sexta-feira, 23 de agosto de 2013
VOU-ME EMBORA PRA BRUZUNDANGA
Eu estava me rendendo a crer na eficiência da Presidente, tenho que desistir, leiam porquê.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
AMALETRAS 1° ANIVERSÁRIO
ACADEMIA MATEENSE DE LETRAS

Como as fontes!
Logomarca da AMALETRAS
| 2ª REUNIÃO PRÓ REVITALIZAÇÃO |
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| Heliana Mara Soares |
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| César Domiciano |
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| Bárbara Péres |
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| Elza Souza Lima |
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| Clério Borge |
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| Eliane Auer |
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| Maria Dolores Pimentel de Rezende |
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| Fabiani Rodrigues Taylor Costa |
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| Wanda Alckimin |
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| Gilcéa Rosa |
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| Posse Nágila Moraes e Adriana Pin |
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| Eliezer Nardoto |
| Marlusse Pestana Daher |
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| Karina Fleury Amiga da AMALETRAS |
| Flores para você. |
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| Sonhamos aqui |
HOMENAGEM DE ELIANE AUER
AMALETRAS -22 de agosto de
2013
1° ANIVERSÁRIO DE REVITALIZAÇÃO
Eduardo Durão Cunha,
Roberto de Souza Lé e
Herinéa Lima de Oliveira
Foi esta sem sombra de dúvidas
uma historiadora e guerreira!
Amor pelas fontes que
permanecem
Eliezer Nardoto,
Antonio Eduardo Barbosa e
Marlusse Pestana Daher,
Cuidando da AMALETRAS em forma
de prece!
Amor em forma de letras
Pelas fontes que ficaram.
Amor e gentileza para com
aqueles que adentraram.
Seis fontes alimentavam o
chafariz
E da biquinha partiam para
saciar a sede
De muitos da cidade e da
população ribeirinha
E depois de saciados dormir
numa rede.
Da biquinha ao chafariz.
Tornaram-se fontes imortais,
Que nos dias de hoje,
Tornaram-se tão reais.
E no correr das águas do leito
do rio
Vertem emoções e calafrios
Com a AMALETRAS vencendo
desafios
De mãos dadas confrades e
confreiras
Acolhendo novos membros
No primeiro Aniversário de
Revitalização
Da Academia Mateense de
Letras.
Eliane Auer
terça-feira, 20 de agosto de 2013
1° ANIVERSÁRIO DE REVITALIZAÇÃO DA AMALETRAS
| MEDALHA COMEMORATIVA |
Com nove acadêmicos e duas correspondentes, neste 22 de agosto, precisamente, amanhã, a ACADEMIA MATEENSE DE LETRAS - AMALETRAS - comemora seu 1° aniversário de revitalização.
A solenidade comemorativa acontece no próximo dia 31 de agosto, quando serão empossados novos correspondentes:
1. ANDRA VALADARES – Vila Velha –
presidente da Academia Humberto de Campos . Cadeira 10 –
2. BARBARA PERES – Marataízes –
presidente da Academia Marataizense de Letras, Grã Mestra da Poesia, membro da Academia Serrana de Letras, Cadeira 03 - Rachel de Queiroz
3. CESAR DOMICIANO– São Mateus – Músico,
educador (Araçá), ativista cultural, músico, cordelista. Cadeira 06
4. CLÉRIO JOSÉ BORGES SANT’ANNA. Presidente da Academia Serrana de Letras, detentor de muitas condecorações. Cadeira
12: Affonso Cláudio
5. ELZA LIMA – São Mateus – Professora, Poetisa com
dois livros publicados. Cadeira 09: Maria Beatriz de Figueiredo
Abaurre
6. FABIANI RODRIGUES TAYLOR COSTA –
Piúma - Educadora, diretora escolar, vencedora do concurso Cora Coralina, do concurso Anette Mattos - Cadeira
08 Cecilia Meirelles
7. HELIANA MARA SOARES – Presidente da
Academia Guaçuiense de Letras, membro da Academia Marataizense de Letras. Cadeira
04: Mario Quintana.
8. MARIA DOLORES PIMENTEL DE REZENDE –
tem um título de Condessa (na
literatura), intensa militância acadêmica inclusive fora do Brasil .
Cadeira
05 Maria Antonietta Tatagiba
9. VERA FUNDÃO ALTOÉ – São Mateus –
Professora aposentada, militante cultural, desde o primeiro momento presente na AMALETRAS Cadeira
7: Antonio Coelho Sampaio
10.
Gilcea
Rosa, poetisa, escritora, membro da Academia Feminina Espirito-santense de Letras. Cadeira
11: Henriqueta Lisboa
11.
Wanda
Maria Bernardi Capistrano Alckmin - poetisa, artista plástica, membro da Academia Feminina Espirito antense de Letras. Cadeira
13 .
Foram confeccionadas quarenta medalhas com as quais serão agraciadas pessoas de destaque no mundo literário e social.
HENRIQUETA LISBOA, UM ESBOÇO EM CLARO/ESCURO
Marilena
Soneghet
Anos atrás, debrucei-me a conhecer as
obras de algumas figuras feminis que se destacaram no século XX: Florbela
Espanca, de Portugal, Gabriela Mistral do Chile, a uruguaia Juana de Ibarbouru
- “Juana de América” -, Cecília Meirelles e Henriqueta Lisboa, do Brasil –
todas “sacerdotisas do inexplicável” como as define o crítico Paschoal Rangel.
Tocada pela densidade da lírica henriqueteana,
passei a vasculhar livrarias e sebos em busca do ouro de sua lavra. “Lavra”,
sim. Como boa mineradora, ela faz das indagações uma ferramenta ao “escavar” os
mais ricos filões. Segundo o crítico Fabio Lucas, é bem “típica de HL essa
índole meio barroca, com retorcimentos de consciência, a espiritualidade, os
grandes silêncios e a surdina.” Contemplativa, observadora, ela transforma a
vida em força criadora, extrai-lhe o sumo e a torna poesia. Uma poesia
que, ao fundir elementos do Simbolismo,
do Classicismo e do Modernismo, os transcende, tornando-se única!
Henriqueta nasceu aos 15 de julho de
1901, na aurora desse “século de assombro”. Lambari, a estância das “águas
virtuosas” ao sul de Minas, foi seu berço. Seus pais, João de Almeida Lisboa e
Maria Rita de Vilhena Lisboa, deram-lhe família numerosa. Educada nos moldes da
tradicional família mineira, estudou no Colégio Sion, frequentado por moças da
elite, onde aprendeu fluentemente o francês. Mal compreendendo seu jeito
reservado, a diretora do colégio a alcunhava: “la petite orgueilleuse”. Mas era
por extrema sensibilidade que se recolhia à solitude. Plateias a constrangiam,
e justificava-se dizendo “ter feito do silêncio e da sombra sua morada”.
Em seu perfil, nota-se, desde logo, a
suavidade do caráter sobre o qual Afonso Romano de Sant’Anna escreveria: “ela
passa por nós como uma brisa,[...] com o rumor branco da poesia”. Sua postura
digna e a frágil silhueta despertam brandos sentimentos. Termos como brisa,
anjo, asas vestem a persona da poeta.
“HL vive sempre esvoaçando em meus pensamentos, feito um passarinho”; comenta
Mario de Andrade, que divisa em seu lirismo: “uma carícia simples, dor
recôndita em sorriso leve e frase contida.” Grandes amigos, mantiveram entre
si, por vários anos, assídua correspondência.
Aos 21 anos HL publica Fogo fátuo. Mas é com Enternecimento (1930) , sua primeira
obra considerada de fato, que se projeta no panorama literário, ao conquistar o
Prêmio Olavo Bilac da Acad. Brasileira de Letras! Seguem-lhe Velário”(1936), e Prisioneira da Noite (1941) que, juntos, marcam a primeira fase de
sua poesia, a do “penumbrismo” - dos poetas fascinados pela sombra, e pelo
mistério :
“Ó
noite, ensina-me / o teu magno segredo: iluminar
da sombra.”
Talvez esse paradoxal desejo seja um
reflexo de uma vida ascética, condicionada à ideia, predominante na época, de
poetisa e mulher.
Seria por demais extenso traçar um
panorama de sua obra que abrange dos temas infantis à tradução de grandes
poetas, a temas reflexivos, recorrentes (como o da morte), que se adensam a
cada novo livro. A descoberta da vida e seus valores em Azul Profundo e O Alvo Humano são, no seu dizer,
“incursões em busca das causas primeiras” [...] “a observação do ser enquanto
ser, sem a ilusão das aparências”. Essas palavras e uma profunda religiosidade
atestam estar em Alvo Humano o leit motiv de sua poesia.
Se indagar é um fenômeno inerente ao Ser,
a poética de HL explora, inquieta, os sombrios esconsos dos enigmas
humanos: - “De onde veio/ Quem é?/ Para
onde vai quando se for?” ou “Que poder obscuro/ governa teu povo, ó Deus?” e
ainda “Ó vida, ó morte entrelaçadas /fibras da humana tessitura,/ onde findais
ou começais,/ nesses crepúsculos de aurora/ em que a luz exsurge da sombra/
numa sucessão conivente?”
Sua obra completa-se com Miradouro (“um livro difícil com grossas
franjas de silêncio” PR), Celebração dos
Elementos (1977), sobre o cosmos e o mundo espiritual, e Pousada do Ser (1982), com o qual encerra sua carreira
literária aos quase 80 anos de idade. HL vem a falecer em BH aos 9 de outubro
de 1985.
Sobre sua poesia disse Drummond: “Não
haverá, em nosso acervo poético, instantes mais altos do que os atingidos por
este tímido e esquivo poeta.”
Entre o efêmero e o eterno HL viveu a
poesia em sua essência; “tocou as fímbrias do Absoluto ao tentar
desvendar o sublime que se encontra em cada gesto, em cada sentimento, em cada
palavra”.
“Há de chegar o dia em que em todo o universo, não
restará de mim nem uma poeira de ossos. E
como hoje, tal qual, haverá noite de lua, e
um vulto a uma janela e um sofrimento e um verso”...
domingo, 18 de agosto de 2013
CARINHO DE GILCEA ROSA
Nossa! minhas amigas
hoje estão acariciando meu ego. Permitam-me publicar a mensagem que acabo de
ler da Acadêmica e Amiga Gilcéa Rosa de Souza, de pois de ter lido o...
(segredo) que lhe confiei.
Em 18 de agosto de
2013.
Independente de
qualquer dificuldade direciona seu olhar para tudo aquilo que é construtivo e
que pode edificar aqueles que precisam de sua força, coragem e determinação.
Você não guarda sua sabedoria, você a expõe, faz uso dela ajudando, apoiando e
reinventando maneiras de melhorar o mundo. Você aposta no ser. E no que há de
melhor nele. A única coisa que deseja é que todos tenham direito(s). Tem sede
de cultura, literatura, arte ou qualquer manifestação do saber ser.
Tem um coração e
pensamentos evoluídos, sentimentos capazes de tornar realidade os sonhos de
muitos, através do seu apoio incondicional.
Você vê tão distante e
tão profundamente que me faz calar e também me faz crescer.
Sei bem quando alguém
luta pelo outro e pelos sonhos desse outro. Assim é você. Assim me provou
novamente ser você através desse projeto.
Uma alegria tomou
conta de mim, mas também me emocionei com suas palavras. Do início ao fim. Com
sabedoria, diz a que veio sem reservas no que se refere a sua incansável busca
pelo bem e pelo outro.
Ainda bem que há
no mundo alguém como você, Marlusse!
Seu projeto não é
apenas inteligente e talentoso. Ele é verdadeiro, forte e profundo. Vi
criatividade, desejo, certeza, determinação, vi sonhos se transformando em
realidade a cada frase lida.
Espero poder brindar
com você e todos aqueles que forem privilegiados por tamanho pensamento e
incrível proposta.
Tenho certeza
que será mais um passo rumo ao sucesso. Desta vez, ainda mais brilhante, devo
confessar.
Estou feliz e muito
orgulhosa de seu projeto, mas para ser sincera, o que tem em mente é nada mais,
nada menos que “um tanto”/ “do tudo”, que você é e representa para todos nós
que temos o privilégio de ter você em nossas vidas.
Parabéns por
mais uma vitória, Marlusse.
Que Deus ilumine sua
vida para sempre!
Um beijo carinhoso.
Sua fã de
carteirinha...
Gil.
COM O CARINHO DE LU!
Um dia, chegou à Promotoria uma pessoa que queria falar com uma
Promotora.
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| Lu. |
Era Lu Puppim, tímida, com uma pasta na mão, falou do seu projeto, conversamos, ela se foi.
Dali, nasceu uma amizade sólida, que não precisa de muitos encontros, ainda que agora com o FB estejam
sendo propiciados.
Dia desses nos encontramos num Supermercado. O abraço que trocamos foi de tal forma intenso que compensou todos que anteriormente não foram dados.
Hoje, ainda há pouco, recebi dela:
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| Quem encontra um amigo, encontra um tesouro. |
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