quinta-feira, 22 de agosto de 2013

AMALETRAS 1° ANIVERSÁRIO

ACADEMIA MATEENSE DE LETRAS


                                  
                                                                 Como as fontes!
                                                  Logomarca da AMALETRAS

2ª  REUNIÃO PRÓ REVITALIZAÇÃO

Heliana Mara Soares
César Domiciano
Bárbara Péres

Elza Souza Lima

Clério Borge

Eliane Auer

Maria Dolores Pimentel de Rezende
Fabiani Rodrigues Taylor Costa

Wanda Alckimin

Gilcéa Rosa


Posse Nágila Moraes e Adriana Pin

Eliezer Nardoto
Marlusse Pestana Daher

Karina Fleury
Amiga da AMALETRAS

Flores para  você.



Sonhamos aqui

HOMENAGEM DE ELIANE AUER

AMALETRAS -22 de agosto de 2013

1° ANIVERSÁRIO DE REVITALIZAÇÃO

Amor pelas fontes que se foram 
Poetisa Eliane Auer
Cadeira n° 5
Patrona Herinéa Lima de Oliveira
Eduardo Durão Cunha,
Roberto de Souza Lé e
Herinéa Lima de Oliveira
Foi esta sem sombra de dúvidas
uma historiadora e guerreira!

Amor pelas fontes que permanecem
Eliezer Nardoto,
Antonio Eduardo Barbosa e
Marlusse Pestana Daher,
Cuidando da AMALETRAS em forma de prece!

Amor em forma de letras
Pelas fontes que ficaram.
Amor e gentileza para com aqueles que adentraram.

Seis fontes alimentavam o chafariz
E da biquinha partiam para saciar a sede
De muitos da cidade e da população ribeirinha
E depois de saciados dormir numa rede.

Da biquinha ao chafariz.
Tornaram-se fontes imortais,
Que nos dias de hoje,
Tornaram-se tão reais.

E no correr das águas do leito do rio
Vertem emoções e calafrios
Com a AMALETRAS vencendo desafios
De mãos dadas confrades e confreiras
Acolhendo novos membros
No primeiro Aniversário de Revitalização
Da Academia Mateense de Letras.

Eliane Auer




terça-feira, 20 de agosto de 2013

1° ANIVERSÁRIO DE REVITALIZAÇÃO DA AMALETRAS

MEDALHA COMEMORATIVA


Com nove acadêmicos e duas correspondentes, neste 22 de agosto, precisamente, amanhã, a ACADEMIA MATEENSE DE LETRAS - AMALETRAS - comemora seu 1° aniversário de revitalização.

A solenidade comemorativa acontece no próximo dia 31 de agosto, quando serão empossados novos correspondentes:

1.   ANDRA VALADARES – Vila Velha – presidente da Academia Humberto de Campos . Cadeira 10 –
2.   BARBARA PERES – Marataízes – presidente da Academia  Marataizense  de Letras, Grã Mestra da Poesia, membro da Academia Serrana de Letras,     Cadeira 03 - Rachel de Queiroz
3.   CESAR DOMICIANO– São Mateus – Músico, educador (Araçá), ativista cultural, músico, cordelista.   Cadeira 06
4.   CLÉRIO JOSÉ BORGES SANT’ANNA. Presidente da Academia Serrana de Letras, detentor de muitas condecorações.  Cadeira 12:  Affonso Cláudio
5.   ELZA LIMA – São Mateus – Professora,  Poetisa com dois livros publicados. Cadeira 09:  Maria Beatriz de Figueiredo  Abaurre
6.   FABIANI RODRIGUES TAYLOR COSTA – Piúma - Educadora, diretora escolar, vencedora do concurso Cora Coralina, do concurso Anette  Mattos - Cadeira 08 Cecilia Meirelles
7.   HELIANA MARA SOARES – Presidente da Academia Guaçuiense de Letras, membro da Academia Marataizense de Letras.  Cadeira 04: Mario Quintana.
8.   MARIA DOLORES PIMENTEL DE REZENDE – tem um título de Condessa  (na literatura), intensa militância acadêmica inclusive fora do Brasil .
Cadeira 05 Maria Antonietta Tatagiba
9.   VERA FUNDÃO ALTOÉ – São Mateus – Professora aposentada, militante cultural, desde o primeiro momento presente na AMALETRAS Cadeira 7:  Antonio Coelho Sampaio
10.               Gilcea Rosa, poetisa, escritora, membro da Academia Feminina Espirito-santense de Letras. Cadeira 11: Henriqueta Lisboa
11.               Wanda Maria Bernardi Capistrano Alckmin - poetisa, artista plástica, membro da Academia Feminina Espirito antense de Letras. Cadeira 13 .
Foram confeccionadas quarenta medalhas com as quais serão agraciadas pessoas de destaque no mundo literário e social.



Frente e verso da medalha.

A AMALETRAS adotou o chafariz do Porto de São Mateus como sua  marca. O slogan: "Como as fontes". O chafariz era alimentado por seis fontes que partiam da chama "BIQUINHA" e dessedentava os mateenses.
Eram seis os primeiros acadêmicos: Eduardo Durão Cunha, Herinéa Lima de Oliveira, Roberto de Souza Le, que já retornaram à casa do Pai. Antônio Eduardo Barbosa, Eliezer Ortolani Nardoto e Marlusse Pestana Daher.



HENRIQUETA LISBOA, UM ESBOÇO EM CLARO/ESCURO



                                        Marilena Soneghet

 “Com minhas frágeis / e frias mãos cavei um poço / no fundo do horto / da solidão”  - HL

 
Henriqueta Lisboa

       Anos atrás, debrucei-me a conhecer as obras de algumas figuras feminis que se destacaram no século XX: Florbela Espanca, de Portugal, Gabriela Mistral do Chile, a uruguaia Juana de Ibarbouru - “Juana de América” -, Cecília Meirelles e Henriqueta Lisboa, do Brasil – todas “sacerdotisas do inexplicável” como as define o crítico Paschoal Rangel.

        Tocada pela densidade da lírica henriqueteana, passei a vasculhar livrarias e sebos em busca do ouro de sua lavra. “Lavra”, sim. Como boa mineradora, ela faz das indagações uma ferramenta ao “escavar” os mais ricos filões. Segundo o crítico Fabio Lucas, é bem “típica de HL essa índole meio barroca, com retorcimentos de consciência, a espiritualidade, os grandes silêncios e a surdina.” Contemplativa, observadora, ela transforma a vida em força criadora, extrai-lhe o sumo e a torna poesia. Uma poesia que,  ao fundir elementos do Simbolismo, do Classicismo e do Modernismo, os transcende, tornando-se única!

       Henriqueta nasceu aos 15 de julho de 1901, na aurora desse “século de assombro”. Lambari, a estância das “águas virtuosas” ao sul de Minas, foi seu berço. Seus pais, João de Almeida Lisboa e Maria Rita de Vilhena Lisboa, deram-lhe família numerosa. Educada nos moldes da tradicional família mineira, estudou no Colégio Sion, frequentado por moças da elite, onde aprendeu fluentemente o francês. Mal compreendendo seu jeito reservado, a diretora do colégio a alcunhava: “la petite orgueilleuse”. Mas era por extrema sensibilidade que se recolhia à solitude. Plateias a constrangiam, e justificava-se dizendo “ter feito do silêncio e da sombra sua morada”.

       Em seu perfil, nota-se, desde logo, a suavidade do caráter sobre o qual Afonso Romano de Sant’Anna escreveria: “ela passa por nós como uma brisa,[...] com o rumor branco da poesia”. Sua postura digna e a frágil silhueta despertam brandos sentimentos. Termos como brisa, anjo, asas vestem a persona da poeta.

        “HL vive sempre esvoaçando em meus pensamentos, feito um passarinho”; comenta Mario de Andrade, que divisa em seu lirismo: “uma carícia simples, dor recôndita em sorriso leve e frase contida.” Grandes amigos, mantiveram entre si, por vários anos, assídua correspondência.

           Aos 21 anos HL publica Fogo fátuo. Mas é com Enternecimento (1930) , sua primeira obra considerada de fato, que se projeta no panorama literário, ao conquistar o Prêmio Olavo Bilac da Acad. Brasileira de Letras! Seguem-lhe Velário”(1936), e Prisioneira da Noite (1941) que, juntos, marcam a primeira fase de sua poesia, a do “penumbrismo” - dos poetas fascinados pela sombra, e pelo mistério :

“Ó noite, ensina-me / o teu magno segredo: iluminar da sombra.”

       Talvez esse paradoxal desejo seja um reflexo de uma vida ascética, condicionada à ideia, predominante na época, de poetisa e mulher.

       Seria por demais extenso traçar um panorama de sua obra que abrange dos temas infantis à tradução de grandes poetas, a temas reflexivos, recorrentes (como o da morte), que se adensam a cada novo livro. A descoberta da vida e seus valores em Azul Profundo e O Alvo Humano  são, no seu dizer, “incursões em busca das causas primeiras” [...] “a observação do ser enquanto ser, sem a ilusão das aparências”. Essas palavras e uma profunda religiosidade atestam estar em Alvo Humano o leit motiv de sua poesia.

       Se indagar é um fenômeno inerente ao Ser, a poética de HL explora, inquieta, os sombrios esconsos dos enigmas humanos:  - “De onde veio/ Quem é?/ Para onde vai quando se for?” ou “Que poder obscuro/ governa teu povo, ó Deus?” e ainda “Ó vida, ó morte entrelaçadas /fibras da humana tessitura,/ onde findais ou começais,/ nesses crepúsculos de aurora/ em que a luz exsurge da sombra/ numa sucessão conivente?”

       Sua obra completa-se com Miradouro (“um livro difícil com grossas franjas de silêncio” PR), Celebração dos Elementos (1977), sobre o cosmos e o mundo espiritual, e Pousada do Ser  (1982), com o qual encerra sua carreira literária aos quase 80 anos de idade. HL vem a falecer em BH aos 9 de outubro de 1985.

       Sobre sua poesia disse Drummond: “Não haverá, em nosso acervo poético, instantes mais altos do que os atingidos por este tímido e esquivo poeta.”

       Entre o efêmero e o eterno HL viveu a poesia em sua essência;  “tocou as fímbrias do Absoluto ao tentar desvendar o sublime que se encontra em cada gesto, em cada sentimento, em cada palavra”.

 
 “Há de chegar o dia em que em todo o universo, não restará de mim nem uma poeira de ossos. E como hoje, tal qual, haverá noite de lua, e um vulto a uma janela e um sofrimento e um verso”...

      

domingo, 18 de agosto de 2013

CARINHO DE GILCEA ROSA


Nossa! minhas amigas hoje estão acariciando meu ego. Permitam-me publicar a mensagem que acabo de ler da Acadêmica e Amiga Gilcéa Rosa de Souza, de pois de ter lido o... (segredo) que lhe confiei.

Em 18 de agosto de 2013.

Assim é você... Marlusse!
Gilcéa Rosa

Independente de qualquer dificuldade direciona seu olhar para tudo aquilo que é construtivo e que pode edificar aqueles que precisam de sua força, coragem e determinação. Você não guarda sua sabedoria, você a expõe, faz uso dela ajudando, apoiando e reinventando maneiras de melhorar o mundo. Você aposta no ser. E no que há de melhor nele. A única coisa que deseja é que todos tenham direito(s). Tem sede de cultura, literatura, arte ou qualquer manifestação do saber ser.

Tem um coração e pensamentos evoluídos, sentimentos capazes de tornar realidade os sonhos de muitos, através do seu apoio incondicional.

Você vê tão distante e tão profundamente que me faz calar e também me faz crescer.

Sei bem quando alguém luta pelo outro e pelos sonhos desse outro. Assim é você. Assim me provou novamente ser você através desse projeto.

Uma alegria tomou conta de mim, mas também me emocionei com suas palavras. Do início ao fim. Com sabedoria, diz a que veio sem reservas no que se refere a sua incansável busca pelo bem e pelo outro.

 Ainda bem que há no mundo alguém como você, Marlusse!

Seu projeto não é apenas inteligente e talentoso. Ele é verdadeiro, forte e profundo. Vi criatividade, desejo, certeza, determinação, vi sonhos se transformando em realidade a cada frase lida.

Espero poder brindar com você e todos aqueles que forem privilegiados por tamanho pensamento e incrível proposta.

 Tenho certeza que será mais um passo rumo ao sucesso. Desta vez, ainda mais brilhante, devo confessar.

Estou feliz e muito orgulhosa de seu projeto, mas para ser sincera, o que tem em mente é nada mais, nada menos que “um tanto”/ “do tudo”, que você é e representa para todos nós que temos o privilégio de ter você em nossas vidas.

 Parabéns por mais uma vitória, Marlusse. 

Que Deus ilumine sua vida para sempre!

Um beijo carinhoso.

Sua fã de carteirinha...

Gil.

 

COM O CARINHO DE LU!

Um dia, chegou à Promotoria uma pessoa que queria falar com uma
Lu.
Promotora.


Era Lu Puppim, tímida, com uma pasta na mão, falou do seu projeto, conversamos, ela se foi.

Dali, nasceu uma amizade sólida, que não precisa de muitos encontros, ainda que agora com o FB estejam 
sendo propiciados.

Dia desses nos encontramos num Supermercado. O abraço que trocamos foi de tal forma intenso que compensou todos que anteriormente não foram dados. 

Hoje, ainda há pouco, recebi dela: 

Quem encontra um amigo, encontra um tesouro. 

sábado, 17 de agosto de 2013

SEMANA DA FAMÍLIA


Nesta semana, de 11 a 17 de agosto, com início no dia dos pais, celebramos a Semana Nacional da Família, cujo tema este ano é: “A transmissão e educação da fé cristã na família”.“A família é base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem pela primeira vez os valores que os guiarão durante toda a vida", dizia o saudoso Papa João Paulo II. “Na medida em que a família cristã acolhe o Evangelho e amadurece na fé torna-se comunidade evangelizadora. A família, como a Igreja, deve ser um lugar onde se transmite o Evangelho e donde o Evangelho irradia. Portanto no interior de uma família consciente desta missão, todos os componentes evangelizam e são evangelizados... Tal família torna-se, então, evangelizadora de muitas outras famílias e do ambiente no qual está inserida” (Familiaris Consortio, 52).

O Papa Bento XVI nos ensinava que “esta é uma instituição insubstituível, segundo os planos de Deus, e cujo valor fundamental a Igreja não pode deixar de anunciar e promover, para que seja vivido sempre com sentido de responsabilidade e alegria”.

Em sua mensagem especial para esta semana, o Santo Padre o Papa Francisco encoraja “os pais nessa nobre e exigente missão que possuem de serem os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, ‘é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento da fé dos filhos’ (Carta Enc. Lumem Fidei, 53). E o Papa volta a falar contra “a cultura do descartável”, hoje em voga, caminho para o aborto e para o desprezo dos idosos, lembrando aos pais que eles “são chamados a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo, pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus. De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida”.  

Na JMJ, durante a oração do Angelus, no dia 26 de julho último, dia dos avós de Jesus, São Joaquim e Sant’Ana, o Papa Francisco já tinha lembrado a importância dos mais velhos: “Olhando para o ambiente familiar, queria destacar uma coisa: hoje, na festa de São Joaquim e Sant’Ana, no Brasil como em outros países, se celebra a festa dos avós. Como os avós são importantes na vida da família, para comunicar o patrimônio de humanidade e de fé que é essencial para qualquer sociedade! E como é importante o encontro e o diálogo entre as gerações, principalmente dentro da família. O Documento de Aparecida nos recorda: ‘Crianças e anciãos constroem o futuro dos povos; as crianças porque levarão por adiante a história, os anciãos porque transmitem a experiência e a sabedoria de suas vidas’ (DAp 447). Esta relação, este diálogo entre as gerações é um tesouro que deve ser conservado e alimentado!”.