terça-feira, 1 de outubro de 2013

EM DEFESA DA TERRA - CARTA AO PAPA FRANCISCO


Caríssimo Papa Francisco,

Nós, cristãos abaixo-assinados, assim como pessoas de outras religiões e pessoas de boa vontade, lhe enviamos essa carta pública com um pedido muito especial. Gostaríamos que o senhor convocasse um evento global, como uma Assembleia, para a defesa da vida na Terra. 


Hoje a vida está ferida de morte pela fome (900 milhões de pessoas no mundo), pela sede (1,2 bilhões não têm água limpa para beber todos os dias e 2,4 bilhões não têm saneamento básico), pelas guerras, pela destruição do meio ambiente (solos, água, biodiversidade, ar) e, sobretudo, paira sobre a humanidade e todas as formas de vida a ameaça assombrosa das mudanças climáticas. Como diz o Documento de Aparecida, estamos atravessando não apenas uma época de mudanças, mas uma mudança de época (DAp 44). Uma sociedade consumista e predadora como a atual não é futuro para o conjunto da humanidade.

Quando Deus criou o mundo, ele entregou a Terra aos homens e mulheres para que nós “a cultivássemos e guardássemos” (Gen 2,15). Após o dilúvio, quando Noé saiu da Arca com seus familiares e todos os animais que nela estavam, Deus fez com eles uma aliança primordial, dizendo-lhe que “de minha parte, vou estabelecer minha aliança convosco e com vossa descendência, com todos os seres vivos que estão convosco, aves, animais domésticos e selvagens, enfim, com todos os animais da Terra que convosco saíram da arca” (Gen 9, 9-10). O apóstolo Paulo nos diz que “também a própria criação espera ser libertada da escravidão da corrupção, em vista da liberdade que é a glória dos filhos de Deus” (Rom 8, 21). Portanto, Deus ama tudo que criou e nos deu o mandamento de cuidar de sua criação.

Os povos tradicionais e originários e, ultimamente, os cientistas têm denunciado que todas as formas de vida correm  risco na face da Terra. Porém não existe uma resposta à altura do desafio desse momento da história por parte do mundo político e econômico. Como o Senhor já disse, não podemos aceitar passivamente a globalização da indiferença.

O Senhor tem autoridade moral e espiritual perante toda a humanidade para convocá-la a este urgente debate e a estas ainda mais urgentes ações. Fazemos-lhe este pedido como uma forma de contribuir com a efetivação de seus gestos, os quais nos interpelam a uma postura de cuidado e proteção da vida ameaçada. Gestos estes expressos em sua ida a Lampedusa, na Jornada Mundial da Juventude no Brasil, na visita aos imigrantes na Itália, no jejum contra as guerras. Caso o Senhor convoque uma assembleia em defesa da vida em sua plenitude, não só para ouvir os especialistas, mas para ouvir também os povos originários impactados pela destruição de seu ambiente, os afetados e refugiados pelas mudanças climáticas, as vítimas da fome e da sede, certamente grande parte da humanidade atenderá de pronto a este pedido.

É o que nós abaixo-assinados também esperamos. Com respeito e um abraço fraterno, no espírito de São Francisco de Assis, em comunhão com  todas as formas de vida e toda a humanidade, confirmamos nosso pedido.    

 Brasília-DF, 16 de setembro de 2013.

 

Como se pode aderir formalmente a este pedido?  Para subscrever a carta envie para: magalhaes@caritas.gov.b

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

INEFICIÊNCIAS DOS PODERES


Parece-me que os três Poderes - Legislativo, Executivo e Judiciário - nos três níveis (municipal, estadual e federal) despenham suas importantes funções de modo negativo, salvo honrosas exceções. É o que se verá abaixo.


Ao Congresso Nacional - Câmara (513 Deputados) e Senado (81 Senadores) - cabe, basicamente, legislar e fiscalizar. Ao Supremo Tribunal Federal (11 Ministros) cabe, precipuamente, a guarda da Constituição e, originariamente, processar e julgar certas matérias. Ao Executivo cabe executar. Em síntese, eis o Governo, ente responsável pelo bom destino do País e bem-estar do povo, o que não acontece.

O Congresso Nacional é um dos mais onerosos e menos operosos do mundo. A par disso, notícia recente da Revista “Congresso em Foco”, 224 congressistas (191 Deputados e 33 Senadores: 37,7% do Congresso) respondem a 397 inquéritos e 145 ações (total: 542 infrações penais, sobre fraudes em licitações, desvios de verbas, formação de quadrilha, associação para o tráfico, sequestro e homicídio etc.).

Segundo dados recentes, tramitavam no Judiciário pátrio, 86,6 milhões de processos, dos quais 76% “anestesiados” por morosidade média de 10 anos. Conforme dados de março|2012, tramitavam, no STF, 63.821 ações, dentre as quais, provavelmente, as citadas 542 infrações, em que, como no “Mensalão”, caberão, também, Embargos Infringentes. Em face disso, questiona-se: se, só para julgar parte do “Mensalão”, o STF gastou 08 anos, e se centenas de processos admitirão citados Embargos, em que tempo o STF julgará todos, para evitar a habitual prescrição, que é forma chocante de impunidade?

Em relação ao Poder Executivo, acho que suas deficiências também são generalizadas, como, por exemplo, falta de “faxina” na corrupção, evidentes “negócios” com “partidos da base”, cujos objetos são emendas parlamentares, cargos públicos, 39 Ministérios (autênticas moedas de troca!), abandono do “cemitério das obras inacabadas” (exs.: Ferrovia Norte-Sul e Transposição do Rio São Francisco!) e graves problemas no Transporte, Educação,  Saúde e  Segurança Pública.

Concluindo, prego que o Brasil deve ser repensado e suas estruturas (infra e supra) ampla e profundamente reformadas, para, além de alavancar o seu desenvolvimento, banir do seio da Sociedade os vícios que a maculam, como clientelismo, fisiologismo, nepotismo, morosidade, corrupção, violência e  impunidade, enfim, PATRIMONIALISMO, que, segundo a Min. Cármen Lúcia, “... é um legado da administração portuguesa instalada no Brasil durante a colonização. Sua característica fundamental é a utilização de espaços e poderes públicos para obter benefícios privados, particulares”.

Salvador Bonomo
Ex-Deputado Estadual e Promotor de Justiça aposentado
Vitória, ES, 30.09.2013.


domingo, 29 de setembro de 2013

O GRITO DA GERAÇÃO


MENSALÕES E MENSALINHOS
Hábeas corpus na política - 

O GRITO DA GERAÇÃO.                                                               
                           Fahed Daher    

                           
Pedro Alvares Cabral,
a coisa aqui anda mal
neste modo sorrateiro.
É indecisão, incerteza
e a gente vê com tristeza
o presente aventureiro.

Não é ai, minha gente,
o caminho mais decente
de se achar a liberdade.
É na Fé da juventude,
na coragem nobre e rude
de alcançar a honestidade.

A juventude arrebenta...
Nesta altura não aguenta
tanta falta de decência.
E projeta o ideal
do futuro Nacional
no trabalho, amor e ciência.

Se não for este o caminho,
cada um siga sozinho
e da Pátria, o que será?
Já basta de mordomia,
corrupção e a mania
de proteger marajá.

Que se faça uma cadeia
de união e que a veia
de cada um seja um elo.
E que nela corra o sangue,
mesmo que o diabo se zangue,
do vigor  VERDE ARARELO.

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Ganhar mais de 250.000,00 mensais para aprovar
“UM LITRO  DE CACHAÇA NA CESTA BÁSICA DO POBRE ?”


TROVAS


Nesta casa tão singela
Onde mora um Trovador
É a mulher que manda nela
Porém nos dois manda o amor.

                      Clério José Borges

Ficou pronta a criação
Sem um defeito sequer,
E atingiu a perfeição
Quando Deus fez a mulher.

                      Eva Reis

Minha saudade quando está tristonha
Chama o passado para recordar
E ouvindo coisas do passado sente
Uma vontade louca de chorar. 

                      Rosita Pestana Daher




sábado, 28 de setembro de 2013

PROFESSOR REPROVA CLASSE INTEIRA

O QUE VEM A SER O SOCIALISMO?

PROFESSOR REPROVA CLASSE INTEIRA.

 
UM  professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.    

O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." 



Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".     

Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.     

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.

O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso."   

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;      

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;  

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;   

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la; 

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O CASULO

Reviro meu baú do tempo, nele encontro, joias preciosas e desafios vencidos ao longo dos anos. Faço as contas. Fico perplexa com os anos e prefiro não contá-los. 


Gosto da vida plena de gozo e sonho! Por isso vou seguindo trilhos estreitos e estradas largas que me dão oportunidades de colher flores e furar-me nos espinhos atrevidos. Sou feita da virilidade inventada e procriada nas artimanhas da vida dura. Seca, conforme a plantação dos cafezais das terras frias, na chegada de um verão impróprio.

Quente como a chaleira de ferro sobre as lenhas entrepostas no fogão de barro branco das antigas roças, com seus esquecidos habitantes. Sou a tempestade que extravasa as cumeeiras dos casebres quase sempre mortos, com seus moradores.

Nas entrelinhas da minha poesia às vezes suja e borrada de lágrimas, lembrei-me de ti, esperança latente, correndo nas vísceras dilaceradas. Permiti que ficasses acomodado na minha entranha e ali permanecestes por longos dias e meses de espera. Tu vieste afável como nasce o anjo em sua total plenitude e carência. Aprendestes os primeiros sons que se transformaram em palavras, os primeiros passos que engatinhamos juntos, as mesmas estradas sempre na mesma pequena sala. Dei-te alimentos especiais, alimentei-te com leite quente esvaindo dos bicos rachados com o gosto de sangue vivo. Dei-te os sonhos, versos e poesias, mas também dissabores de gestos e acenos de mãos contrapondo suas vontades. Sorrimos juntos e choramos as mesmas lágrimas, as primeiras decepções, pois participávamos do mesmo cotidiano. Nascestes majestosamente e fizestes retornar o fluxo sanguíneo que fora interrompido durante a sua morada em minhas entranhas coadjuvando com as nossas vitórias, conquistas e derrotas.


Quando mergulho, sobre as dobradiças do tempo, sinto o sabor da tarde em outono seco com suas folhas esvoaçantes, desprendendo das frondosas arvores. Sinto-me na metamorfose da vida. As nossas mais loucas vontades e experiências que na medida do tempo estancam, correm, saltitam e desligam-se do corpo como o próprio cordão umbilical, impedindo contatos atrelados, vidas interligadas, mantidas pelos elos afetivos profundos, porém, separados como abstratos voos de borboletas.


Tornei-me mulher, primeiro ao procriar e depois, com a poesia. Fiz-me forte como os arbustos que o vento praiano retorce, mas fincam raízes profundas nas terras do ninguém, dentro da minha própria colônia de pescadores. Enquanto viver, sentirei os aromas de peixe cozido, maresia e suor do pescador arredio. Colho assim, vida! 


Respiro a liberdade das redes soltas e esparsas todas as manhãs e tardes em meio ao mar, colhendo cardumes variados para o jantar da noite no Pontal. Na mesa farta com peixes de olhos arregalados em bandejas envelhecidas, o abacaxi floresce bem dentro do vaso com água, pois representa a esperança de dias melhores do labutar do braçal trabalhador desta região. Percebo com relutância, o tempo que nem quero contar. Prefiro a liberdade da minha juventude chegando sorrateira ao meu envelhecimento precoce. Penso que somos a fantasia de nossas próprias inverdades contadas, que podemos através dela, controlar os dias de sol, sabotar as horas noturnas, colorir as cores do arco-íris, colher os sonhos e sons e plantá-los em nossa poesia.

Bárbara Pérez, a escritora do mês na "Quinta Cult".
Fico assim, comovida, às vezes desacertada, tonta e naufragante em uma ilha distante e saudosa, talvez ainda possas acender o farol que irá iluminar minha alma nos trilhos da esperança. Quem sabe? Durante longos dias e noites ficaste encolhido dentro de mim, acolhido no gérmen do líquido amoroso que a carne em sã consciência cria e gera, devolvendo ao universo as partículas humanas que a terra consome indevida e sorrateiramente. No cansaço de meus dias, dei-te meus passos, meus sonhos, minhas palavras e gestos. Juntos, lutamos as primeiras batalhas dos “nãos” e dos contras. E das guerras imaginárias, fomos super-heróis aprendendo a driblar a rotina e seus manifestos contraditórios. Mais que fotos, casos e causos, me mostrei muito além da dor, na encenação do filme em cenas grandes e pequenas, coisas cotidianas de nós dois. Nasceste de minhas entranhas, que coisa estranha e não me pertence. Aprendi com a borboleta que ela nasce, cresce e voa mundo afora, cortando vento e poeira, sobre folhas e flores, às vezes decepadas por espinhos ingratos, também aprendi que ainda em seu casulo sofre dias e noites, ali, para se libertar, mas esse esforço se faz necessário para o seu amadurecimento, pois sem ele ela jamais voaria.

Como nos casulos, viveremos, desatando os nós e teias, refiro-me, portanto à poesia desfolhada em papel virgem, aprendi que devemos reaprender a brincar de amarelinha, soltar pipas, correr de pique esconde, molhar-se na chuva de verão, colher vento, capturar segredos, jogar amontoados de barro de chuva nas janelas fechadas, desvendar mistérios e treinar novamente os primeiros passos. As estradas podem não ser as mesmas e as pernas precisam de desafios. Como a primeira dentada na maça que estava pintada na xícara de porcelana da vovó, devemos recomeçar as mordidas ilusórias e até na linguagem e costume universal, desafiador dos tempos avançados. Nascestes de mim, como a borboleta presa em seu casulo encolhido na folha seca e úmida do sereno noturno, mas não me pertence.

A borboleta que ganha espaço e liberdade, somos assim, talhados de sonhos e sobressaltos. A qualquer momento o homem trará de volta a pequena criança de cabelos encaracolados para o meu colo, pois bem sei que a guarda dentro de ti como se estivesse ainda no interior do casulo escondido em sua alma cansada de dias sonoros e loucos. Que sejamos sábios em nossas buscas e esperas, pois somos como o casulo e a borboleta e explodimos para viver em plenitude e poesia. 

Bárbara Pérez.

Escritora, Presidente da Academia das Artes, Cultura e Letras de Marataízes e do Estado do Espírito Santo.

COMENDA RUBEM BRAGA

 
A Presidente da Academia Marataizenze de Letras, Bárbara Pérez fala explicando
 
o significado da Comenda Rubem Braga que no dia 14 de setembro deste ano,
 
em comemoração ao Ano Literário daquela Academia  contemplou trinta pessoas
 
ligadas ao mundo das  Letras e da Cultura.
 
 
Grupo  de Escritores presentes na Quinta Cult, 13ª edição com os homenageados.
 
 
Matuzalém Dias Moura recebe sua comenda
das mãos do Presidente de Honra da AESL Acadêmico Gabriel Bittencourt
 




Ladeada pelas Acadêmicas da Academia da Serra e de Marataízes,
recebe sua condecoração a Acadêmica Marlusse Pestana Daher na mesma
oportunidade do recebimento do título honorífico de Comendadora.


A PROGRAMAÇÃO DA QUINTA CULT QUE PROPORCIONOU AOS QUE COMPARECERAM

UMA AGRADÁVEL NOITE DE CULTURA E ALEGRIA



QUINTA CULT DE SETEMBRO
PROGRAMAÇÃO
Grande homenagem Nacional: Poeta Mário Quintana
Escritora do Mês: Bárbara Péres, de Marataízes, ES.
Escritor do Mês: Matusalém Dias de Moura, de Iúna, ES.
Músico do Mês: Maestro Sandro Gomes, de Cariacica, ES.
18,00 horas - Exibição de Vídeo Monumentos Históricos da Serra, da Cineasta Suzi Nunes, Acadêmica da Academia de Letras e Artes da Serra.
A Artista Plástica, Simoniah apresentará uma mostra de pintura óleo sobre tela.
 
O Artista Plástico, Hilquias Scardua mostrará parte de seus trabalhos artísticos.
18h10m - Homenagem Póstuma ao Poeta Mário Quintana, com leitura de Biografia pelo Escritor Gabriel Bittencourt e leitura e declamações de poesias de Mário Quintana pelos Escritores Capixabas, Albércio Nunes, Marcos Arrébola, Clério José Borges, Levi Basílio e Teodorico Boa Morte.
18h20m - Apresentação do Cantor e compositor TEODORICO BOA MORTE.
18h30m - Desfile com as garotas do Projeto Descobrindo Novos Talentos coordenado por Tom Paparazzi da Tom Produções da Serra. Telefones: (27) 3243-6253 / 9236-4160 / 9830-9778
18h40m - Apresentação do Maestro Sandro Gomes, com três músicas e haverá também a participação da cantora, Suzie, de Jacaraípe com 3 músicas e o cantor Alex, de Nova Almeida, também com 3 músicas.
19h00m – Notícias das atividades culturais da ALEAS e do CTC, como informações sobre o LIVRO DE POESIA E PROSA DA QUINTA CULT, organizado com apoio da TABA CULTURAL EDITORA do Rio de Janeiro e informações do X Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores, em Ibiraçu, a ser realizado de 04 a 06 de Outubro de 2013.
19h10m –  Rodada poética, com leitura e declamações de Poesias dos Poetas e Escritores Capixabas, Albércio Nunes, Benivaldo Neres da Paixão, Dinair Surdine, Edilson Celestino Ferreira, Clério José Borges. Espaço aberto para a participação de outros poetas que estiverem presentes no evento.
19h20m -Apresentação dos Alunos do Colégio Hilda Miranda: Gabriel Antonio Gobett, guitarra solo e Fernanda Santos de Souza, poetisa e ganhadora do Concurso de Poesias  do Colégio Hilda Miranda do Bairro Porto Canoa - Serra -ES.
19h30m  – Apresentação de "Enos de Jesus" Músico e Professor de violão. Violonista Clássico a qual apresentará temas populares e eruditos em violão erudito. Indicação do Acadêmico Hilquias Scárdua, Telefone: 97025021
 
19h50m - RODADA DE POESIAS, SARAU POÉTICO... Academia de Letras e Artes da Serra e Clube dos Trovadores Capixabas e convidados...
 
20h00m - Apresentação do Coral Artescanto, composto de 35 coristas. Primeiro regente, Hellem Pimentel. Segundo regente, Ederbal Medeiros dos Santos. Informações sobre o Coral, contatos com a Sra. Aparecida no Telefone Celular:  9944 2154. E-mail - aparecida.goncalves.@turismo.es.gov.br
 
20h20m – Entrega de Comenda Mestre Álvaro para: 1) Escritora do Mês: Poetisa Bárbara Péres, presidente da Academia Marataizense de Letras da cidade de Marataízes, sul do Estado. 2) Escritor do Mês: Acadêmico da Academia Espírito-santense de Letras, Matusalém Dias de Moura, também correspondente da ALEAS, Academia de Letras e Artes da Serra. 3) Músico do Mês: Maestro Sandro Gomes, acadêmico correspondente da Aleas. Sandro é  músico, pianista e maestro e regente de vários Corais na Grande Vitória, destacando-se o Coral Linda Juventude de Feu Rosa, no Município da Serra, ES.
20h30m – Apresentação do Cantor José Wedson, com as músicas, "memory",  "My Way", "Smile" e "Fanatismo".  Contatos para informações pelo Cel.: (27) 8812-9029
20h50m – Espaço para a Presidente da Academia Marataizense de Letras, Barbara Péres que entregará a Comenda Rubem Braga aos Acadêmicos, Marlusse Pestana Daher, Promotora aposentada e Presidente da AMALETRAS, Academia de Letras de São Mateus e o Escritor, Matusalém Dias de Moura, da Academia Espirito-santense de Letras e da ALEAS.
Na mesma ocasião a Poetisa Bárbara Péres concederá Diplomas de Honra ao Mérito "Rubem Braga" aos Escritores, Clério José Borges, Kátia Bóbio e Levi Basílio.
21h00m – Coral da Cidade de Ibiraçu. Apresentação especial de Artistas da Cidade de Ibiraçu, com a coordenação do Secretário Marcelo Loureiro Moro e o Diretor de Cultura Rogério Pereira, com a primeira apresentação oficial do Coral da Cidade de Ibiraçu, que será sede de 04 a 06 de Outubro do X Congresso Brasileiro de Poetas Trovadores. Informações com o Diretor de Cultura de Ibiraçu, Rogério Pereira, Telefone: 27 - 3257 05 21 / 99 98 76 46.
21h30m - Encerramento.

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