sexta-feira, 1 de novembro de 2013

FANATISMO, FUNDAMENTALISMO, PARANOIA

Lu Pupim 
Vitória, 1 de novembro de 2013

Marlusse amiga

aplausos para seu texto, sempre vou aplaudi-la. 

O eixo temático é algo para se discutir em todas as áreas de atuação humana. É para ser levado para um círculo maior de influências, para que seja colocado em uma espécie de catarse, ou, deixando que todos se manifestem, para que se possa prospectar a essência da atitude, a que gera todos esses comportamentos com causas religiosas, políticas e que para a psicologia  são mais amplos do que se imagina. 

Para alguns especialistas esse movimento compulsivo de crença que precisa de um líder maior, pode ser explicado em vários estudos sobre: fanatismo, fundamentalismo, paranoias, (quase delírio), e outros.

Bem, você fez sua análise nos trilhos do direito, mas as vertentes que explicariam o tema, como a sociologia, a filosofia, a psicologia e outras teriam enfoques diferenciados que nos valeriam repensar alguns juízos de valor.

Que fé é essa, que banaliza a palavra de Deus-Jesus Cristo? Qual é a base que sustenta essa proliferação de pseudo fieis e deuses que castigam, proíbem, impedem a liberdade de pensar, sentir e fazer? 

Para mim, o momento  desafia nosso entendimento, desde que tudo virou mercado, quando alguns espertalhões visionaram como nicho rentável,  uma clientela com carências intelectual-afetiva-econômicas que não aprendeu a pensar, nem sentir. 

Convive muito mal com variados preconceitos, ódio, sistema subjetivo de valores, etc. Portanto, necessita de muletas psicológicas, para não enlouquecer. Então, esse estado psicológico de fervor irracional se associa a motivações de natureza religiosa, política, aparece em outros cenários, como das torcidas de futebol e em relação a ídolos de música. Direcionam para o estudo do fanatismo e do fundamentalismo, para justificar essa paixão cega tornando as pessoas seguidoras desses, que são, no mínimo, tiranos, aproveitando-se de um sistema que condiciona as mentes a operarem em seu favor. 

Pergunto: como mudar esse chip? Qual operadora escolher? Apoio-me na crença do merecimento e nas oportunidades que temos para evoluir espiritualmente. Com toda minha fé na misericórdia do Criador, mesmo assim, vejo a humanidade construindo todos os dias, seu templo da insanidade.

Gracias pela oportunidade desse espaço para meu posicionamento pessoal. Estamos juntas na mesma linha vibratória, independente da linha de pensamento de cada uma, por força da formação.

Desculpe o meu português, espero que tenha passado meu ponto de vista sobre esse tema. 
Besitos
Lu Pupim

Querida Lu, 
seu pensamento enriquece e complementa o meu. 
Vamos à luta.
Com todo o meu querer-lhe tanto bem.
Obrigada
Marlusse 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

SOFRIMENTO E PAZ


Em seu livro “Forças da decadência”. Frei Ignácio Larragnaga fala ao mesmo tempo de sofrimento e paz.

Diz-se que o sofrimento passou a fazer parte da história humana pela incapacidade do homem e da mulher em lidar consigo, com suas fraquezas, sua impotência; em não se deter perante a dor, ou ficar curtindo-a, julgando-se incapaz de ressurgir dela.

Já teremos ouvido alguém dizer, nós mesmos talvez tenhamos dito: enquanto houver alguém sofrendo ao meu lado, não tenho direito de pensar na minha felicidade.

Frei Ignácio ensina o contrário, pois só os amados amam, só os livres libertam, mas os que sofrem fazem sofrer. Os semeadores de conflitos na família ou no trabalho são sempre espinho e fogo para os outros, porque estão em eterno conflito consigo mesmos.

Dá para entender? Significa que não temos condição de fazer alguém se libertar de quaisquer condições em que se encontre se não formos livres.  A única maneira de amar o nosso próximo se traduz em nossa auto reconciliação. Não é verdade que de verdade alguém ama mais outra pessoa do que a si mesmo. Isto não é possível e se acontece, o amor é amor errado e amor errado, claro, não dá certo.

O ideal do amor é amar o próximo como a si mesmo. A medida, portanto é o como a SI MESMO, eu mesmo, antes que o próximo.

Quando alguém não se ama de verdade e corretamente, acabará que tudo dará errado.

É certo que é um tema para muita reflexão e aqui não se esgota. Quem sabe continuemos.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

AI DE NÓS SE NÃO EVANGELIZARMOS

Francamente, o que esses falsos pastores vêm cometendo de absurdos é cada vez mais alarmante. Um vídeo postado na internet exibe uma mulher acompanhada de uma filha ao lado de um “falador” da Igreja Universal fundada pelo Bispo mais rico do Brasil ou 950.000.000 de dólares.

A mãe conta detalhadamente que a moça apresentou tudo que se caracteriza com uma gravidez, enquanto o falador pergunta e quer sempre mais detalhes do que só na cabeça deles pode ter acontecido: a moça pariu três caveiras de plástico!

Tudo para fingir que por intercessão dele foi realizado prodígio extraordinário, libertação do poder de Satanás, de realização de curas impensadas.

É deveras para nos preocuparmos e nos ocuparmos com tais coisas, assumindo de uma vez por todas, nosso papel de missionários, anunciadores das verdades do Evangelho, sem gaiatices, centralizados em Jesus, Caminho, Verdade e Vida.

Não podemos ficar calados. Em nome de Deus,  estão sendo cometidos os maiores desrespeitos às pessoas, verdadeira violação aos direitos humanos.

A liberdade religiosa precisa e deve continuar a ser respeitada, mas os exploradores, os que se valem da sede de Deus que o povo tem, para tirar proveito pessoal, para enriquecer e viver na opulência, devem ser combatidos, quem sabe penalizados, o que fazem é  pecado que brada aos céus, é crime que clama punição.
 
Como é verdade que o joio se mistura no trigo causando grandes estragos!

Que Nossa Senhora interceda por nós para que não aceitemos pura e simplesmente a exploração da fé, o mercantilismo da Palavra de Deus, a exploração dos menos esclarecidos.

Não continuemos de braços cruzados urge posicionar-nos. Ai de nós se não evangelizarmos. (1 Cor. 9.16).
 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

VIVER É UM PRIVILÉGIO


Pode-se ouvir ser dito: bom dia, é um privilégio ter despertado!

Hum... privilégio... privilégio? 

Seria realmente privilégio? A ser positiva tal resposta, os que já não despertaram nesse dia, são desprivilegiados? "Foi mal" alguma coisa em relação a eles? Ou não é o caso de se denominar de um outro modo o fato de se ter despertado?

Todavia, se pode e se deve admitir que a vida é realmente um privilégio, considerada na sua totalidade desde o fato de possui-la, tal vida, incrustados nela todos os dons dos quais vem adornada e que malgrado todos, acabam por passar despercebidos  de expressiva maioria que acaba por prescindir de poder desfrutar de tudo que a mesma vida oferece.


A vida? A vida é antes de tudo um presente de Deus e tem tempo determinado que o seu detentor desconhece. O mesmo se diga em relação à vida do seu semelhante e da parte de cada um. A vida é um chamado, implica em se dar uma resposta. Enquanto o chamado vem da parte de quem a dá, a resposta depende de quem a recebe e só por este pode ser dada.

Enquanto dura que seja intensa e proveitosa. Seja de atenções a tudo que a rodeia e do despender de todas as atenções de forma recíproca. Mesmo se vier a  faltar este último ingrediente, o da reciprocidade, que entre em ação o desprendimento, virtude que consiste em dar sem receber troca de quem recebeu. O melhor mesmo é não pretender nenhuma recompensa, que contudo acaba vindo de alguma forma. Toda retribuição acaba por vir de quem não foi o destinatário ou daquele a quem foi dado, virá de alhures, de outrem igualmente generoso, e ainda ensina que apesar de ter dado muito pouco, ainda mais é o que se recebe.

Viver é privilégio sim. Privilégio que não consiste exatamente em não ter partido daqui para algum outro sistema que um tal Paulo descreveu em carta (Coríntios 2,9-11) a uns amigos num lugar deste mundão, assim:  ‘Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam’.

Então, que se admita de novo, viver é privilégio, enquanto nos assegura oportunidade de fazer transbordar a taça do bem, do vinho que se oferece a todos (todos são todos) quantos forem encontrados, seja qual for a sede da qual padeçam ou a característica que tiver o sentir de sua carência.

Continuo pensando, provavelmente volte a divagar sobre o tema ao mesmo tempo que alguém já terá sido provocado a fazer o mesmo.

Boa vida!

Calma, minha expressão não tem tom de ironia, expressa um desejo profundo que brota do mais profundo de mim, razão porque lhe repito: boa vida!

Marlusse Pestana Daher
Vitória, 28 de outubro de 2013  09:13

                            

domingo, 27 de outubro de 2013

MAIS UMA QUINTACULT






 
 
A ACADEMIA DE LETRAS DA SERRA
 
31 DE OUTUBRO DE 2013, MAIS UMA QUINTA CULT.

A DEUSA DA JUSTIÇA

Brasília
Filha de Urano e de Gaia,1 era, portanto, uma Titânide. Gaia havia sido gerada do Caos, e Urano foi gerado de Gaia.2 Com Urano, Gaia gerou os 12 Titãs: Oceano, Céos, Crio, Hiperião, Jápeto, Teia, Reia, Têmis, Mnemosine, a coroada de ouro Febe e a amada Tétis; por fim nasceu Cronos, o mais novo e mais terrível dos seus filhos, que odiava a luxúria do seu pai.1

Quando ainda criança, foi entregue por Gaia, aos cuidados de Nyx, que acabara de gerar Nêmesis. O objetivo de Gaia, era proteger Têmis do enlouquecimento de Urano. Porém Nyx estava cansada, pois gerara incessantemente seus filhos. Então Nyx entrega sua filha Nêmesis, e a sobrinha Têmis aos cuidados de suas mais velhas filhas, as Deusas Moiras (Cloto, Laquésis e Atropo).

As Moiras criam as duas Deusas infantes, e lhes ensinam tudo sobre a ordem cósmica e natural das coisas; e a importância de zelar pelo equilíbrio. As Moiras são as Deusas do destino, tanto dos homens, quanto dos Deuses e suas decisões não podem ser transgredidas por ninguém. Desta criação, vimos a origem das semelhanças das duas lindas e poderosas Deusas criadas como irmãs: Têmis, a Deusa da justiça, e Nêmesis, a Deusa da retribuição.

Há uma versão errada, segundo a qual as Moiras eram filhas de Têmis. O que pode ter gerado tal equívoco possivelmente foi confundi-las com as Horas (ciclos presentes na natureza, estações, clima, vegetação, etc), que também agem nas energias cíclicas da natureza, assim como as Moiras (ciclos vitais da vida, nascer, crescer,etc). Têmis, na mitologia grega, é a deusa dos juramentos, mãe de Dice, deusa da justiça, a protetora dos oprimidos.

A primeira esposa de Zeus foi Métis que, depois de colocá-la em seu ventre,3 Zeus casou-se com Têmis.4 Zeus era filho de Cronos e Reia,5 irmãos de Têmis.1

Sentava-se ao lado de seu trono, pois era sua conselheira. Considerada para a mitologia a personificação da Ordem e do Direito divinos, ratificados pelo costume e pela lei.

Zeus e Têmis foram os pais das Horas, de Eunômia, Dice, Irene; numa versão considerada errônea, são a eles atribuídas também as três Moiras, Cloto, Láquesis e Átropos (consideradas normalmente como anteriores à Têmis.4 )

Oráculos

Têmis não representa a matéria em si, como sua mãe Gaia, mas uma qualidade da terra, ou seja, sua estabilidade, solidez e imobilidade. Ela é uma deusa que falava com os homens através dos oráculos. O mais famoso de todos os templos oraculares da Grécia Antiga, Delfos, pertencia originalmente a Gaia, que o passou a filha Têmis. Depois disso, ele foi de Febe e só no fim foi habitado por Apolo. Há pesquisadores que afirmam, no entanto, que Têmis é o próprio princípio oracular, de modo que, em vez de ter havido quatro estágios de ocupação do oráculo de Delfos, foram só três: Gaia-Têmis, Febe-Têmis e Apolo-Têmis. Portanto, Têmis tinha máxima ligação com a questão das previsões oraculares e, no fundo, representa a boca oracular da terra, a própria voz da Terra, ou seja, Têmis é a terra falando.

Quando o titã Prometeu foi acorrentado ao Cáucaso, Têmis profetizou que ele seria libertado. Sua profecia se concretizou quando Héracles (ou Hércules), salvou-o do seu castigo. Foi Têmis quem alertou Zeus que o filho de Métis seria uma ameça à seu pai.

Ajudou Deucalião e Pirra a formar a humanidade após o dilúvio enviado como castigo por Zeus, profetizando que ambos deveriam "jogar os ossos de sua mãe para trás das costas". Pirra ficou temerosa de cometer algum sacrilégio ao profanar os ossos de sua mãe, não captando o sentido da profecia. Deucalião, porém, entendeu tratar-se de pedras os ossos da deusa-Terra, mãe de todos os seres. Assim ele atirou pedras para trás e delas surgiram homens.

Os oráculos dados por Têmis, não profetizavam só o futuro, mas eram ainda, mandamentos das leis da natureza às quais os homens deveriam obedecer. A Deusa nos fala de uma ordem e de uma lei naturais que precedem as noções culturalmente condicionadas da organização e das regras derivadas das necessidades de uma sociedade.

Alguns pensadores crêem ser Têmis uma abstração das noções humanas de uma justiça de uma cultura específica, presumivelmente matrifocal. Uma visão arquetípica, sustentaria que Têmis não é o produto da organização social, mas o pressuposto para tanto. Sua existência psicológica precede-o e subjaz ao entendimento humano do que ela quer dizer ou ensinará. A visão arquetípica localizaria sua origem na natureza psíquica, no inconsciente coletivo, ao invés de localizá-la na cultura e na consciência coletiva. Ela não é secundária, e sim fundamental.

Entretanto, nos cultos à Têmis eram celebrados os "mistérios" ou "orgias", emprestando-lhe a visão que ela era uma Deusa genuína, e não uma simples personificação da idéia abstrata de legalidade. Têmis é a Deusa oracular da Terra, ela defende e fala em nome da Terra, do enraizamento da humanidade em uma inabalável ordem natural.

Olimpo

Um dos atributos de Têmis é sua grande beleza, além do poder de atração de sua dignidade. Sua atratividade física é confirmada pelo mito em que Zeus a persegue com seu estilo desenfreado e, finalmente, a desposa. Em outra versão após Zeus devorar Métis grávida, as Moiras levam Têmis até Zeus para se tornar a segunda esposa de Zeus, e as Moiras profetizam que Zeus precisa e tem muito a aprender com Têmis, que é tão sábia quanto Métis.

Seu mais ardente adversário no Olimpo foi Ares, o deus da guerra cujo o apetite por violência e sede de sangue não conhecia limites. Não porque Têmis fosse contra a guerra, mas agia com motivos de ordem ambiental, pois a guerra reduziria a população humana. Na qualidade de mãe das Horas (e pai Zeus), Têmis está também por trás da progressão ordenada do tempo na natureza. As Horas representavam a ordenação natural do cosmo: inverno e depois primavera, dia depois a noite, uma hora após a outra.

Sua outra filha com Zeus, Astreia, deusa virgem protetora da humanidade e que simboliza a pureza e a inocência, também era uma deusa da justiça. Conta-se que ela deixou a Terra no fim da Idade do Ouro para não presenciar as aflições e sofrimentos da humanidade durante as idades do Bronze e do Ferro. No céu ela tornou-se a constelação de Virgem. Também a balança de Têmis, que Astreia carregava foi transformada em uma constelação, Libra.

As Horas ou Estações (filhas de Zeus e Têmis) suas são: Irene (paz), Dice (justiça) e Eunômia (disciplina); estas são as Horas mais velhas e estão ligadas a legislação e ordem natural, sendo uma extensão dos atributos de Têmis. Esta última está relacionada com a representação da divindade da justiça. Têmis e Dice elucidam o lado ético do instinto, a voz miúda e calma no seio do impulso. Dice para a humanidade é a função de base institucional muito sintônica com o que chama de instinto para reflexão.

Existem mais nove Horas que são guardiãs da ordem natural, do ciclo anual de crescimento da vegetação e das estações climáticas anuais. (Talo, Carpo, Auxo, Acme, Anatole, Dice, Diceia, Eupória, Gimnásia)

Ao presidir as reuniões de cunho político do Olimpo, Têmis manifesta o teor organizacional de sua dignidade e justiça. Têmis congregava às reuniões com seriedade moral e obrigava os grandes e poderosos a ouvir, de modo consciencioso, as objeções e contribuições dos irmãos e irmãs menos proeminentes. A Deusa opunha-se à dominação de um sobre muitos e apoiava a unidade mais que a multiplicidade, a totalidade mais do que a fragmentação, a integração mais do que a repressão. Nessa atividade de contenção e vinculação, Têmis revela o princípio operado pela consciência feminina: a lei do amor.

Têmis era a deusa da consciência coletiva e da ordem social, da lei espiritual divina, paz, ajuste de divergências, justiça divina, encontros sociais, juramentos, sabedoria, profecia, ordem, nascimentos, cortes e juízes. Foi também inventora das artes.

Zeus e Têmis

Têmis foi a segunda esposa de Zeus, depois de Métis e antes de Hera. É ela que temperou o poder de Zeus com muita sabedoria e com seu profundo respeito pelas leis naturais. Sendo uma Titã, suas raízes são instintivas e pré-olímpicas e estende-se à frente, para incluir uma visão cósmica das operações finais e essenciais do universo inteiro.

Além de esposa e conselheira, Têmis é também mentora de Zeus. Em um mito ela aparece como ama de leite de Zeus bebê, ensinando-o a respeitar a justiça. No casamento de Zeus e Têmis vemos duas forças, uma solar e outra lunar, trabalharem coligadas com poucos conflitos à serem observados. Zeus era o rei todo-poderoso, absoluto, um padrão arquetípico que governa a consciência coletiva, que tanto cria como mantém uma coletividade. Mas é Têmis, que movimentando-se dentro de vários outros padrões arquetípicos, desestabiliza o absolutismo e as certezas de Zeus. Ela movimentava-se em uma direção contrária, nunca deixando de incluir o máximo possível. Têmis exercia portanto, um efeito de abrandamento.

Entretanto, o casamento do dois não foi de total doce harmonia, pois embora transitasse sabedoria entre eles, os ditames de um e do outro, sempre tinham um preço muito elevado, pois nada possui solução definitiva.

Na imagem de Zeus consultando Têmis, podemos aceitar uma boa dose de troca. Zeus é quem rege e decide, enquanto Têmis assume uma atitude mais suave e dá seu toque relativizador que procede de perspectivas mais abrangentes.

Referências

  1. Ir para: a b c Hesíodo, Teogonia, Cosmogonia, 134-138. Os filhos estão indicados na ordem que Hesíodo os cita.
  2. Ir para cima Hesíodo, Teogonia, Cosmogonia, 116-133 [em linha]
  3. Ir para cima Hesíodo, Teogonia, Os deuses olímpicos, 886-900
  4. Ir para: a b Hesíodo, Teogonia, Os deuses olímpicos, 901-906
  5. Ir para cima Hesíodo, Teogonia, Os filhos de Cronos, 453-491

 
Fnte: Wikipedia.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ENTRE COLINAS

A poetisa
e a imagem inspiradora

                                                            

O som
Vem das águas limpinhas
E os pássaros
Exibidamente livres
Lugar para esquecer a  dor
E a saudade
Manifestações inquietantes
Das minhas madrugadas.
 
Rosagil