quarta-feira, 3 de julho de 2013

JOAQUIM BARBOSA


                              
                                              Fahed Daher .
                                              médico e escritor.  Apucarana PR 

No vasto território nacional
Entre o furto, a discórdia, a impunidade,
Onde o povo sem voz é um animal,
Surge um momento luz de claridade.

Entre os henriques, lulas “etc” catervas,
Entre sarneis, fernandos,...  Camarilhas...
Os zés dirceus e toda praga de ervas
De mensalões, de furtos e quadrilhas...

Ao brasileiro resta uma atitude:
 Olhar os céus rogando, de mãos postas
Que mande um santo ou mártir, nos ajude
A eliminar as pestes, estas bostas...

De tanto implorar, desesperado,
O povo viu chegar na, dura liça,
 um homem justo, honra de  togado,
na  sentença e a firmeza da justiça.

Joaquim Barbosa o símbolo atual
Da Fé do povo triste e alquebrado.
Vem nos mostrar o rumo da moral
Na sentença fiel... Seu grande brado.

Preto sem luz é o saque contra o povo.
Preto sem luz é o sangue do ladrão.
Na cor da pele o preto é um raio novo
A proclamar a honra da nação...
                     NO juiz
Que busca ser a verdade,
Que busca ser o direito,
Que busca que a honestidade
Seja  força do seu peito. 
                                                                                           
 20/12/2012

terça-feira, 2 de julho de 2013

FUZILEIROS NAVAIS

A chegada do Português Rodolfo Tavares Gomes.
Uma história da mata nativa do Gomes e da Lagoa Guanandy em Itapemirim-ES.
 Bárbara Peres
 
  Uma velha história narrada pelos descendentes portugueses que vivem na região sul capixaba. Eles chegaram no século passado a
o litoral sul, na divisa entre Marataízes e Itaoca-ES , e foi ali, às margens do Rio Itapemirim que divisa com as águas do mar do Pontal, que a tripulação dos familiares do “Gomes”, juntou-se a outros tripulantes que vinham em seus navios vapores explorar as terras  capixabas, entraram em nossas exuberantes colônias de pescadores. Por certo, passou pela Ilha dos Franceses, que ainda não havia sido batizada por esse nome, a mesma veio chamar-se Ilha dos Franceses após a invasão dos franceses no século passado que ali ficaram para as batalhas de guerra. Na ilha dos franceses existe água potável e uma gruta que se chama “Gruta do Beco” e reza a lenda que, ali, nesta gruta, existem tesouros escondidos bem ao fundo, por onde alguns pescadores e aventureiros se arriscaram adentrar para explorá-los, porém, todos que atribuíram estes ofícios foram encontrados mortos, sendo causa mortis asfixia pulmonar.    O comandante desta destemida tripulação era o português Rodolfo Tavares Gomes, que ancorou seu “vapor”, nome dado naquela época ao grande navio de tripulantes no Porto Trapiche, em Barra de Itapemirim.  Depois vieram a descoberta das areias da praia do Soto, cuja origem ainda é desconhecida, em frente às margens da atual fazenda do Gomes.


   A luta pela sobrevivência, a disputa das terras, foi travada em uma guerra entre os portugueses com os índios já habitantes da mata nativa. A região era habitada por diversas tribos indígenas, todas pertencentes ao tronco Tupi; as tribos do interior eram chamadas de Botocudos, sendo-lhes atribuídos comportamentos hostis e belicosos, além da prática de antropofagia. No litoral, as tribos também eram hostis, porém de hábitos um pouco diferentes, persistindo a pratica de antropofagia. Existia naquela época ao entorno da lagoa Guanandy inúmeras taperas indígenas (ocas), ali os botocudos cultivavam grandes plantações da árvore Guanandi para alimentarem-se de sua saborosa frutas, mas também a utilizavam para colorir (camuflar) suas caras a fim de esconderem-se dos invasores portugueses. Também cultivavam uma vastidão enorme de figueiras. Estas plantações sofreram a devastação do homem, ainda existindo ao entorno da lagoa Guanandy, algumas destas árvores, hoje preservadas, mas ainda sofrendo as perseguições do homem que teimam em destruir, desmatar e sujar toda aquela área. Podemos ainda ver, atualmente, um gesto humanitário, pois o senhor Juarez Gomes, conserva o hábito de ir quase todos os dias visitar a lagoa para cuidar e limpar, retirando os lixos ali deixados pelas pessoas que insistem  com o péssimo hábito de jogar seus lixos nesta área tão linda, de preservação ambiental, que enriquece todo solo capixaba.
     Foram meses de luta travada entre os Portugueses e os índios que ocupavam a grande mata nativa em toda área ao redor da lagoa, porém, desta luta saíram vencedores os portugueses, pois trouxeram muitos armamentos, munições, e  para capturar os índios, armavam pelas grutas das matas, grande quantidade de arapucas fabricadas de bambus e esses índios eram domesticados, como aconteceu com Dona Maria Correa, a índia  trabalhou por longos anos como cozinheira dos portugueses e morou por muitos anos em sua tapera indígena, perto da lagoa,  quando seu filho a levou para morar em Itaipava-ES, falecendo com seus 103 anos de vida e  seus restos mortais foram depositados no cemitério de Itaipava-ES.
    Fato estranho e curioso é que a índia Dona Maria Correa jamais degustou o precioso café, comia em abundancia uma planta conhecida como losna (de gosto amargo), seria um costume indígena? Ou apenas um velho hábito alimentar de sua própria autoria? O fato real é que dona Maria Correa durou 103 anos de vida saudável. Outro epílogo importante na vida desta Índia é que ela teve apenas um filho de nome Indígena: Floro e de sobrenome Correa, cuja paternidade desconhecida, imaginam-se alguns de seus descendentes que deveria ser fruto de um romance, o velho “pula cerca” da índia com um dos portugueses, fato nunca concretizado, apenas suspeitas.
  Outro índio capturado em emboscadas nas matas do “Gomes” pelos portugueses foi o senhor Joaquim Lotero, domesticado para os serviços braçais. Trabalhou arduamente na construção de casas e de estradas, estas,  existem até os dias de hoje. As estradas eram cortadas por enxadões pelos índios e escravos trazidos do continente africano. Os portugueses ordenavam que matassem  bois e arrancassem  os couros para transportar a terra vermelha na fabricação das estradas, pois ali nesta área era muito arenosa e era preciso utilizar as terras vermelhas das encostas das matas para consertar as estradas e conservá-las. Os couros dos bois eram curtidos em sol trópico e estes eram utilizados para serem puxados pelos homens ou burros treinados para cargas pesadas, trazendo as terras vermelhas em formação das estradas que duram até os dias atuais.
  O senhor Joaquim Lotero casou-se com uma bela espanhola, Josefa, que também veio atracar nas areias do famoso bairro da Barra de Itapemirim, pelas margens do rio Itapemirim. Desta união nasceram oito filhos. Uma história importante do senhor Joaquim Lotero é que ele deixou um fato contado por ele próprio, que transcende gerações: contava que ele jamais iria comer carne de porco, esta carne de gosto adocicado, pois lhe fazia recordar dos portugueses capturados pelos índios que eram assado e escolhido as carnes mais suculentas para a degustação, saciando a fome dos índios. (Atualmente, por acaso desconhecido ou ironia do destino, degustamos um dos melhores vinhos de fabricação portuguesa, o delicioso vinho do porto). Os índios domesticados pelos portugueses eram chamados de Caboclos. Mas antes de serem capturados e domesticados, os índios Botocudos fabricavam suas taperas ao em torno da lagoa Guanandy, também construíam suas canoas da madeira da figueira plantada por eles, tanto para pescar quanto para utilizar e puxar as terras vermelhas das encostas para produzir o barro, que inserido entre as esteiras de trançados de folhas em palhas secas (paineiras, sapé, enfaro, entulho), fabricavam as paredes de suas taperas. Até pouco tempo atrás existia algumas dessas taperas ao redor de toda lagoa, como entre as matas nativas.    Estes mesmos índios para esconder-se dos invasores de terras, usavam a tinta arroxeada da árvore Guanandy para colorir as caras (camuflar) na tentativa de não serem descobertos pelos portugueses, assim toda área da lagoa florestada pelas figueiras e pelas árvores de Guanandy, que hoje leva este nome da planta indígena, uma herança dos nossos primeiros habitantes da mata atlântica. É notório a nossa divida com os primeiros habitantes do planeta chamado varonil Brasil.
  Os portugueses chefiados por Rodolfo Tavares Gomes ganharam a guerra, apropriando-se da grande quantidade de terras e matas e os poucos índios que sobreviveram foram usados para o trabalho doméstico e braçal. Então os portugueses foram construindo suas moradias, inclusive construíram cinco casarões bem altos, pois dos alpendres podiam avistar toda região da mata, o mar e a ilha que atualmente chama-se ilha dos franceses após a invasão dos franceses. Também construíram a capela Nossa Senhora da Penha, que dela hoje só resta uma enorme trinca (fechadura), pois tudo era construído para proteção de invasores, esta relíquia é guardada pelo senhor Juarez Gomes, a recordação desta igreja que existiu ali entre as matas do “Gomes”. Para construírem suas casas, igrejas e tulhas de guardar mantimentos, eles matavam baleias que vinham em grande quantidade atracar nas areias da praia de Soto, retirando o óleo para misturar ao pó de conchas que produzia uma formula mágica, para emboco das paredes de suas construções. Os portugueses também construíram um enorme casarão “torre chaminé” para fabricação de açúcar e cachaça de excelente qualidade. Consta-se que eles iam viajar em seus “Vapores” para o continente em busca dos negros para o árduo trabalho e levavam grande quantidade de carnes de caças (tamanduá bandeira, perdizes, capivaras, cutias e outras espécies.) e também a saborosa cachaça de fabricação própria, para atrair os negros, pois chegando lá no continente eles faziam uma grande festa atraindo os escravos para o evento festivo e assim atraí-los, para trazê-los para suas terras em busca da fartura de comida e bebidas, assim a mão de obra escrava era atraída para o litoral sul capixaba como para as matas em nossa região.
     Atualmente a lagoa Guanandi é um ponto turístico de Itapemirim-ES, visitada pelos turistas, banhistas, curiosos e até mesmo biólogos afins de estudos científicos, pois suas  águas são de cores de chocolate (Coca-Cola), sendo que foram constatados o  precioso valor medicinal destas águas, tanto para a pele, como para os cabelos, sua cor ferrugem deixa no corpo humano uma maciez incrível e nos cabelos um excelente tratamento capilar.  Existe um lençol freático que em épocas das cheias,  banha as enormes pedras lodosas (moledo) com até oito quilômetros de distância, um precioso limo escuro, retirando delas a ferrugem que dá cor as águas da lagoa Guanandy, há também um estudo sobre as grandes quantidades de raízes das árvores de Guanandy e figueira que podem liberar suas tintas e misturar as águas, fatos estes, que fazem da lagoa uma excelente fonte de riqueza para o ser humano, além da beleza que nos proporciona ao visitá-la e banhar em suas deliciosas e escurecidas águas, uma fonte de saúde escondida bem ali às margens da rodovia entre Marataízes e Itaoca-ES.
    Anos após essa invasão aconteceu também por aqui a invasão dos franceses, motivo este, que a ilha habitada primeiramente pelos índios, hoje é batizada por Ilha dos Franceses. Consta-se também que os portugueses dominaram esta invasão, não existindo notícias se há franceses nesta região. Os casarões em meio às matas, que serviam de vigílias, as munições, armamentos, tudo foi útil para combates os invasores franceses e até a enorme igreja de Nossa Senhora da Penha que, se existisse ,contaria aos seus fiéis toda batalha humana que seus anjos testemunharam ao longo dos anos pelas matas dos Gomes.
  Existe na ilha dos franceses além de água potável, uma gruta conhecida
como “gruta do beco”, onde reza uma lenda que existe ali grande quantidade de ouro e moedas, escondidas pelos franceses.   Certa vez, ainda não muito distante, um pescador pelo nome de Samuel aventurou-se pelas profundezas desta gruta na tentativa de enriquecer-se com o ouro e as moedas, mas sofreu uma embolia pulmonar vindo a óbito logo após sair com ajuda de pescadores da gruta da Ilha dos Franceses.   Dizem as lendas que ninguém até os dias de hoje conseguiu alcançar a tão famosa sala de tesouros escondidos. Será que ainda tem pessoas que se habilitem a tal proeza? Porém a Ilha dos Franceses é um belo cenário para os turistas que tem o privilégio de visitá-la em seus passeios nas escunas de Itaoca e Itaipava-ES em épocas do verão capixaba. Também na “ Gruta do Beco” foi encontrado pelo pesquisador Augusto Ruschi, o “morcego prego”, que só existe nesta gruta da Ilha dos Franceses.

  Sua preservação é mantida pela Capitania dos Portos com a manutenção de suas luzes mecânicas do belíssimo farol, pela Marinha do Brasil. Ao entorno da Ilha dos Franceses além das escunas de passeios turísticos há uma grande quantidade de barcos de pescas, por onde os pescadores tiram daquela região  seus sustentos familiares.
   Entre esta verídica história contada pelo senhor Juarez Gomes (bisneto do primeiro Gomes) a habitar nessas regiões de vales, matas, lagos, praias cheias de mistérios e lendas, em uma realidade fantástica, há um ponto de partida e chegada, pois bem narrado em fatos verídicos, este ponto de partida é a história real dos nativos índios e os portugueses, primeiros habitantes da área em narração de forma lírica, numa guerra para conquistar o solo capixaba. O ponto de chegada é a entrada da Marinha do Brasil nas famosas terras do ‘Gomes’, que veio beneficiar as duas cidades bem mais próximas: Marataízes e Itapemirim, como outras cidades do sul capixaba e seus distritos.  Antes da marinha do Brasil adquirir de forma legal esta localização, foi uma obra primordial às pessoas, pois ali, carros eram esquecidos, tornando-se um cemitério de carros abandonados,
prostituições, ponto de drogas, abandonos de corpos assassinados, e  muitas vezes aconteciam incêndios nos carros com corpos abandonados, assassinados dentro dos veículos e jogados nas matas do “Gomes” bem ali, entre as praias e as matas com sua vegetação preservada. Este ato de vandalismo era chamado por aqui de “área de desova” de criminosos e traficantes.
 A rodovia silenciosa que a tudo observava com os olhos piedosos ante esta trágica realidade do completo abandono e desprezo das autoridades competentes, ficava na lírica lembrança do passado glorioso dos nossos índios formosos cuidando de nossas matas brasileiras. Nossa história termina no ponto de chegada: a Marinha do Brasil realizou a compra das terras do “Gomes” Empresário Romildo Coelho e do Professor Lauro Freire. (grande parte desta área já é parte integrante da união), hoje motivo de orgulho para as duas cidades vizinhas e também para todo o nosso litoral sul capixaba. Esta história como todas as histórias sempre tem um final feliz, o povoado do distrito do Gomes é um povo bonito, feliz, realizado como em todas as histórias. Os Gomes descendentes e herdeiros das terras doaram grande quantidade de terrenos ao poder público para construção de escolas, igrejas, quadras esportivas e etc.
    É hoje apesar da devassidão cruel do homem, ainda resta beleza nas matas nativas do Gomes. Existem bichos de várias espécies, inclusive macacos de diferentes raças, aves silvestres e exóticas. Por entre as trilhas e estradas que dão acesso a outros distritos, consequências de mãos de obra dos índios botocudos e escravos que viviam nas matas e em nossas praias, podemos caminhar e desfrutar das riquezas ambientais que só existem nas matas nativas do Gomes.
  Quando os carros blindados da Marinha do Brasil passam em suas rotinas de treinamentos, podem seus tripulantes avistar as pedras “o Frade e a Freira”, um dos pontos turísticos mais almejados em nossa região. Hoje a guerra é apenas uma simulação que os Fuzileiros Navais travam em suas missões de treinamentos por entre as trilhas das matas, nos distritos, principalmente entre as trilhas deixadas pelos índios e portugueses e no distrito tão exuberante com sua história digna de respeito como o do “Gomes”. As árvores, plantas exóticas, resistiram ao tempo e permanecem assopradas pelos ventos praianos vindos da Ilha dos Franceses em confronto com as águas do Rio Itapemirim e as da Lagoa Guanandy. O vento envereda-se pelas matas e rios como quem canta as canções dos índios e como multiplicador das matas levando junto aos pássaros em revoadas, as virtuosas sementes que fincam no chão varonil capixaba. E brota, e recomeça uma velha historia de beleza e esperanças. Variedades de macacos veem aos galpões e cerrados bucólicos ao entorno dos prédios da Marinha do Brasil, saborear as suculentas bananas e outras espécies de frutas, que os soldados buscam na natureza exótica e selvagem, composição deste cenário inatingível aos olhos de Deus. Do início do Bairro Pontal ao entorno das matas dos Gomes, podemos vislumbrar beleza e audácia da criação Divina que a humanidade posterior deverá preservar para que as raízes culturais permaneçam ao longo dos anos na exuberância da beleza pintada pelo artista anônimo que em caminhadas silenciosas revive as mais trágicas lutas sanguinárias de um passado não glorioso que ainda nos permite alcançar da tragédia, uma colônia exuberante de pescadores, das mulheres tecedoras de sonhos e de redes, dos homens, ainda que cruéis, tecem no olhar artístico  uma vastidão de plantas que compõe o cenário do litoral sul capixaba. Tecem e pescam na eminência de um futuro que ainda em sonho seja glorioso.
Oxalá renasça homens de boa vontade que jaz sobreviver à terra prometida. Adentramos as matas nativas e suas restingas, vislumbramos esta terra prometida e nos permitimos na sensibilidade, ouvir no silêncio do vento açoitado, o clamor dos índios em suas batalhas pela sobrevivência do solo e matas que os criaram na essência de mãos divinas, ouviremos então as lamentações das duras penas de nossas impróprias inconsciências. A Lagoa Guanandy, o Rio Itapemirim, a Ilha dos Franceses, matas e restingas pedem socorro e clemência na vã desobediência do homem. Oxalá pagam as nossas duras penalidades no confronto de nós mesmos com as abstinências e a imoralidade da degradação do ambiente que nos fora emprestado às duras chibatadas e mortes pelos Deuses e Índios, (brasileiros).
Aqui estamos, reunidos em nome da sobrevivência humana, assaltando os nossos conceitos éticos-morais e as nossas matas virgens... O velho e escasso Iambú ainda pia solitário pelas matas, há quem diga que em algumas noites escuras ,quando vimos do lado de Itaoca,ao passarmos pela Rodovia, avistamos ao curto percurso, uma sombra de mulher com seu vestido branco impecável, atravessando vagarosamente a rodovia, sempre no mesmo trecho, com o mesmo desfilar vagaroso em um único percurso, dizem ser assombração. Ou quem sabe a nossa própria vã inconsciência oprimida pelo antepassado. Miragem de uma índia saudosa ou reflexão de um familiar dos velhos Gomes?Caso ou causo é que o fato é verídico contado por alguns moradores ou viajantes que passam em noites escuras na travessia da Rodovia do litoral sul.
 Esta história real, acreditamos que para um final completamente ordenado e feliz, pediríamos à Marinha do Brasil, acrescentar na entrada de Apoio Administrativo de Itaoca-ES, entre as matas nativas, com letras bem grandes, um outdoor: ADSUMUS!
 
Adsumus-termo em latim usado pelos Fuzileiros Navais (Aqui estamos);
Fatos narrados á autora pelo Senhor Juarez Tavares Gomes em 2010;
 Trecho extraído do livro “Fuzileiros Navais suas Missões em Marataízes” de autoria de Bárbara Pérez.
 

sábado, 29 de junho de 2013

ENSINAMENTOS DA NATUREZA

UMA VISÃO SOCIAL


Andra Valadares, cantora, compositora,
escritora.

Cada vez mais, constato como nós - os seres humanos - não somos nada sem a natureza. Ela nos dá o alimento, o equilíbrio do planeta e supre todas as nossas necessidades. Enfim, nos dá a vida. Além de todas essas dádivas vitais,
Andra Valadares
observando a natureza, podemos nos inspirar, produzir arte e tirar grandes ensinamentos filosóficos. Assim surgiu a ideia de escrever esse texto.

Imagine uma semente germinando... Qual é a primeira coisa que aparece? A raiz. Depois vem um broto, o início do tronco em busca da luz do sol e apenas após esse pequenino tronco conseguir atravessar a camada de terra na qual a semente está acolhida, é que surgem as primeiras folhas

Após essa jornada a pequena planta vai crescendo e somente depois de algum tempo podemos reconhecer o que ela é, qual é sua espécie, então ela se desenvolverá... Se for uma árvore, seu tronco irá engrossar e ela criará galhos, ramos e folhas. Quanto maior a árvore, mais consistentes deverão ser o tronco e os galhos, para que estejam aptos a sustentar os ramos, as folhas e, finalmente, depois da floração, os frutos.

Deste exemplo também podemos tirar os seguintes conceitos: as florações e os frutos são sazonais, ou seja, apesar de sua importância, eles nem sempre ocorrem. Nem por isso a árvore deixará de ser uma árvore.

Prosseguindo na mesma linha de raciocínio, as folhas são necessárias para a respiração e a fotossíntese. Contudo, para a árvore elas são importantes mas não vitais. A árvore pode ser podada, perder quase todas as suas folhas e mesmo assim continuará viva! Algumas ficam completamente nuas durante o inverno... Como elas respiram? Não sei explicar, não sou especialista em botânica, mas o importante nisso tudo é que, mesmo sem folhas elas sobrevivem e na primeira oportunidade geram novas folhas.

Pois bem, isso é o que enxergamos "de fora", pois vivemos sobre o solo e não abaixo dele. Mas aí vem a grande questão: está faltando mencionar algo sobre essa árvore imaginária. Quem a alimenta? Quem a mantém de pé? Aquilo que vimos lá no início da germinação... Sim, a raiz! Como a raiz deve estar para sustentar uma árvore já adulta e em plena capacidade de se regenerar e frutificar? Certamente desenvolvida, capaz de lhe dar o sustento e o equilíbrio, caso contrário, a árvore ressecará e não permanecerá de pé. Portanto, a raiz é a primeira coisa que evolui em uma árvore e não pode deixar de se expandir e se aprofundar, caso contrário, ou a planta morre, ou não cresce, e se ela crescer não resistirá à primeira lufada de vento...

Agora, sucintamente, tomando como base tudo o que foi dito antes, olhemos o ser humano dentro da sociedade, utilizando como parâmetro que esta sociedade em que ele está inserido é a árvore. Concluímos que o ser humano (o povo) é a semente. Essa semente ao evoluir cria usos e costumes, formas de comunicação (escrita e falada), arte, etc., ou seja: sua CULTURA (RAIZ). O conjunto de ensinamentos culturais torna-se a EDUCAÇÃO, sua base (TRONCO). Depois de culturalmente evoluído e com uma educação consistente, esse povo passa a ter consciência de sua função na sociedade e conquista a CIDADANIA (GALHOS e FOLHAS). Apenas na sociedade constituída com cidadania plena pode haver uma floração que gere o FRUTO da DEMOCRACIA.

Em suma, da natureza podemos extrair o seguinte ensinamento:

Sem cidadania não há democracia;

sem educação não há cidadania;

sem CULTURA não há educação.

Eis a lógica social natural!

A inclusão cultural é vital para a construção de uma sociedade evoluída e para a manutenção da democracia.

Pense nisso!



sexta-feira, 28 de junho de 2013

O QUE PENSO SOBRE ADOÇÃO DE MAIOR

Adoção de maior


por Marlusse Pestana Daher

Adotar é aceitar alguém como filho (a). São os filhos do coração, tão amados quanto o são os biológicos, passam a ter os mesmos direitos que decorrem dessa condição.



Em geral, quando se fala em adoção acorre à lembrança que o adotado seja uma criança, além de, como dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente, tenha 16 anos1 a menos que o adotante.



Com a evolução do direito e sua nova concepção de acesso à justiça, que não significa só ao poder judiciário, mas a todos os direitos, toma ênfase adoção de maior, prevalecendo a idéia de que as razões pessoais que uma pessoa possa ter, mesmo que não façam parte do direito posto, podem ser contempladas, e se agiganta o valor do preceito, art. 5o da Lei de Introdução ao Código Civil: Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.



As causas que podem originar o pleito de uma adoção de maior, bem parece se possam traduzir no fato de uma criança ter sido criada por outrem que em si fez brotar todos os sentimentos devidos ao pai biológico. Entre os mais prováveis, (podem ser inumeráveis) aquela mãe que se separou e se uniu a outra pessoa a qual aceitou tal criança como se seu filho fosse, dispensando carinho, cuidados, além de prestar-lhe toda assistência material á vida. Só não ocorreu adoção, porque o pai biológico vivo, apesar de ausente, não consentia. Milita em favor de tal pai o que dispõe o CCB:



Art. 1.630. Os filhos estão sujeitos ao poder familiar, enquanto menores. E o ECRIAD: Art. 45. A adoção depende do consentimento dos pais ou do representante legal do adotando.



Certo que daria para discutir a que nem sempre as pessoas se dispõem.



Mas os filhos crescem e se tornam donos de suas vontades, portanto podem dar o consentimento que antes faltava, e mediante ele pode ser formalizado o pedido. Esse consentimento restrito pela primeira parte do Art. 1.621 do CCB, perde força na segunda. A adoção depende de consentimento dos pais ou dos representantes legais, de quem se deseja adotar, e da concordância deste, se contar mais de doze anos. (g/n). Os dispositivos que regem esse instituto, consignados no Estatuto da Criança e do Adolescente, dizem respeito às crianças e adolescentes dos quais trata, as que se encontram em situação de risco, daí que adoção de maior será proposta no Juízo de família, não no Juizado da Infância e da Juventude.

Na maioria dos casos dispensam-se maiores indagações, bastando uma petição inicial formada de detalhes essenciais, como se exemplifica:

Exmº Sr. Juiz de Direito da ___ª Vara de Família da Comarca da Capital do Estado do Espírito Santo

Nome, qualificação, endereço do adotante; nome, qualificação, endereço do(a) adotando(a) (ambos na forma do art. do CPC), representados pelo advogado infra firmado, qualificado na procuração anexa, (doc. 01) da qual consta endereço para receber intimações, vêm à presença de V. Exª propor adoção da parte do primeiro requerente pelo(a) segundo(a), em face de nome do pai (ou da mãe, pode ser)2, qualificação, endereço, i mediante as razões que em seguida passa a expor:

O(A) segundo(a) requerente contava com a idade de 10 anos, quando o primeiro passou a conviver com sua genitora formando para todos os efeitos legais uma família.

Apesar de o segundo R. ter pai vivo, nunca contou com sua presença naqueles momentos que se constituem especiais na vida de uma criança, festa dos pais na escola, primeira comunhão, provimento de necessidades básicas e todas as necessárias mediante recursos financeiros. Ao contrário, em absolutamente tudo, fez-se presente o primeiro requerente compenetrado de tal função, com todo afeto que a convivência se encarregou de criar entre os dois e o amor solidificou.

A pretensão ora esposada tem precedentes em ambas as vontades, tanto quanto obstáculo por parte do pai biológico. Finda-se agora com a maioridade comprovada mediante certidão de nascimento, (doc 2).

A adotanda manifesta seu consentimento que se traduz em muito mais, no que hoje o adotante representa na sua vida, pelo que já fez e testemunhou, pela certeza de que com essa providência, apenas torna-se de direito uma situação real de fato.

(Outros argumentos podem ser acrescentados).

Mediante homologação de uma sentença alemã, o STF decidiu:

Quanto à adoção de maiores de idade, o Tribunal tem entendido que não é necessária a aprovação dos pais biológicos. Ao julgar uma contestação em sentença estrangeira originária de Munique, Alemanha, a Corte Especial citou artigos do Código Civil Brasileiro (CCB) e do ECA que afirmam ser desnecessário o consentimento nos casos em que os pais tenham sido destituídos do poder familiar.

No caso, a Vara de Tutela do Juízo Cível de Munique pediu a homologação da sentença que reconheceu a adoção de duas brasileiras por um cidadão alemão. Ambas são filhas biológicas da atual esposa do alemão, que concordou com a adoção. O pai biológico das adotadas foi citado para participar do processo. Como não o fez, foi nomeado um curador para apresentar a resposta.

Em seu voto, o relator, ministro Teori Albino Zavascki, destacou que os artigos 1.749, 1.767 e 1.768 do Código Civil alemão dispensariam a autorização e que tal orientação é semelhante à do nosso ordenamento, como indicam os artigos 1.621, 1.630 e 1.635 do CCB e o artigo 45 do ECA.3

Tendo a Corte Maior do país se pronunciado, de certo modo, por antecipação aprova o que ora se pede.

Isto posto, na forma dos dispositivos citados ao longo dessa, propõem a presente ação requerendo:

1. citação do Requerido para se manifestar, contestando como entender, sob pena de serem desde já considerados verdadeiros os fatos como articulados;

2. vista ao Representante do Ministério Público para seu parecer;

3. oitiva das testemunhas abaixo arroladas, caso V. Exª entenda necessário.

Rol de testemunhas com nome e endereço para serem intimadas, (ou declaração de que vão comparecer independe de mandado).

Protesta por todo gênero de provas em direito permitidas, em caso de oposição, pelo depoimento pessoal do Requerido.

Finalmente, que seja deferida a adoção, expedindo-se mandado para o procedimento de cancelamento do registro de nascimento precedente e lavratura de um novo, do qual conste que o adotante é pai do adotando, substituído como avós paternos os pais deste. Avô paterno, (nome e qualificação); avó paterna: (idem).

Dá a causa o valor de R$ (.... ).

N. termos

P. deferimento

Lugar e data.

Assinaturas (do adotante e do adotado)

Assinatura do advogado.

Esclarece-se que a assinatura conjunta é uma forma de vitalizar o pedido, mas dispensável, uma vez que a capacidade postulatória é do advogado.

Entre as grandes razões de um pedido do gênero se encontra um justo reconhecimento a quem teve generosidade suficiente para se tornar pai de um filho de outrem, comportando-se da mesma forma. Tudo fica mais simples se “o pai for ignorado”. No caso de estar em lugar incerto e não sabido, pode-se ter que desvencilhar de um Curador nomeado.

É certo que cada caso se revestirá de particularidades muito próprias pelo que deve ser examinado à luz da justiça em toda extensão do termo. Não se deve constituir em castigo para aquele cuja ausência não reside por inteiro no fator culpa ou deliberada vontade.

Ainda que, em se tratando de adotando(a) maior, milite a pressuposição de que suas razões sejam reais. Aqui reside a indispensabilidade de que o pai biológico (se conhecido) seja chamado ao processo para sua manifestação como entender.

Sem dúvida nenhuma, está-se diante de mais uma possibilidade de o direito servir aos seus destinatários de forma humana e correspondente a tantas expectativas. Pode-se estar diante de tempos em que um tipo novo de processo requer a especialidade de uma Vara e não é demais, nem favor nenhum se faz, se for gratuito, logo, sem a famigerada taxa judiciária, sem custas.

Marlusse Pestana Daher

Promotora de Justiça

Em seu voto, o relator, ministro Teori Albino Zavascki, destacou que os artigos 1.749, 1.767 e 1.768do Código Civil alemão dispensariam a autorização e que tal orientação é semelhante à do nosso ordenamento, como indicam os artigos 1.621, 1.630 e 1.635 do CCB e o artigo 45 do ECA.

Adoção de maior de idade não precisa do aval dos pais biológicos

Adoção de maiores de idade não necessita da aprovação dos pais biológicos. Esse foi o entendimento adotado pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) na contestação de uma sentença estrangeira originária de Munique, Alemanha. A decisão acompanhou por unanimidade o entendimento do relator do processo, ministro Teori Albino Zavascki.

A Vara de Tutela do Juízo Cível de Munique pediu a homologação da sentença que reconheceu a adoção das brasileiras M.S.B. e M.I.S.B. pelo alemão K.M.N. Ambas são filhas biológicas da atual esposa do requerente alemão, que concordou com a adoção. O pai biológico das adotadas, J.M.B.B.O., foi citado para participar do processo. Como não o fez, foi nomeado um curador especial para apresentar a resposta.

O curador contestou a adoção alegando que não havia comprovação da citação do pai biológico, afrontando o artigo 217, inciso II, do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal (STF), que exige a citação no processo como essencial para homologar a sentença. Além disso, a sentença não teria assinatura do juiz competente na Alemanha e, para se alterar o registro de nascimento, seria exigido fazer um pedido de averbação. Na resposta, alegou-se que as adotadas são maiores de idade, o que dispensa a autorização dos pais biológicos tanto pelas leis alemãs quanto pelas brasileiras. Por envolver maior de idade, a decisão foi feita diretamente no cartório de Munique, tendo sido assinada pela autoridade responsável. Por fim, concordou com a mudança do pedido para incluir a averbação.

O Ministério Público Federal considerou que seria desnecessária a assinatura do juiz, mas que seria precisa a aprovação do pai biológico, como exigido na lei. Apontou que a lei da Alemanha (artigo 1.749 do Código Civil Alemão) exige também a autorização dos pais biológicos para a adoção.

No seu voto, o ministro Teori Zavascki considerou duas questões: a falta de assinatura do juiz e a citação do pai biológico na adoção feita na Alemanha. Para o ministro, a ausência de assinatura não seria empecilho para a adoção, já que esta veio chancelada pelo consulado brasileiro e foi assinada por autoridade alemã competente, tendo, inclusive, o carimbo do juízo de Munique.

Quanto à questão da autorização do pai, o magistrado também considerou não haver empecilho. Já que M.S.B. e M.I.S.B. são maiores de idade, os artigos 1.749, 1.767 e 1.768 do Código Civil alemão dispensariam a autorização. “Tal orientação, aliás, é semelhante à do nosso próprio ordenamento, como indicam os artigos 1.621, 1.630 e 1.635 do Código Civil Brasileiro (CCB) e o artigo 45 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA)”, destacou o ministro. O artigo 1.621 do CCB determina que, sem o poder familiar, o consentimento dos pais se torna desnecessário para a adoção. Já o artigo 1.635 define que o poder familiar é extinto com a maioridade. Já segundo o artigo do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o consentimento é dispensado caso os pais tenham sido destituídos do poder familiar.

NOTAS E REFERÊNCIAS

1 ECRIAD: § 3º, art. 42 O adotante há de ser, pelo menos, dezesseis anos mais velho do que o adotando.

2 CPC: Art. 282. A petição inicial indicará: I - o juiz ou tribunal, a que é dirigida; II - os nomes, prenomes, estado civil, profissão, domicílio e residência do autor e do réu;III - o fato e os fundamentos jurídicos do pedido;IV - o pedido, com as suas especificações; V - o valor da causa; VI - as provas com que o autor pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados; VII - o requerimento para a citação do réu.



E O POVO, Ó!

OS DEZ MENOS E OS DEZ MAIS
"E o povo ó!!

A culpa é de todos nós, pois elegemos os políticos que aí estão.

1) Os dez países mais e os dez menos!


Os 10 países onde MENOS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011.

1. Maldivas: 0 horas

2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas

3. Bahrein: 36 horas

4. Qatar: 36 horas

5. Bahamas: 58 horas

6. Luxemburgo: 59 horas

7. Omã: 62 horas

8. Suíça: 63 horas

9. Irlanda: 76 horas

10. Seicheles: 76 horas

Os 10 países onde MAIS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011:

1. Brasil: 2.600 horas (é mais que o dobro do 2º colocado! )

2. Bolívia: 1.080 horas

3. Vietnã: 941 horas

4. Nigéria: 938 horas

5. Venezuela: 864 horas

6. Bielorrússia: 798 horas

7. Chade: 732 horas

8. Mauritânia: 696 horas

9. Senegal: 666 horas

10.Ucrânia: 657 horas

Fonte: Banco Mundial (Doing Business 2011)

"O Brasil tem a maior carga tributária do mundo para pagar a maior corrupção do mundo"



2) - VAMOS REPASSAR..........Percentual de Tributos sobre o " Preço Final "!PRODUTO % Tributos/preço final

Passagens aéreas 8,65%

Transporte Aéreo de Cargas 8,65%

Transporte Rod. Interestadual Passageiros 16,65%

Transporte Rod. Interestadual Cargas 21,65%

Transp. Urbano Passag. - Metropolitano 22,98%

Vassoura 26,25%

CONTA DE ÁGUA 29,83%

Mesa de Madeira 30,57%

Cadeira de Madeira 30,57%

Armário de Madeira 30,57%

Cama de Madeira 30,57%

Sofá de Madeira/plástico 34,50%

Bicicleta 34,50%

Tapete 34,50%

MEDICAMENTOS 36%

Motocicleta de até 125 44,40%

CONTA DE LUZ 45,81%

CONTA DE TELEFONE 47,87%

Motocicleta acima de 125 cc49,78%

Gasolina 57,03%

Cigarro 81,68%

PRODUTOS ALIMENTÍCIOS BÁSICOS

Carne bovina18,63%

Frango17,91%

Peixe 18,02%

Sal 29,48%

Trigo 34,47%

Arroz 18,00%

Óleo de soja 37,18%

Farinha34,47%

Feijão 18,00%

Açúcar 40,40 %

Leite 33,63%

Café 36,52%

Macarrão 35,20%

Margarina 37,18%

Molho de tomate 36,66%

Ervilha 35,86%

Milho Verde 37,37%

Biscoito 38,50 %

Chocolate 32,00%

Achocolatado 37,84%

Ovos 21,79%

Frutas 22,98%

Álcool 43,28%

Detergente 40,50%

Saponáceo 40,50%

Sabão em barra 40,50%

Sabão em pó 42,27%

Desinfetante 37,84%

Água sanitária 37,84%

Esponja de aço44,35%

PRODUTOS BÁSICOS DE HIGIENE

Sabonete 42%

Xampu 52,35%

Condicionador 47,01%

Desodorante 47,25%

Aparelho de barbear 41,98%

Papel Higiênico 40,50%

Pasta de Dente 42,00%

MATERIAL ESCOLAR

Caneta 48,69%

Lápis 36,19%

Borracha 44,39%

Estojo 41,53%

Pastas plásticas 41,17%

Agenda 44,39%

Papel sulfite 38,97%

Livros 13,18%

Papel38,97%

Agenda 44,39%

Mochilas 40,82%

Régua 45,85%

Pincel36,90%

Tinta plástica 37,42%

BEBIDAS

Refresco em pó 38,32%

Suco 37,84%

Água 45,11%

Cerveja 56,00%

Cachaça 83,07%

Refrigerante 47,00%

CD 47,25%

DVD 51,59%

Brinquedos 41,98%

LOUÇAS

Pratos 44,76%

Copos 45,60%

Garrafa térmica 43,16%

Talheres 42,70%

Panelas 44,47%

PRODUTOS DE CAMA, MESA E BANHO

Toalhas - (mesa e banho) 36,33%

Lençol 37,51%

Travesseiro 36,00%

Cobertor 37,42%

Automóvel 43,63%

ELETRODOMÉSTICOS

Sapatos 37,37%

Roupas 37,84%

Aparelho de som 8,00%

Computador 38,00%

Fogão 39,50%

Telefone Celular41,00%

Ventilador 43,16%

Liquidificador 43,64%

Batedeira 43,64%

Ferro de Passar 44,35%

Refrigerador 47,06%

Microondas 56,99%

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Fertilizantes 27,07%

Tijolo 34,23%

Telha 34,47%

Móveis (estantes, cama, armários) 37,56%

Vaso sanitário 44,11%

Tinta 45,77%

Casa popular 49,02%

Mensalidade Escolar 37,68% (ISS DE 5%)

ALÉM DESTES IMPOSTOS, VC PAGA DE 15% A 27,5% DO SEU SALÁRIO A TÍTULO DE IMPOSTO DE RENDA, PAGA O SEU PLANO DE SAÚDE, O COLÉGIO DOS SEUS FILHOS, IPVA, IPTU, INSS, FGTS, ETC.

Isso está aí há muitos anos e ninguém faz nada para mudar!!! Até quando vamos aceitar essa roubalheira? Até quando vamos trabalhar para sustentar essa corja de corruptos?

DIVULGUE!!!A mudança do Brasil também depende de nossa consciência política.

AMAMOS

EU AMO


Eu amo a vida

A sorte da vida

O prazer da vida

O lutar pela vida
O criar a vida

O nascer para a vida

O morrer pela vida

A vitória da vida

O mistério da vida

O milagre da vida

O crescer na vida

Estar solta na vida

Encantar pela vida

Viver a vida

Amém!



TU AMAS



Tua amas a incerteza de estar aqui

A inércia da preguiça

O bem querer

O estar sempre alerta

Com o coração escancarado

Para ser feliz sempre

Do achado, do acanhado

Do esperado, do felizardo.

Do estado de graça

Da felicidade

De achar-se belo, grande,

Popularizado,

Amado por Deus

E pelos homens de boa vontade.



A estes poemas de Elza Lima, sucedem o Ele, Nós, Vós e Eles, nas primeiras páginas do seu livro AMOR EM TODOS OS TEMPOS, de poesias.

Excelentes versos de uma poetisa que afirma: é essencial para mim que este livro traga esperança em dias melhores, que minhas palavras cheguem aos corações daqueles que amam a vida, o próximo, os pais, os filhos e o amor, só assim terei justificado o ato de publicá-lo.

Elza vive em São Mateus e é professora de inglês.











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quinta-feira, 27 de junho de 2013

ENCONTRO POÉTICO NO PROJETO ARAÇÁ


ENTRE  POESIA NO ARAÇÁ

HOMENAGENS E OUTORGA DE MEDALHAS


Poesia e canto
 Neste 26 de junho de 2013, o Projeto Araçá – que educa pela cidadania e pela arte, - realizou seu 1º Encontro Poético. Além dos próprios alunos, participaram um grupo de seminaristas e alunos da Escola "Marita Motta Santos".
Seminaristas cantam Fernando Pessoa

É encantador ver o interesse desses alunos que memorizam versos e os recitam com tanto entusiasmo.

Segundo a Profª Lindamar Alves de Deus, já ouviu depoimento de aluno que se sentiu transformar mediante poesias. E vê-se que o entusiasmo é sempre grande e expressivo.

A Academia Mateense de Letras esteve presente, com participação de alguns acadêmicos que também declamaram versos. Foi o caso de Eliane Queiroz Auer, Jonas Bonomo, Luiz Costa e Marlusse Pestana Daher.


Professoras homenageadas

Na mesma oportunidade, a AMALETRAS premiou os dois vencedores do Concurso de Poesias, MÃE PRESENTE DE DEUS. Em primeiro lugar, Rita de Cássia Dellabianca, que compareceu com expressivo número de familiares e em segundo lugar, Juhan Wolfgang. A primeira recebeu o relógio prometido e ambos a Medalha “Cora Coralina”.

Houve condecoração com a Medalha “Rubem Braga”. Em favor das duas fundadoras do “Projeto Araçá”: MarilenaD. F. de Jesus e Maria da Penha Rocha e da Profª que criou o “Projeto Poesia”, Lindamar Alves de Deus.

Pela sua participação na Comissão selecionadora das poesias, recebeu a Medalha “Rubem Braga”, a Profª Deise Soares, da “Escola Conhecer”, pelas mãos de sua aluna, Alice Auer. A avaliação da professora
Alice entrega a Medalha à Profª Deise













considerada de muita sensibilidade agradou pelo que disse e pela apresentação. Verdadeiramente, uma outra poesia.

O Acadêmico Jonas Bonomo foi outro ganhador da mesma medalha, pela sua participação ativa na vida acadêmica, por compor a Comissão que selecionou o melhor artigo no concursode março, com o tema “O papel da mulher na tomada de decisões”.

O grande homenageado da tarde foi o Dr. Audálio de Aguiar Bastos Filho, ele foi reconhecido como Sócio Benemérito da AMALETRAS, previsão no art. 16 do estatuto social. Além de uma faixa condecorativa, ele recebeu a Medalha “Rubem Braga”. A Academia lhe deve seu registro gratuito como pessoa jurídica.


Dr. Audálio, o Tato na intimidade, começou a trabalhar aos dez anos de idade, no cartório do qual foi titular seu avô, um mateense que honrou sua vida e viveu seu tempo, de nome Arnaldo Bastos, depois, seu pai, quando era visto carregando uma pasta. O que teria dentro da referida? Deixa-se que o leitor fique a imaginar: um carrinho? É um homem que atravessa com o trabalho seus dias. Terminada a cerimônia, Marlusse lhe disse, agora, pode ir assistir o restante do jogo. Respondeu, não, tenho ainda que ir trabalhar. No dizer da tia Regina (mas reconhecido por todos): honra pai e mãe!
Luiz Costa em louvor à Natureza