sexta-feira, 16 de agosto de 2013

MARILENA SONEGHET

 No site,  http://www.tertuliacapixaba.com.br/biografia/bio_marilena_soneghet.htm, lê-se:


 
Marilena Soneghet

Marilena Vellozo Soneghet Bergmann nasceu em Vila Velha, bem perto da Prainha ("prainha besta, como a chamávamos, por ser tão mansa que nem dava pra ver a marola"); aos 3 anos mudou-se com a família para Vitória, perto do Carmo (com 5 filhas meninas era uma mão na roda para seus pais).  Apesar da mudança, o vínculo com Vila Velha era forte; a família possuía casa de verão na Praia da Costa, o que lhe proporcionou uma infância maravilhosa.

Sendo seu pai, Hilário Soneghet, poeta, membro da Academia ES de Letras, sua irmã Yamara, poetisa e cronista, colaboradora da Revista Capichaba, foi desde cedo se envolvendo com a literatura e já aos 12 anos garatujava poesias. 

Estudou no Carmo (Colégio N. S. Auxiliadora) do Jardim de Infância ao Magistério.  Formou-me em Pedagogia e Didática pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras do ES (FAFI). Trabalhou como professora no Jardim de Infância Ernestina Pessoa e foi secretária de seu pai como cônsul honorário da Itália no ES.

Casou-se em 1962 com Ernst Alexander Rudolf Bergmann, de nacionalidade alemã. O casal morou no exterior alguns anos (Alemanha – duas vezes, Peru, Espanha) sempre a trabalho. Viajavam muito, acampando em inúmeros países. No Peru, apaixonados pelas culturas pré-incaicas, viveram aventuras maravilhosas, experiência que relatou em crônicas publicadas em A Gazeta (1966). O casal teve cinco filhos: Ina, Janine, Ian, Alexander e Frank (e hoje 6 netos).

Ao voltar ao Brasil, morou por 23 anos em Osasco, São Paulo. Após a aposentadoria do marido, o casal escolheu para viver, por sua simplicidade, seu bucolismo e qualidade de vida, a Barra do Jucu.  

Em Osasco, dedicou-se por algum tempo às artes plásticas (pintura e  entalhe), tendo participado de inúmeras exposições,  ao teatro infantil, publicando no jornal A Região, de Osasco, uma série sobre educação ("Educando com amor"), e à literatura, publicando contos na revista Veredas. Conquistou alguns prêmios literários em Barueri, Cerquilho, São Paulo, Rio Grande do Sul, Brasília, entre outros, com contos infantis e poemas. Tornou-se membro da Academia de Letras, Artes e Ciências de Osasco – cadeira 21.
 
Ao retornar às origens foi convidada a ingressar na Academia Feminina ES de Letras, onde ocupa a cadeira número 13.  Publicou: Nas asas do vento (poesia, 1994), Trança (crônicas reminiscentes, 2001), Trilogia poética: 1. Castelã da Lua – 2. Claridade – 3. De silêncio e de ânforas (2004) e, em 2006, Era uma vez um lugar... Juçará (corruptela de juçaral – mata de palmeira juçaras, remanescentes da mata Atlântica, hoje em processo de extinção), cartilha ecológica infantil.
 
Entre as premiações literárias que recebeu, consta o Prêmio “Pernambuco de Oliveira” de Dramaturgia Infantil, em que se classificou em primeiro lugar com a peça O espantalho do Mané, encenada pela Cia. de Artes Maura Moschen.
 
Tem participação em várias antologias: Poesia espírito-santense no séc. XX ( Ed. Imago, org. Assis Brasil, 98),  Antologia de escritoras capixabas (org. Francisco. Aurélio Ribeiro, 98), A parte que nos toca (org. Reinaldo Santos Neves e Miguel Marvilla, 2000) e em diversos volumes da série "Escritos de Vitória" e dos compêndios anuais da Academia Feminina, entre outros.
 
Foi convidada a escrever letras para a compositora Glória Gadelha (esposa e parceira musical de Sivuca), assinando 6 faixas do disco Ouro e mel (Glória Gadelha, arranjos de Sivuca, 2000),  no disco Tinto e tropical (Glória Gadelha e Sivuca,  2006), 3 faixas, e no recentemente lançado Terra Esperança (Sivuca, 2005), em participação com Glória Gadelha.
 
Na Barra do Jucu, ambiente propício ao fazer cultural, participa do grupo amador de teatro da Barra - direção e autoria de Paulo DePaula -, atuando nas peças “Anchieta Depoimento” e “Auto de Natal”. Em fase de ensaio, um esquete musical sobre Vinícius de Moraes (texto de sua autoria).
 
Atualmente escreve crônicas para A Gazeta, de Vitória. Quartas-feiras.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

CONSOLADOR SINAL DE ESPERANÇA

A ASSUNÇÃO DE MARIA É UM CONSOLADOR SINAL DE ESPERANÇA

“O último inimigo a ser destruído será a morte” (1Cor 15,26). As palavras de Paulo, que acabam de ser proclamadas na segunda leitura, ajudam-nos a compreender o significado da solenidade que hoje celebramos. Em Maria, que subiu ao céu no termo da sua vida terrestre, resplandece a vitória definitiva de Cristo sobre a morte, que entrou no mundo em virtude do pecado de Adão. Foi Cristo, o “novo” Adão, que venceu a morte, oferecendo-se em sacrifício no Calvário, em atitude de amor obediente ao Pai. Assim, Ele resgatou-nos da escravidão do pecado e do mal. No triunfo da Virgem, a Igreja contempla aquela que o Pai escolheu como verdadeira Mãe do seu Filho unigênito, associando-a intimamente ao desígnio salvífico da redenção.     

É por isso que Maria, como é bem evidenciado pela Liturgia, constitui um sinal consolador da nossa esperança. Olhando para ela, arrebatada na exultação das plêiades angélicas, toda a existência humana, impregnada de luzes e de sombras, abre-se para a perspectiva da bem-aventurança eterna. Se a experiência cotidiana nos faz sentir diretamente como a peregrinação terrestre se desenvolve sob o sinal da incerteza e da luta, a Virgem exaltada na glória do paraíso assegura-nos que o socorro divino jamais nos faltará.       

“Apareceu um grande sinal no céu: uma mulher revestida de Sol” (Ap 12,1). Olhemos para Maria, caríssimos irmãos e irmãs que aqui vos encontrais reunidos num dia tão especial para a devoção do povo cristão. Saúdo-vos com grande afeto... A cada um formulo votos para que viva com alegria a solenidade deste dia, rica de sugestões para a meditação.       

Hoje aparece um sinal grandioso no céu: a Virgem Maria! É dela que nos fala com linguagem profética o sagrado autor do livro do Apocalipse, na primeira leitura. Que prodígio extraordinário se apresenta diante dos nossos olhos estupefactos! Acostumados a olhar para as realidades da terra, somos convidados a elevar o nosso olhar para o alto: rumo ao céu, que é a nossa pátria definitiva, onde a Santíssima Virgem espera por nós.        

O homem moderno, talvez mais do que no passado, tem interesses e preocupações materiais. Busca segurança e não raro experimenta a solidão e a angústia. Além disso, que dizer do enigma da morte? A Assunção de Maria é um acontecimento que nos interessa de perto, precisamente porque cada homem é destinado a morrer. Todavia, a morte não é a última palavra. Ela, garante-nos o mistério da Assunção da Virgem, é a passagem para a vida, ao encontro do Amor. É a passagem para a bem-aventurança celestial, reservada a quantos se empenham em prol da verdade e da justiça, esforçando-se por seguir a Cristo.

“Desde agora, todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1,48). Assim exclama a Mãe de Cristo no encontro com a idosa prima Isabel. O Evangelho acabou de nos propor de novo o Magnificat, que a Igreja canta todos os dias. Trata-se da resposta de Nossa Senhora às palavras proféticas de Santa Isabel: “Feliz aquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que lhe foram ditas da parte do Senhor” (Lc 1,45).     

Em Maria, a promessa torna-se realidade: ditosa é a Mãe e felizes seremos nós, seus filhos se, como ela, escutarmos e pusermos em prática a Palavra do Senhor.   

A solenidade deste dia abra o nosso coração para esta exaltante perspectiva da existência. Possa a Virgem, que hoje contemplamos resplandecente à direita do Filho, ajudar o homem contemporâneo a viver, acreditando “que terão cumprimento as coisas que lhe foram ditas da parte do Senhor”.      

“Hoje, os filhos da Igreja na terra celebram com alegria a passagem da Virgem para a cidade superna, a Jerusalém celeste” (Laudes et hymni, VI). É assim que a Liturgia armênia canta no dia de hoje. Faço minhas estas palavras, pensando na peregrinação apostólica ao Cazaquistão e à Armênia que, se Deus quiser, realizarei daqui a pouco mais de um mês.      

Confio a ti, Maria, o bom êxito desta nova etapa do meu serviço à Igreja e ao mundo. Confio a ti o auxílio aos fiéis, a fim de que sejam sentinelas da esperança que não desilude e proclamem incessantemente que Cristo é o vencedor do mal e da morte. Ilumina, Mulher fiel, a humanidade do nosso tempo, para que compreenda que a vida de cada homem não se esgota num punhado de pó, mas é chamada a um destino de felicidade eterna.     

Maria, “Tu que és o júbilo do céu e da terra”, vela e intercede por nós e pelo mundo inteiro, agora e sempre! 
    

Fonte:Papa João Paulo II, Homilia por ocasião da solenidade litúrgica da Assunção de Maria, em Castelgandolfo

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

15 de agosto 2013

Certamente, ninguém jamais duvidou que quando Nossa Senhora morreu, não foi sepultada, sujeitando que seu corpo passasse pelo castigo da terra.

Não se trata de uma mulher simplesmente, ainda que sempre tenha vidido uma vida muito simples, como uma  simples mulher.

Vejamos: a filha de Ana e Joaquim foi concebida, preservada do pecado original ao qual estão sujeitos todos os descendentes de Adão, isto é, todos nós. Por isto, uma das invocações que lhe fazemos: “rogai por nós” é exatamente quando repetimos: “Ó Maria, concebida sem pecado original”.

Tratou-se de uma intervenção direta de Deus porque escolhera a pequena nazarena para ser mãe do seu Filho, já que a humanidade decadente pelo pecado, fora aliviada, mediante a promessa do advento do Salvador.

Esse Salvador assumiria a natureza humana e como tal, tinha que nascer de uma mulher. Logo, Deus não obstante sua onipotência, precisou de uma Maria que aderisse sem reserva à sua vontade e fosse capaz, mesmo diante da necessidade de muito heroísmo, protagonizar o Plano da Salvação.

E o verbo se fez carne, nasceu de Maria, carne da carne dela, sangue do sangue dela.

Como pensar que o corpo, tabernáculo de Deus que se fez homem e habitou entre nós, não tenha sido levado ao céu?

A prudência com que a Igreja sempre age, fez com que só no ano de 1950 fosse proclamado pelo Papa Pio XII, como dogma de fé: Maria foi assunta ao céu, pelo poder de seu Filho.

É a grande festa que a Igreja comemora hoje, porque é grande o privilégio da assunção de Maria, em corpo e alma ao céu.

Francisco de Nossa Senhora

O Papa Francisco nos vem dando muitos exemplos de uma vida despojada, não quer saber de nada que diminua sua anterior opção pela pobreza, nos moldes do seu ser religioso, ele fez voto de pobreza, na Companhia de Jesus, (Congregação de Padres fundada por Santo Inácio de Loyola) a qual pertence.

Quero destacar aqui o exemplo de amor e a veneração por ele demonstrada por Nossa Senhora, a Mãe de Jesus.
Veio para a Jornada Mundial da Juventude, não ficou passeando por ai, mas quis ir  a Aparecida do Norte, onde se encontra o Santuário da Padroeira do Brasil, o mais visitado, procurado, frequentado pelos brasileiros e não só nas grandes solenidades ou por ocasião da festa que se realiza em 12 de outubro, todos os dias muita gente vai lá.
Foi lindo ver o Papa saindo depois da celebração da Santa Missa, com a imagem de Nossa Senhora de encontro ao seu coração, como também teve gestos de reverência e veneração  por ela. Ele nos repete que Maria deve ser modelo das nossas vidas, que devemos olhar para ela, como se olha para alguém que foi capaz de dizer um sim, tão grande, tão autêntico e tão generoso, tudo fazendo para não trair jamais a confiança da qual Deus a fez depositária, quando pediu sua colaboração para realizar o plano da salvação, quando então, o Verbo se fez carne e habitou entre nós.
Quando quisermos saber como é que se agrada a Deus, façamos o que devemos fazer  enchendo-nos do espírito de Nossa Senhora, deixemos que seja ela a nos conduzir e ensinar.
Amanhã, 15 de agosto, comemoramos a Assunção de Maria ao céu , alegremo-nos  e exultemos com a sua glorificação.

Sejamos devotos de Maria não nos decepcionaremos jamais. 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

CONVITE



AMALETRAS


A Academia Mateense de Letras tem a grata satisfação de convidar V. Sª e sua família para a solenidade comemorativa do seu primeiro aniversário de revitalização, oportunidade na qual serão agraciadas, com a Medalha de Honra ao Mérito – AMALETRAS, pessoas que se destacam na sociedade da Terra do Cricaré e serão empossados novos correspondentes:

Andra Valadares, Vila Velha.
Bárbara Pérez, Marataízes, 
César Domiciano, São Mateus.
Clério José Borges, Serra.
Elza Lima, São Mateus.
Fabiani Rodrigues Taylor Costa, Piúma.
Gilcéa Rosa, Vitória. 
Heliana Mara Soares, Guaçui. 
Maria Dolores Pimentel de Rezende, S. J. Calçado.
Vera Maciel Fundão Altoé, São Mateus.



Data: 31 de agosto de 2013 - Horário: 19 h 30 m Local: Teatro São Benedito - São Mateus  – ES

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

SÃO MATEUS

Município de São Mateus
"Rainha do Cricaré"
"Capital Cultural do Espírito Santo"
"Sama"
Ruinas da Igreja Velha

Ruinas da Igreja Velha
Bandeira de São Mateus
Brasão de São Mateus
BandeiraBrasão
Hino
Aniversário21 de setembro
Fundação1544 (469 anos)
Gentílicomateense
LemaTrabalhar o Presente, construir o futuro
Padroeiro(a)São Mateus e São Benedito
Prefeito(a)Amadeu Boroto (PSB)
(2013–2016)
Localização
Localização de São Mateus
Localização de São Mateus no Espírito Santo
São Mateus está localizado em: Brasil
São Mateus
Localização de São Mateus no Brasil
18° 43' 15" S 39° 51' 41" O18° 43' 15" S 39° 51' 41" O
Unidade federativa Espírito Santo
MesorregiãoLitoral Norte Espírito-santense IBGE/2008 1
MicrorregiãoSão Mateus IBGE/2008 1
Municípios limítrofesBoa Esperança, Conceição da Barra, Jaguaré, Linhares, Nova Venécia, Pinheiros, São Gabriel da Palha, Vila Valério.
Distância até a capitalfederal: 1 264 km
estadual: 215 km
Características geográficas
Área2 343,2510 km² (BR: 653º, ES: 2º)2
Área urbana10,9503 km² (ES: 9º) – est. Embrapa3
DistritosBarra Nova, Itauninhas, Nestor Gomes, Nova Verona, São Mateus
População109 067 hab. (ES: 8º) –  Censo IBGE/20104
Densidade46,55 hab./km²
Altitude36 m
ClimaTropical Aw
Fuso horárioUTC−3
Indicadores
IDHM0,73 (ES: 36º) – alto PNUD/2000 5
PIBR$ 956 262,000 mil (ES: 11º) – IBGE/20096
PIB per capitaR$ 9 410,82 IBGE/20096
Página oficial
Sitewww.saomateus.es.gov.br
 
São Mateus é o segundo município mais antigo e oitavo mais populoso do estado do Espírito Santo, Brasil. Foi fundado em 21 de setembro de 1544, recebendo autonomia municipal apenas em 1764. Originalmente, chamava-se Povoado do Cricaré, sendo rebatizado no ano de 1566 por Padre José de Anchieta para o nome de São Mateus. Sua população atual gira em torno dos 109 mil habitantes.
É considerado o município com a maior população negra do estado. Tal fato se dá, pois, até a segunda metade do século XIX, o Porto de São Mateus era uma das principais portas de entrada de negros no Brasil. Também há a forte presença de italianos, que são responsáveis pela colonização de grande parte dos sertões mateenses.
Sua economia está baseada na exploração e produção de petróleo. Na década de 1970, foram descobertos vários campos de exploração e na década de 1980, essas descobertas foram ampliadas. Na década de 2000 foi implanto na região de Campo Grande o Terminal Norte Capixaba, responsável pelo escoamento de toda a produção da região. Várias empresas estão se instalando no município como a Paranapanema e a montadora de de ônibus Marcopolo alavancando ainda mais a economia local.
Também destaca-se pelo forte apelo turístico, tanto histórico quanto de temporada. O carnaval de Guriri, principal balneário do município, é um dos mais animados do estado e chega a ser conhecido nacionalmente, recebendo, principalmente, turistas de Minas Gerais.
Localiza-se a uma latitude 18º42'58" sul e a uma longitude 39º51'21" oeste, estando a uma altitude de 36 metros. Sua área total é de 2.543 km², equivalente a 5,12% do território Capixaba. Limita-se ao norte com os municípios de Boa Esperança, Pinheiros e Conceição da Barra; ao sul com São Gabriel da Palha, Vila Valério, Jaguaré e Linhares; a leste com o oceano atlântico e a oeste com Nova Venécia. Dista da Capital do Estado, Vitória, 219 km.

MEU PAI AMIGO - MANOEL

                                                                      

                                         Fahed Daher

                    

Eu sei que não foi fácil entendê-lo,

pois do seu tempo ao meu houve mudança

e eu não sabia ver no seu desvelo

a projeção, em mim, de uma esperança.

 

Foi meu amigo, também pude sê-lo...

Mas nobre e firme na perseverança,

no ar severo você punha o selo

do amor, da disciplina, da bonança.

 

Chegada a minha vez de estar na idade

que você tinha, quando eu era moço,

posso entender, por mim, sua ansiedade.

 

Perdoe-me, se errei ou se fui grosso,

Pois, hoje mais preciso, com saudade,

sua presença, ó Pai!

                              Que Pai Colosso.

 

06-08-87     Gov 95/96  Dist 4710