segunda-feira, 18 de maio de 2015

MULHER DE CEM ANOS

"MULHER DE CEM ANOS"
Maria Lucia Zunti sua mãe. 

O olhar é apenas vago,
mas não é triste, só parece
porque nessa época 
só enxergava sombras,
mas olhe a foto de novo
há um quê de sorriso nos lábios
e, se olhar bem, pode ver
na face pela vida curtida
generosidade
serenidade
compreensão, alegria de viver
suas quatro mais expressivas virtudes.
Mulher, mãe, avó, bisavó!
A noite cobriu agora este olhar
e este nobre rosto
mas sua luz haverá de brilhar
e essa chama não vai se apagar
enquanto sua descendência durar.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

APARIÇÃO DE FÁTIMA





A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos. 

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco. 

A Senhora disse aos três pastorzinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição se deu no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém. 

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Anos depois sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.


sexta-feira, 1 de maio de 2015

O LIVRO DE MAGDALENA PISA


        O livro “Maria Magdalena Pisa – do prazer e aprender à paixão de ensinar”, de autoria de Professora e Acadêmica da AFESL, Maria do Carmo Marino Schneider, é fruto de pesquisa histórica e documental sobre essa  eminente educadora que trabalhou até o fim de seus dias, merecendo ser apontada às gerações de mestras como um capítulo de seriedade e de grandeza na história do magistério no Espírito Santo.

      A obra resgata sua trajetória no magistério desde 1922 até os seus últimos dias, quando lecionou na “Escola Normal Pedro”, no “Instituto de Educação Professor Fernando Duarte Rabelo e no “Colégio São Vicente de Paula”.

      Em 1934, o Interventor João Punaro Bley inaugura o “Grupo Escolar Padre Anchieta”, nomeando-a sua primeira diretora, função que exerceu durante 14 anos, com extremado zelo e dedicação, tornando-a uma escola modelo no Espírito Santo, formado uma geração de jovens que hoje são homens e mulheres que se destacam nas áreas políticas, educacionais e sociais do nosso Estado.

      Na década de 50, no governo do Dr. Jones dos Santos Neves, exerceu o cargo de Secretária de Estado da Educação, período em que lutou pela valorização do magistério, pleiteando melhores condições de trabalho e uma remuneração mais justa aos professores e aos docentes de emergência.

      Exerceu vários cargos na Secretaria de Educação, vencendo à custa de decisão e esforço próprios, aceitando o desafio do destino e enfrentando um mundo hostil que não dava à mulher uma posição de destaque no comando de posições políticas e técnicas à época.

      Acreditava no poder da educação de transformar o homem embrutecido por sua natureza animal no homem humanizado, sensível, com uma natureza espiritual que o aproxima do divino.


                                      Maria do Carmo Marino Schneider

quinta-feira, 30 de abril de 2015

CAPA DO FRAUTA AGRESTE - CONCURSO

Como as fontes.


ACADEMIA MATEENSE DE LETRAS

EDITAL 01/2015

A Presidente da Academia Mateense de Letras – Amaletras – em vista das comemorações do Ano Literário 2015, “Maria Antonieta Tatagiba”, torna público que se encontram abertas até o dia 31 de maio do corrente ano, inscrições para escolha de capa da reedição do único livro publicado pela homenageada, com o título, FRAUTA AGRESTE.

Comporão também a edição: o único conto de sua autoria  e outras poesias.
Podem concorrer alunos de qualquer nível (fundamental ao superior) dos estabelecimentos de ensino em São Mateus – ES.

O vencedor(a) além de ter seu trabalho na capa do livro, receberá medalha e  cinco exemplares da obra.

Os trabalhos devem ser apresentados em folha A4 (em condições de reprodução ou para imprimir (boa resolução) e recolhidos pelo(a) Professor(a) interessada no certame que os  entregará à Correspondente amaletrista, Profª Adriana Gusmão, - Coordenação de Área e Formação contínua, Secretaria Municipal de Educação – São Mateus -ES.

São Mateus, 26 de março de 2015

Marlusse Pestana Daher                                                                   Presidente


quinta-feira, 23 de abril de 2015

CONVIVÊNCIA HUMANA

A convivência humana requer sabedoria e disponibilidade.  Sabedoria para conviver com diferenças, para aceitar a maneira de ser do outro, ter habilidade com agilidade de assimilar por exemplo, o lugar do outro e interpretar sua ação ou reação como se fosse nossa, como se fôssemos nós os protagonistas daquele seu agir.  

Disponibilidade que é mais que ir ao encontro para prestar os serviços que nos forem solicitados, prevenir, prever, saber qual é a necessidade que o outro tem para que ao nos dispormos a tal serviço, já levemos a solução do que for sua angústia ou esperança.

Esses são sentimentos que sempre predominaram no espírito de Maria e tão bem manifestados naquelas bodas em Caná da Galiléia, quando, sem que ninguém lhe tivesse pedido nada, ela intervém junto ao Filho para que os noivos fossem poupados do vexame iminente que os rondava.

Ter tal percepção é ser capaz de saber que a medida do serviço ao próximo é um servir sem medida, é estar ao lado, é fazer com que “nosso cansaço o outro descanse”.

Maria foi capaz de tudo isso, O Deus de Maria é o Deus que reconhece a humildade de quem se sente servo e não se opõe, quando Deus intervém em sua vida, no particular de sua história.

Apressemos o passo e façamos por onde nos recompensar pelo tempo perdido e nos esquecemos que é quando desviamos o curso da nossa estrada que enveredamos por caminhos onde o Deus de Maria não está.

Do programa Cinco Minutos com Maria

domingo, 5 de abril de 2015

FEMINICÍDIO, SOLUÇÃO OU APARÊNCIA

Esse fundo branco, quando sai, não consigo tirar.
Deixo ou não publico o artigo.


Não consigo deglutir o advento de tantas leis. Como se repetem! Legisladores, quem sanciona e respectivo séquito fazem pose de quem finalmente encontrou a solução.
- Ah! mata sua mulher, sua irmã, ou mesmo sua mãe, agora. Seu crime vai ser um feminicídio, você vai pegar de 12 a 30 anos de cadeia. “Conheceu, papudo”! 
Refiro-me à tão festejada Lei 13.104/2015 que denominou feminicídio, os crimes que “resultam de violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher”: ou “os crimes contra mulher por razões da condição de sexo feminino”.
O Código Penal, nos exatos termos que dele constam foi repetido em si mesmo com o feminicídio. Entre as circunstâncias que agravam a pena, sempre teve e tem esculpido no art. 61 que o agravamento acontece no caso de a vítima ter “as seguintes condições: e) contra ascendente, descendente, irmão ou cônjuge; f) com abuso de autoridade ou prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade, ou com violência contra a mulher na forma da lei específica; (Red. da Lei 11.340/2006);    g) com abuso de poder ou violação de dever inerente a cargo, ofício, ministério ou profissão”.
A questão não é de lei, mas de omissões impunes, infindavelmente repetidas. Elas atravessam placidamente os tempos, indiferentes à ausência de políticas sérias que produzam resultados senão imediatos, no mais curto prazo. 
Em vigor, a lei vai ser aplicada a todo aquele que já é adulto que em casa é a maldade personificada em relação aos familiares, máxime em relação à mãe e às irmãs, em relação à esposa, às próprias filhas, pois, (segundo seus argumentos insanos) a elas compete estar a seus pés, servi-lo, do nascer ao pôr-do-sol, refeição na medida do seu gosto, mesmo que não tenha comprado, roupa lavada e passada e essas outras coisas mais de conhecimento geral.
São insanos, não são normais, assemelham-se antes a animais que a humanos. O que mais se desenvolveu nesse tipo foram as células do machismo. Tornaram-se tão cegos que sua visão só alcança o limite do umbigo. Nem pensar nos pequenos aprendizes de macho, os filhos.
Entretanto, pergunte-se: receberam proteção integral do Estado quando se desenvolviam?


Proferida há mais de dois mil anos, posto que atualíssima, repita-se esta máxima: “educai as crianças e não será preciso punir os homens” (Pitágoras). Acrescento Goethe: Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.
Marlusse Pestana Daher
Vitória, 2 de abril de 2015  8:20

MOMENTOS HÁ POUCO

Gabriela e Rachid em Mraflores - Lima  - Por-do-sol

Marquinhos

Mateito

Domingo em família. 

Idem

Sonia e Jim na posse dela
como amaletrista

Neusa e Valsema
Posse Amaletras 

Amaletristas 

Com Wanda Alckmin e Gilcea Rosa
Comendadoras "Cecília Mereles"

Bolo ocomemoratvo
Ano Cecília Meireles - Amaletras 

Posse Afesl de Neusa Glória
Parecia a deusa Atenas 

Em Éfeso