segunda-feira, 25 de março de 2013

ANUNCIAÇÃO


Hoje é segunda-feira da semana santa e sendo 25 de março é o dia em que o anjo Gabriel foi mandado anunciar a Maria que ia ser mãe de Jesus, é o dia da anunciação.

Foi dado ao mundo saber que a salvação esperada chegava fazendo com que acabasse o jugo do pecado, isto é, mediante o mistério constituído pela certeza de que uma Virgem conceberia do Espírito Santo.

Nossa reflexão tem que se concentrar em Maria.   Ela é a grande estrela desse dia. O plano de Deus já existia desde toda a eternidade, para Maria, no entanto, foi verdadeira surpresa. Grandes mulheres eram consideradas como prováveis escolhidas por Deus para mãe de seu Filho. Contrariando toda expectativa, a escolha de Deus recai sobre quem sequer imaginava que seria escolhida.

Claro que Maria vivia uma vida singular, ela conhecia as escrituras, provou isto no canto do Magnicat, mas era suficientemente humilde para não cogitar ou supor que seria a grande escolhida, aquela que pisaria a cabeça da serpente, rechaçando a prepotência de Satanás.

Não obstante o que estamos comemorando nessa semana, quando se trata de Nossa Senhora, podemos fazer uma pausa e pensar nela com a veneração que a importância de ser mãe de Deus lhe dá. E principalmente, se quaresma é tempo de conversão, se conversão é voltar-se para Deus e fazer Dele nosso tudo, em companhia de Nossa Senhora, seguindo seu exemplo, ou agindo como ela agiu, em síntese, imitando seu exemplo, faremos tudo que nesta semana que é santa requer e obteremos a verdadeira conversão. 

domingo, 24 de março de 2013

DOMINGO DE RAMOS

Homilia do Papa na missa deste Domingo de Ramos, início da Semana Santa

sexta-feira, 22 de março de 2013

LISTA DE NUNCA MAIS


Nossa Lista de Nunca Mais

 

- Nunca mais direi "não posso", pois "tudo posso naquele que me fortalece".   (Fil 4, 13 ).

 

- Nunca mais direi que "não tenho", pois "o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada uma de minhas necessidades"                  (Fil, 4, 19 ).

 

- Nunca mais direi que "tenho medo", "porque Deus não nos tem dado um espírito de covardia, mas de poder,

de amor e de moderação"                       ( II Tim ( 1, 17 ).

 

- Nunca mais direi que "tenho dúvidas ou falta de fé", porque eu tenho "a medida da fé que Deus repartiu a cada um "             ( Rom 12, 3 ).

 

- Nunca mais direi que sou fraco, porque "o Senhor é a fortaleza da minha vida"    (Sal 27, 1 ) e "o povo que conhece

ao seu Deus se tornará forte e ativo"       (Dan 11,32 ).

 

- Nunca mais temerei a Satanás, porque "maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo"

(I João 4, 4).

 

- Nunca mais direi que estou derrotado, porque Deus "em Cristo sempre me conduz em triunfo" (I Cor 2,14).

 

- Nunca mais direi que "não tenho sabedoria", pois "Cristo Jesus... derramou-a sobre mim" (I Cor 1, 30).

 

- Nunca mais direi que estou doente, pois "pelas suas pisaduras fui sarado" (Is 53, 5) e Jesus "mesmo tomou

as minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças" (Mat 8, 17).

 

- Nunca mais direi que "estou preocupado" e frustrado, pois estou "lançando sobre Ele toda a minha ansiedade

porque Ele tem cuidado de mim"            (I Pe 5, 7 ).

 

Em Cristo estou livre de cuidados.

- Nunca mais direi que "estou preso", pois, "onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade" ( II Co 3, 17 ).

Meu corpo é o templo do Espírito Santo!

- Nunca mais direi que "estou condenado", pois "já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.

( Rom 8, 1 ).

 

Estou em Cristo, portanto estou livre de condenação. Evangelize...

quinta-feira, 21 de março de 2013

HOMILIA DE FRANCISCO


Queridos irmãos e irmãs!

 
Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão.

Saúdo, com afecto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático.

Ouvimos ler, no Evangelho, que «José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa» (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II: «São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo» (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).

Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egipto e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.

Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projecto d’Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é «guardião», porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!

Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!

E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem «Herodes» que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.

Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito económico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos «guardiões» da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para «guardar», devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.

A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!

Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afecto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger.

Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou «com uma esperança, para além do que se podia esperar» (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.

Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!

Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amen.

 

terça-feira, 19 de março de 2013

SÃO JOSÉ


O Evangelho se refere apenas, a São José.
Segundo a tradição, ele teria nascido para a vida eterna em 19 de março, dai celebrar-se neste dia, sua festa, que pelo fato de transcorrer sempre em tempo de quaresma, impede que lhe seja dado maior realce. Então, o Papa Pio XII consagrou-lhe também o 1° de maio que por ser dia do Trabalho, acrescenta ao nome do Patriarca a expressão operário, São José Operário.

Digamos que, apesar do silêncio do Evangelho, a Igreja encontrou nas Sagradas Escrituras citações esplêndidas que muito bem se aplicam a quem “foi amado por Deus e pelos homens, por isto sua memória é bendita” (Eclesiástico 45,1). Um homem “justo que floresce como a palmeira na plenitude da força, como o cedro do Líbano plantado na casa do Senhor” (Sl 91).

Na sua referência a ele, vamos ler em Mateus, que estando José para se casar com Maria de Nazaré, se surpreendeu com a constatação da gravidez dela. Com certeza fez muitas indagações cujas respostas não teve, posto que, ainda não era chegado o tempo. Assim, resolve partir em silêncio, comprando as consequências do falatório que havia de permear as conversas dos seus concidadãos, tal qual o fariam em vista de uma mulher grávida antes de conhecer o marido.

Parte e uma vez cansado da caminhada, entrega-se ao repouso. Foi  quando um anjo lhe aparece em sonho e diz: preocupa não, Zé, Maria continua digna de você que é um homem justo. A verdade é que ela concebeu do Espírito Santo, na hora, dará a luz um filho e lhe dará o nome de Jesus, trata-se de quem vai salvar o povo dos seus pecados. (Mt. 1,18-21).  

José não fazia parte dos “doutores da lei”, mas era sábio bastante, deveras receptivo ao menor toque da graça. Era tal qual os pobres em espírito, coração repleto de todas as bem aventuranças, não carecia de muito verbo para entender como Maria, “as coisas que da parte do Senhor lhe eram ditas”.

Volta e assume seu papel na Família sagrada, o de cuidador. Por não ser mudo, certamente falou, mas não se tem uma única palavra como saída de seus lábios.  Em silêncio, chegando a Belém, preparou o lugar onde Jesus nasceria. Em silêncio, acompanhou Maria na busca que culminou com o reencontro do Menino Jesus no templo, entre os doutores, discutindo com eles.

Sabe-se que trabalhava. Era ele que recavava os recursos para o sustento da família, que bem cumpriu em santidade e justiça o que lhe cumpria fazer para facilitar que o Filho de Deus e de Maria crescesse em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens.

Ele terá levado para casa a lenha para que fossem cozidos os alimentos que os três ingeriam, repôs aquela janela que na velha casa ameaçava desprender-se. Era em José que Maria encontrava respostas para as perguntas que tinha, quando via que seu Filho rodeado de tantas promessas, por exemplo, crescia e acabou por alcançar os 30 anos, vivendo uma vida simples, simplesmente, como cidadão de Nazaré.

Para ter sido distinguido por Deus para tão nobre missão não foi preciso que os Evangelistas decantassem suas virtudes, ou exaltassem seus méritos. Nós entendemos tudo. Ele não teria condição de conviver com seres tão santos e tão puros, se não fora igualmente tão santo e tão puro.

A bênção, São José!

segunda-feira, 18 de março de 2013

MULHERES DE CARREIRA JURÍDICA

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA (ARGENTINA E DE OUTRAS NAÇÕES) DAS MULHERES DE

 CARREIRA JURÍDICA MARCA SUA PRESENÇA NA SOCIEDADE EM QUE EXISTE

Aieln e Marina
NA ARGENTINA
 
Duas irmãs Aylen e Marina Jara estão encarceradas desde fevereiro de 2011 depois de um episódio não suficientemente esclarecido, quando um homem armado disparou contra elas. Curiosamente, a arma não apareceu na cena, nem foram buscadas provas necessárias para detectar rastros de pólvora no local, comprovando que realmente ocorreu.

O que chama atenção é que não obstante tudo isto, as meninas permanecem presas e seu julgamento retarda sempre  mais.

A suposta vítima que teria antecedentes criminais pode ter costas largas o que provoca a situação.

“Las chicas insisten em su inocenica. Sin antecedentes, iven la peor pesadilla: sufrir la situación de encierrro agraviante y humillantepor um “crimen” que aseguran - vehemetemente - no comedtieron”.  

"Que sucedió? Sucedió que se defendieron. Se defendieron del abuso del poder, del macho autoritario y prepotente, se defendieron de mas manoseos, mas atropellos, de una posible violación o de una posible muerte. Pero defenderse siendo mujer parece ser una grave ofensa para nuestro sistema y si somos pobres lo es aun mas. Ante el hecho de dos mujeres enfrentándose a un abusador y usar la legitima defensa la policía impuso la supremacía machista e inicio a las hermanas Jara una causa por intento de homicidio".

-y-marina-jara/)

Tal fato está sendo objeto de atenção da Associação Argentina de Mulheres de Carreira Jurídica que se movimentam para intervir na forma “amicus curiae”, em favor das injustiçadas irmãs.

NO BRASIL


Presidente e Associadas
Na última quarta-feira, 13 de março do corrente ano, em Brasília, no auditório do  Tribunal Superior Eleitoral, em concorrida solenidade, tomou posse a Diretoria Nacional da Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica.

Estavam representados os dezessete estados brasileiros, onde a ABMCJ está constituída.

Em discurso incisivo e demonstrando toda garra, a nova Presidente, Liana Belém Pereira Mendonça de Souza afirma que conduzirá a entidade a consecução dos seus altos propósitos.   


Comissão Espírito Santo
A ABMCJ é uma organização não governamental de caráter cultural, sem fins lucrativos, pessoa jurídica de direito privado, associação fundada em Belo Horizonte (MG) no dia 03 de agosto de 1985 regida por Estatuto. Tem sede itinerante, sempre na capital onde reside e atua sua Presidente, através de comissões em 24 (vinte e quatro) Estados da Federação. São atualmente cerca de três mil associadas, provindas de cargos e ocupações de natureza jurídica – advogadas, ministras , magistradas, promotoras de justiça, procuradoras, professoras, universitárias, delegadas, entre outras.


Samba no pé.
É vinculada por adesão voluntária, à Fédération International des Femmes des Carrières Juridiques – FIFCJ, sediada em Paris, organização internacional não governamental que se inspira nos princípios inscritos na Carta das Nações Unidas, tem estatuto consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da ONU e à FAO, desde 1961, Colabora com a UNESCO, a UNICEF, a UNIFEM, tem inscrição no Registro Especial da OIT. É por muitos considerada a maior ONG feminina do planeta, entre outros motivos por filiar Associações nacionais como a ABMCJ e membros individuais em 79 (setenta e nove) países na Europa, América, Ásia e África.

A solenidade de posse consistiu tambem em homenagem a Ministra Eliana Calmon do STJ, pela sua colaboração com a entidade e presença constante. Muita alegria foi a tônica do evento com música, dança e um ótimo coquetel.

domingo, 17 de março de 2013

HOMENAGENS E POSSE



Acadêmicas e Correspondentes da AFESL
No último 12 de março deste ano de 2013, no auditório da Rede Gazeta, gentilmente cedido, ocorreu Solenidade da Academia Feminina Espírito-Santense de Letras com cerimonial a cargo da Acadêmica Marlusse Pestana Daher.
Presidente homenageia Felicidade Meia
Composta a mesa, pela Presidente, Acadêmica Silvana Soares Sampaio, pela ex-presidente,  Acadêmica Ester Abreu de Oliveira, representando todas as ex-presidentes, pela secretária, Sonia Lora,  pelo Acadêmico Anaximandro Amorim, representando a Academia Espírito-santense de letras, pelo presidente da Academia Maçônica de Letras do Espírito Santo, Dr. Sérgio Dario Machado, e outras autoridades, foram entronizadas no ambiente, para tomarem posse como Acadêmicas efetivas: Gilcea Rosa de Souza e Katia Bobbio. Como correspondentes: Andra Valladares, Eliane Queiroz Auer, Maria das Graças Lobino e Maria Dolores Pimentel de Rezende.

Em seguida, foi entoado o Hino Nacional.

Medalha Rubem Braga
AMALETRAS
Ao lado dos filhos e da Presidente, Felicidade é só Felicidade
Karina Fleury sauda Felicidade
A solenidade constou de três momentos distintos. O primeiro consistiu em especial homenagem à Acadêmica Felicidade Albertino Meia.  Para tanto, foram convidados os filhos da homenageada que a ladeavam. Ela recebeu uma placa, a comenda maior da AFESL, a medalha Cora Coralina e o certificado respectivo. Recebeu também da Academia Mateense de Letras, AMALETRAS, que se associou à AFESL, a medalha 2013, Ano Literário Rubem Braga. Foi saudada pela Acadêmica Karina de Rezende Tavares Fleury que logrou em síntese breve alcançar toda a vida literária de Felicidade Meia, oferecendo-lhe flores ao final.

Em seguida, a Presidente lembrou que todos os anos a Academia Feminina Espírito-santense de Letras realiza um concurso literário.  2012 não foi exceção.  Conquistou o 1º lugar com a crônica CARTAS, Fabiani Rodrigues Taylor da Costa, moradora em Piúma, nascida em Iconha. Foi chamada, cumprimentada e recebeu seu prêmio no valor de um mil reais.

Sergio Soares Dutra, morador em Cariacica-ES, nascido em Barra Mansa RJ, com a crônica: Balas Perdidas, recebeu Menção Honrosa, com um  certificado.

A premiação se tornou possível graças a colaboração do Empresário  Marco Antônio Valente a quem foi agradecido publicamente e conferida uma placa como agradecimento.

E chegou o grande momento de posse. Coube à Acadêmica Jô Drumond  fazer a apresentação das candidatas a Acadêmicas efetivas e das Correspondentes. Confessou sua dificuldade em resumir os avantajados e ricos currículos das empossandas, teceu-lhes merecidos elogios. Enquanto falava, eram exibidos (slides) detalhes dos mesmos currículos das empossandas e fotos das mesmas.

Gilcea Rosa e Katia Bobbio são convidadas a frente e ouvem dizer a Presidente: examinadas a qualidade da produção literária de ambas, V. Sªs foram admitidas a fazer parte da Academia Feminina Espírito-santense de Letras. Perguntou-lhes se reiteravam tal intenção, responderam afirmativamente. Afirmativa também foi a resposta sobre o conhecimento do estatuto da AFESL e disposição de fielmente cumpri-lo. Convidou-as a proferir o juramento.

Ao final disse a Presidente: Diante da disposição agora reiterada de pertencer à Academia Feminina Espírito-santense de Letras e do juramento proferido, declaro-as empossadas e no limite que o termo tem nas academias, declaro-as também IMORTAIS. Assinaram o Termo de Posse.
Maria Dolores e Marlusse

Receberam suas insígnias, as medalhas e cada qual discorreu sobre a vida das acadêmicas que as precederam na Cadeira e da Titular da mesma. Foram então convidadas: Andra Valadares, Eliane Queiroz Auer, Maria Dolores Pimentel Rezende e Maria das Graças Lobino para tomarem posse como Correspondentes. 
A Presidente interpelou-as: A Academia Feminina Espírito-santense de Letras, examinando seus respectivos currículos, encheu-se de admiração e acolheu com carinho a proposta que fizeram de pertencer ao nosso quadro de Correspondentes. Foi-lhes dado a conhecer o Estatuto da AFESL? No Estatuto, estão esculpidos os objetivos que temos, vocês estão decididas a colaborar no sentido de que tais objetivos se efetivem? Às duas perguntas responderam afirmativamente.

Concluiu a Presidente: Em face do que acabam de afirmar, com alegria, na condição de Presidente da AFESL e em nome de todas lhes apresento nossas BOAS VINDAS à vida acadêmica.


O abraço Eliane e Marlusse
E Andra Valadares recebeu sua insígnia das mãos da Acadêmica Valsema Rodrigues; Eliane Queiroz Auer, seu esposo: Domingos Auer; Maria das Graças Lobino, da Presidente Silvana Soares Sampaio e Maria Dolores Pimentel de Rezende, da Acadêmica Marlusse Pestana Daher.

Assinaram o termo de posse.

A Acadêmica Marlusse Pestana Daher que é Presidente da AMALETRAS,  pediu um pequeno espaço e outorgou em nome da Academia Mateense de Letras, à Acadêmcia Beatriz Maria Monjardim, decana das acadêmicas capixabas, e à Acadêmica Gilcea Rosa de Souza pela sua colaboração no 1º encontro Nacional de Poesias, a medalha 2013, Ano Literário "Rubem Braga". 

A Presidente renovou agradecimentos pela presença de todos, saudou as novas integrantes da AFESL e declarou encerrada a solenidade.
Não faltou um saboroso coquetel, oferecido pelas empossadas.