, sua ansiedade.

 

Perdoe-me, se errei ou se fui grosso,

Pois, hoje mais preciso, com saudade,

sua presença, ó Pai!

                              Que Pai Colosso.

 

06-08-87     Gov 95/96  Dist 4710

 

 

domingo, 11 de agosto de 2013

MENSAGEM DO PAPA ÀS FAMÍLIAS

No último dia 6 de agosto, o Papa Francisco enviou uma benção apostólica para os fiéis, comunidades e paróquias que participam, no Brasil, da Semana Nacional da Família. A programação, que ocorre entre os dias 11 e 17 de agosto, faz a reflexão do tema “Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família”. O evento é animado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB.

A seguir, a íntegra da mensagem do Papa Francisco:

Vaticano, 6 de agosto de 2013

Queridas famílias brasileiras,


Guardando vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas durante a recente visita ao Brasil, me sinto feliz em saudá-las por ocasião da Semana Nacional da Família, cujo tema é “A transmissão e a educação da fé cristã na família”, encorajando os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. 
Para isso, “é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos” (Carta Enc. Lúmem Fidei, 53). 

Neste sentido, os pais são chamados a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus. De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida. 

Fazendo votos de que vocês, queridas famílias brasileiras, sejam o mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé e como penhor de graças do Alto, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo a Benção Apostólica.
Francisco



MEDITAÇÃO DE PAI
                                           
  Fahed Daher   ®

Pois se algum dia eu pensei - vaidade-
Ser um feliz e equilibrado Ser,
capaz de conceber toda a verdade
e de toda verdade me valer...

Pois vejam que bobagem. 
Minha idade
já do crepúsculo ao anoitecer,
embora conservando mocidade,
descobre que vivi sem nada ser.

Mesmo não sendo eu juro que lutei
e procurei, em torno, meu caminho,
sempre seguindo a luz de alguma lei.

Errado ou certo, neste burburinho
eu procurei ser bom, ser pai e sei
que muita vez errei ...  Por meu carinho.

Fundador da Academia Centro Norte do Paraná


sábado, 10 de agosto de 2013

DEMOCRACIA

O significado do vocábulo DEMOCRACIA remonta à Grécia antiga (demo=povo e kracia ou kratos=governo). Daí a sintética, objetiva e bela definição que lhe conferira o renomado advogado e político Abraham Lincoln, ex Presidente dos EUA: “A Democracia é (digo eu: deve ser, pois não a construímos ainda!) o governo do povo, pelo povo, para o povo”.

A nosso modesto entender, sentir e ver, Democracia é regime de governo que se consolida através de uma infinita sucessão de atos democráticos, porque é um importantíssimo processo, que deve ser examinado e interpretado como uma importante obra inacabável, cuja perfeição deve ser permanentemente buscada por todos que lutam por uma Sociedade livre, justa e igualitária.

Aliás, parece-nos que já houve quem dissesse que “Democracia é como andar. Aprende-se praticando”. Frise-se que desta assertiva emerge, claramente, o entendimento de que a sua construção nos remete a processo composto de uma ininterrupta e infinita sucessão de atos democráticos, que devem resultar, da vontade livre e consciente do povo, cuja prática deve voltar-se, sempre, para a promoção do bem-estar do conjunto da Nação.

A verdadeira Democracia deve expurgar privilégios, desigualdades, condutas aéticas, imorais, ilícitas (condutas patrimonialistas: clientelismos, fisiologismos, nepotismos etc. etc.), enfim, injustiças de qualquer natureza, pelo que, ainda que lentamente, tais enfermidades sociais devem ser extirpadas o quanto antes, assegurando-se, sempre, o contraditório e a ampla defesa. A Democracia, encartando um permanente processo, deve avançar sempre e, por óbvio, em benefício do conjunto da Sociedade, ao contrário da Ditadura, que, embora seja um processo, retroage sempre e em prejuízo de todo o povo.

Na real Democracia - regime de “governo do povo, pelo povo, para o povo”, segundo Abraham Lincoln - o Poder deve dividir-se entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, segundo a teoria de Charles Montesquieu, cujas funções devem ser exercidas de forma independente e harmônica entre si, por óbvio visando, sempre, a satisfação dos elevados interesses do conjunto do povo.

Na verdadeira Democracia, além da transparência e da liberdade, por óbvio inclusive a liberdade de imprensa, deve reinar a convivência respeitosa dos contrários, o que implica dizer-se que se deve assegurar às oposições a perspectiva de alternância no Poder, pois, nela, o governo deve ser o das Leis, o que importa dizer que todos os cidadãos, indistintamente, devem observar, rigorosamente, as normas que compõem o ordenamento jurídico do País, que deve ter sido elaborado pelo Poder competente: o Legislativo.

Num regime eminentemente democrático, os governantes autênticos (honestos e competentes) devem ser escolhidos através de eleições livres e limpas, pois só desse modo os nossos representantes serão capazes de, depois de eleitos, ao invés de pensarem nas próximas eleições, preocuparem-se com as futuras gerações: eis a diferença entre o político tradicional e o estadista. Aliás, é exatamente isso que deve começar a acontecer nas eleições de 2014.

Concluindo, invocamos a significativa lição do saudoso escritor pátrio Fernando Sabino, “Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um”. Urge, pois, que continuemos a lutar por sua construção!


 Salvador Bonomo.

Ex-Deputado Estadual e Promotor de Justiça aposentado.

Vitória, ES, 09.08.2013.

PRESENÇA DA AFESL

                                                                          
Ester Abreu e Silvana Sampaio, da Academia Feminina Espírito-santense de    

Letras marcam presença nas comemorações do aniversário de Biblioteca Pública

Estadual e fazem contatos com crianças.

A Acadêmica Ester apresentou e presentou bibliotecas escolares com seu livro

infantil.
Menina saúda Ester.

Contando história.

Silvana na sua especialidade de contadora de história.


                                                                             E mais uma poesia do "poetíssimo" Weber Muller

 
D E G R A U S
  Descendo os degraus da vida
 Posso sentir quanta alegria perdida
 Vejo-me sozinho, em esquinas
 Como um jogador, apostando na sina...
 Sempre que desço os degraus
 Sinto-me decapitado como a nau
 Navegando em alto mar, sem direção
 Preso a um passado cheio de solidão...
 
 É preciso descer os degraus do coração
 Ancorar ,em porto seguro, a embarcação
 Deixar-me levar pelos ventos que sussurram aos ouvidos
 Tirar lições dos momentos vividos!
 Degraus... São muitos os degraus...
 Traduzidos em comportamentos maus
 É preciso descê-los, sem medo do porvir
 Humildemente, fazer-me pequeno e me redimir...
 Não posso me dar ao luxo de fingir
 Disfarçar e enganar-me , ao ponto de me iludir
 Quantos degraus ainda preciso descer?
 São tantos...Que não consigo compreender...
 
 Seria tão simples os degraus descer
 Se se me permitisse um renascer
 Bastaria ser fiel, manso e humilde , acolhendo ao irmão
 Num gesto de amor, sublime lição!...
 
 Dos degraus, chego a sentir medo
 Mas guardo comigo esse segredo
 Num ato covarde, frio e cruel
 Envenenando-me...fazendo vítima do meu próprio fel.
 
 Degraus...é preciso descê-los...um a um...calmamente
 Abrir meu coração , remover a pedra, serenamente
 Deixar que a luz passe pelas fissuras
 Clareie meu ser e promova verdadeiras curas.
 
 Degraus, apenas degraus que eu mesmo construí
 Amealhei antipatias, inimizades, rancores e me feri
 Pois é, pra quê? De nada adiantou-me a pele de cordeiro
 Se o lobo continuou a habitar meu coração – infeliz hospedeiro.
  Seguir em frente, sentar-se ao lado do próximo necessitado
 Partilhar o pão dos pobres, estender a mão ao ultrajado
 Abster-me da autossuficiência, do comodismo, da inveja e do maldizer
 Comungar do amor de Cristo, fazer-me pequeno, auxiliarão o meu descer.
Quero morrer para nascer de novo
 Subir e descer degraus, juntar-me ao fiel povo
 Que estradas caminha, luta e persevera
 Na construção de um reino novo, cheio de divinas quimeras !
 
 Weber Müller -  Inverno de 2013.
 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O CONTRÁRIO DO AMOR


O contrário do amor nem sempre é o ódio, pode ser a indiferença, além da inveja.

Quando achar que alguém detesta você, acredite, trata-se absolutamente do contrário. Essa pessoa (a) admira, conhece bem seus valores, suas capacidades, seus talentos.

Uma característica é aquela de quando você manifesta uma ideia ou fala do que esta planejando, pode ouvir outras tantas ideias contrárias, um mundo de oposições cujo objetivo e fazer você desistir do que se propõe, porque vai-se dar bem e quem o inveja terá outras tantas razões para se corroer.

Ao mesmo tempo, tenha cuidado com sua própria reação. Ela  pode ser terrível, sob alegação, por exemplo, de que não tem sangue de barata,  faz desgastar, ai, quando você sai do sério, o outro se mete naquele silêncio com o qual parece dar uma de bonzinho e vai acabar ficando  melhor na fita, à vista de terceiro.

Portanto, o que se tem de fazer é evitar que nosso opositor tenha conhecimento de nossos êxitos, quem sabe até, fazer com que nos ignore o que é pouco provável, mas é bom.

Sim é este o nome certinho do sentimento que pode estar movendo tal pessoa: inveja. “A inveja do homem mostra quão infelizes eles se sentem por não poderem conviver com o sucesso do outro acabando por tornar a própria vida um imensurável tédio”.

Dai ser melhor mesmo, fazer com que o invejoso não participe de nossa vida ou dos nossos projetos, pois ele não admitirá que se deixa levar por um sentimento tão mesquinho.

Apesar de tudo, devemos saber que se trata de alguém que precisa de cura, se formos misericordiosos com ele, poderemos colaborar com a sua libertação.

Feliz de quem entender as razões de quem a si se opõe, poderá direcionar o que faz em outro sentido de modo a não dar causa. Como a razão não ficará para sempre escondida, de vítima pode-se passar a instrumento do qual Deus se pode valer em benefício de alguém tão necessitado.