Como é bom rezar o Pai Nosso! como esta oração é profunda! Ela contém tudo que precisamos pedir, e uma grande síntese do que devemos esperar, no que devemos fazer consistir nossa própria vida. Não poderia ser diferente é a oração que o próprio Jesus nos ensinou.
Procuremos entender a fundo cada palavra que pronunciamos. E já começamos a dizer, Pai Nosso!
Quem diz Pai Nosso, sabe que não O tem exclusivamente como pode ter um objeto ou mesmo uma pessoa, comum como somos.
Pai Nosso! Nosso, de todos que fomos chamados a vida, não a uma vida qualquer, mas em plenitude. Dizer Pai Nosso é também ou sobretudo comprometedor. Reconhecemos que somos irmãos. E até que reconhecer que somos irmãos não chega a ser um problema, qualquer pessoa poderá, se questionada a respeito, nos responder: “eu sei que somos todos irmãos”. Acho que o problema ou a colocação exata, colocação ou contradição, sei lá, e o que ficará por conta do poder responder afirmativamente, se nos for perguntado: vivemos como irmãos?
Muitas vezes me pergunto se de fato me considero e sou irmã de todos, se tenho com as pessoas a mesma afeição que pelos meus irmãos de sangue.
E... esses laços são particulares, são mesmo como fui levada invariavelmente a dizer: de sangue.
“Para dizer Pai Nosso devemos viver como irmãos”, não só nos dando as mãos para cantá-lo na celebração da S. Missa, mas lembrando, por exemplo, que na sociedade em que vivemos são muitas as situações de injustiça com as quais somos constrangidos a viver por nem sempre fazermos a melhor escolha ...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
AMAI-VOS UNS AOS OUTROS...
O AMOR não e coisa que se possa ver, ao contrário podemos ver as pessoas amorosas, podemos ver os gestos realizados com amor, podemos ver os projetos comunitários que visam o amor prestado aos mais carentes. Mas será que essa é a prática de nossa vida, de nossas comunidades? Será que é isso que se vê no mundo de hoje? Para refletir sobre o amor cristão é preciso questionar nossos preconceitos, nossas desigualdades, nossos egoísmos, questionar como estamos cuidando do mundo e de seus habitantes, porque amar, é cuidar.
O livro dos Atos nos revela que Deus “não faz distinção entre pessoas, pelo contrário, Ele aceita quem o teme e pratica a justiça”. Nossas comunidades devem, portanto, ser abertas a todos: aos não cristãos, aos poucos convictos, aos indiferentes, àqueles que estão em situação de busca...
Cornélio e sua família receberam o Espírito Santo antes mesmo de serem batizados, ou seja, ao ouvir a Palavra. O anúncio central da leitura está na expressão “Deus é amor”, e nesta outra “o amor vem de Deus”; a preocupação de João em sua carta era que a caridade reinasse entre seus vários membros, para que fosse conhecido de todos o amor que Deus manifestou ao enviar seu Filho amado. O Evangelho emprega nove vezes a palavra amor.
É o amor do Pai pelo Filho e do Filho por nós comunicados pelo Espírito Santo. Isso gera relacionamento fraterno e solidário. Mandamento maior; é uma postura dinâmica da vida no cuidado pelo outro. “Se obedecerem aos mandamentos permanecerão no meu amor”.
Cumprir os mandamentos é viver um projeto de vida e de liberdade como o Pai manda. Não é um romantismo, mas um serviço de entrega da vida. É permanecer na alegria plena. É esse amor que cuida do mundo para que ele seja sempre novo. É viver o mais profundo da relação humana, a amizade, para que o amor permaneça, e sejamos atendidos pelo Pai. Mas o amor não pode vir de um lado só. Se Deus tanto nos amou em Cristo, nós também devemos corresponder.
Ora, Deus não precisa do nosso amor para si. Ele quer que amemos os seus filhos, nossos irmãos. Jesus nos chama de amigos, mas se queremos ser seus amigos de verdade, devemos observar o que Ele nos pede: “que amemos uns aos outros como Ele nos amou”. Tendo como prática pessoal e comunitária o diálogo, a partilha, o acolhimento, a compreensão, o interesse mútuo, a verdade, as boas obras e ações para a construção da paz verdadeira.
Que o Espírito Santo de Deus ilumine nossas comunidades, superando todas as divisões para que prevaleça o amor!
Disponível em: http://www.cnbbo2.org.br/index2.php?system=news&action=read&id=7245&eid=326
O livro dos Atos nos revela que Deus “não faz distinção entre pessoas, pelo contrário, Ele aceita quem o teme e pratica a justiça”. Nossas comunidades devem, portanto, ser abertas a todos: aos não cristãos, aos poucos convictos, aos indiferentes, àqueles que estão em situação de busca...
Cornélio e sua família receberam o Espírito Santo antes mesmo de serem batizados, ou seja, ao ouvir a Palavra. O anúncio central da leitura está na expressão “Deus é amor”, e nesta outra “o amor vem de Deus”; a preocupação de João em sua carta era que a caridade reinasse entre seus vários membros, para que fosse conhecido de todos o amor que Deus manifestou ao enviar seu Filho amado. O Evangelho emprega nove vezes a palavra amor.
É o amor do Pai pelo Filho e do Filho por nós comunicados pelo Espírito Santo. Isso gera relacionamento fraterno e solidário. Mandamento maior; é uma postura dinâmica da vida no cuidado pelo outro. “Se obedecerem aos mandamentos permanecerão no meu amor”.
Cumprir os mandamentos é viver um projeto de vida e de liberdade como o Pai manda. Não é um romantismo, mas um serviço de entrega da vida. É permanecer na alegria plena. É esse amor que cuida do mundo para que ele seja sempre novo. É viver o mais profundo da relação humana, a amizade, para que o amor permaneça, e sejamos atendidos pelo Pai. Mas o amor não pode vir de um lado só. Se Deus tanto nos amou em Cristo, nós também devemos corresponder.
Ora, Deus não precisa do nosso amor para si. Ele quer que amemos os seus filhos, nossos irmãos. Jesus nos chama de amigos, mas se queremos ser seus amigos de verdade, devemos observar o que Ele nos pede: “que amemos uns aos outros como Ele nos amou”. Tendo como prática pessoal e comunitária o diálogo, a partilha, o acolhimento, a compreensão, o interesse mútuo, a verdade, as boas obras e ações para a construção da paz verdadeira.
Que o Espírito Santo de Deus ilumine nossas comunidades, superando todas as divisões para que prevaleça o amor!
Disponível em: http://www.cnbbo2.org.br/index2.php?system=news&action=read&id=7245&eid=326
terça-feira, 5 de abril de 2011
Nossa Senhora da Penha
Para ela é que se voltam todos os olhares, Nossa Senhora da Penha!
É sempre uma renovada demonstração de amor, visitar o nosso Convento da Penha. Constatar a fé que leva todas aquelas pessoas a desafiarem muitas vezes a pé, a subida da íngreme ladeira, para ir rezar aos pés da Virgem Maria.
E ante a imagem se postam e os olhares têm mais do que uma simples contemplação de um conjunto em louça. Quem fita a imagem, faz isto de forma transcendental, sabe que está frente a uma realidade maior, a da mulher vestida de sol tendo na cabeça uma coroa de doze estrelas, que por sua condição de co-redentora e pela adesão plena à vontade de Deus, se tornou em modelo para nossas vidas, modelo de santidade, de quem foi capaz de esquecer-se e dizer em plenitude: sou a serva do Senhor, faça-se em mim, segundo a Sua Palavra.
Sim, são estes os sentimentos que nos possuem, quando visitamos a Virgem da Penha.
Vemos mãos estendidas em oferta. Olhares suplicantes de quem passa por algum momento difícil e implora o auxílio da Mãe; o casal que vai agradecer cinquenta ou mais anos de união, apesar dos descompassos em que se envolvem os passos da vida no tantas vezes enfadonho dia-a-dia. Há também o jovem que visita o santuário pela primeira vez como o turista irreverente que não obstante a sacralidade do lugar, em trajes reduzidos ou poses incompatíveis, fotografam para a posteridade; além do casal que com os filhos, tem naquela ocorrência, o grande momento das férias anuais.
Santa Maria, Virgem da Penha, com certeza olhas compassiva e boa, com ternura e benignidade estas tão variadas expressões com que nós a visitamos, consagra tudo isto, Mãe querida, e transforma por teu favor, tanta pobreza, em oferta perfeita a Deus, pois o que passa pelas tuas mãos se engrandece e aperfeiçoa.
Nossa Senhora, este nosso mundo é um caos, mas ainda existem justos e até mais de um que podem tornar propícia a salvação necessária. Por isto, mãe... “cubra-nos com teu manto de amor, guarda-nos na paz deste olhar...”.
Do Programa Cinco Minutos com Maria.
É sempre uma renovada demonstração de amor, visitar o nosso Convento da Penha. Constatar a fé que leva todas aquelas pessoas a desafiarem muitas vezes a pé, a subida da íngreme ladeira, para ir rezar aos pés da Virgem Maria.
E ante a imagem se postam e os olhares têm mais do que uma simples contemplação de um conjunto em louça. Quem fita a imagem, faz isto de forma transcendental, sabe que está frente a uma realidade maior, a da mulher vestida de sol tendo na cabeça uma coroa de doze estrelas, que por sua condição de co-redentora e pela adesão plena à vontade de Deus, se tornou em modelo para nossas vidas, modelo de santidade, de quem foi capaz de esquecer-se e dizer em plenitude: sou a serva do Senhor, faça-se em mim, segundo a Sua Palavra.
Sim, são estes os sentimentos que nos possuem, quando visitamos a Virgem da Penha.
Vemos mãos estendidas em oferta. Olhares suplicantes de quem passa por algum momento difícil e implora o auxílio da Mãe; o casal que vai agradecer cinquenta ou mais anos de união, apesar dos descompassos em que se envolvem os passos da vida no tantas vezes enfadonho dia-a-dia. Há também o jovem que visita o santuário pela primeira vez como o turista irreverente que não obstante a sacralidade do lugar, em trajes reduzidos ou poses incompatíveis, fotografam para a posteridade; além do casal que com os filhos, tem naquela ocorrência, o grande momento das férias anuais.
Santa Maria, Virgem da Penha, com certeza olhas compassiva e boa, com ternura e benignidade estas tão variadas expressões com que nós a visitamos, consagra tudo isto, Mãe querida, e transforma por teu favor, tanta pobreza, em oferta perfeita a Deus, pois o que passa pelas tuas mãos se engrandece e aperfeiçoa.
Nossa Senhora, este nosso mundo é um caos, mas ainda existem justos e até mais de um que podem tornar propícia a salvação necessária. Por isto, mãe... “cubra-nos com teu manto de amor, guarda-nos na paz deste olhar...”.
Do Programa Cinco Minutos com Maria.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
É SEMPRE MAIS FELIZ QUEM MAIS AMOU
“É sempre mais feliz, quem mais amou, e este sempre fui eu...
Estes versos fazem parte de uma canção na voz maravilhosa de Júlio Iglesias. Encerram verdade indiscutível, você não acha?
Repito: “é sempre mais feliz quem mais amou”.
O próprio Deus é definido AMOR. Deus é Amor!
Ah se o mundo se movesse no amor! já pensou? Quando se fala em Amor, só se pode associá-lo a Jesus que deu a maior prova de amor no gesto de dar a vida. Ele deu a vida por nós. Deu tudo, até a última gota de sangue; na cruz, ainda nos deu Maria como Mãe.
Pensando na cruz para mim, neste dias, fica difícil não ter em mente aquele crucificado sem braços que está na capela da penitência, do Convento da Penha.
E quer saber de uma coisa? Pensando bem, estou achando que aquele Cristo sem braços tem mais sentido do que se possa imaginar. Com seu gesto redentor, Jesus já nos salvou, mas a salvação operada por Ele precisa ser confirmada (ratificada) por nós, pois, Ele quer precisar de nós para continuar salvando o mundo. Aqueles braços que faltam naquele corpo na cruz, devem ser os nossos braços, os quais devemos colocar à disposição e a serviço da divulgação da mensagem para que o Reino de Deus venha a nós.
Portanto, cada um deve dizer: no lugar dos braços que faltam a Cristo, naquela cruz, devem ser colocados os meus braços. E que ninguém fique pensando que não faz parte “desta”, pois, “ninguém é tão pobre a ponto de não ter o que oferecer”.
Santa Maria, mãe de Deus e mãe dos pobres, que te fizeste co-redentora, faz a todos saberem desde aquela dona-de-casa cujos serviços domésticos lhe absorvem todo o tempo, ao taxista, ao médico, ao carpinteiro, ao comerciante, ao promotor de justiça, ao gari, a todos enfim, que neste sentido devem oferecer todos os trabalhos, com a fadiga que deles decorre; que tudo que fazem deve ser feito, como se seus braços fossem os de Jesus Cristo na hora do calvário e suas ações concorram para que possa ser provado o quanto é mais feliz, quem mais amou.
Do Programa CINCO MINUTOS COM MARIA.
Estes versos fazem parte de uma canção na voz maravilhosa de Júlio Iglesias. Encerram verdade indiscutível, você não acha?
Repito: “é sempre mais feliz quem mais amou”.
O próprio Deus é definido AMOR. Deus é Amor!
Ah se o mundo se movesse no amor! já pensou? Quando se fala em Amor, só se pode associá-lo a Jesus que deu a maior prova de amor no gesto de dar a vida. Ele deu a vida por nós. Deu tudo, até a última gota de sangue; na cruz, ainda nos deu Maria como Mãe.
Pensando na cruz para mim, neste dias, fica difícil não ter em mente aquele crucificado sem braços que está na capela da penitência, do Convento da Penha.
E quer saber de uma coisa? Pensando bem, estou achando que aquele Cristo sem braços tem mais sentido do que se possa imaginar. Com seu gesto redentor, Jesus já nos salvou, mas a salvação operada por Ele precisa ser confirmada (ratificada) por nós, pois, Ele quer precisar de nós para continuar salvando o mundo. Aqueles braços que faltam naquele corpo na cruz, devem ser os nossos braços, os quais devemos colocar à disposição e a serviço da divulgação da mensagem para que o Reino de Deus venha a nós.
Portanto, cada um deve dizer: no lugar dos braços que faltam a Cristo, naquela cruz, devem ser colocados os meus braços. E que ninguém fique pensando que não faz parte “desta”, pois, “ninguém é tão pobre a ponto de não ter o que oferecer”.
Santa Maria, mãe de Deus e mãe dos pobres, que te fizeste co-redentora, faz a todos saberem desde aquela dona-de-casa cujos serviços domésticos lhe absorvem todo o tempo, ao taxista, ao médico, ao carpinteiro, ao comerciante, ao promotor de justiça, ao gari, a todos enfim, que neste sentido devem oferecer todos os trabalhos, com a fadiga que deles decorre; que tudo que fazem deve ser feito, como se seus braços fossem os de Jesus Cristo na hora do calvário e suas ações concorram para que possa ser provado o quanto é mais feliz, quem mais amou.
Do Programa CINCO MINUTOS COM MARIA.
quinta-feira, 31 de março de 2011
PROFETA E VIDENTE
Profeta e vidente. Concorda?
-É verdade que da Europa voltaste feito doutor ?
- Parece-te isto impossível ? É verdade, sim senhor.
- E qual a ciência então ?
- Isso não sei: o diploma é escrito em alemão."
Gonçalves de Magalhães (1811-1882)
-É verdade que da Europa voltaste feito doutor ?
- Parece-te isto impossível ? É verdade, sim senhor.
- E qual a ciência então ?
- Isso não sei: o diploma é escrito em alemão."
Gonçalves de Magalhães (1811-1882)
quarta-feira, 30 de março de 2011
Ajudando a divulgar
Em petição pública a Campanha Ponto Final na Violência contra Mulheres e Meninas alerta para o feminicídio no Brasil
Na petição pública em que busca sensibilizar autoridades e a sociedade brasileira, bem como alcançar um grande número de adesões, a Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas, coordenada pela Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Rede de Homens pela Equidade de Gênero e Coletivo Feminino Plural, apoiada por Themis Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero, Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras, faz um alerta para os altos índices de assassinatos de mulheres no Brasil e suas semelhanças com o feminicídio verificado em toda a América Latina e Caribe.
Informações recentemente divulgadas pelo Instituto Zangari, a partir de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus), revela que entre os anos de 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio – índice de 4,2 assassinatos por 100 mil habitantes. As taxas de assassinatos femininos no Brasil colocam o país no 12º lugar no ranking mundial de assassinatos de mulheres. O estudo mostra que algumas cidades brasileiras registram índices mais altos.
Em 50 municípios, os índices de homicídio são maiores que 10 por 100 mil habitantes. O Espírito Santo ocupa o primeiro lugar, com índices de 10,3 assassinatos de mulheres por 100 mil habitantes. Outro dado alarmante divulgado neste mês é o de que nas cidades mato-grossenses de Cuiabá e Vargem Grande, 95 mulheres foram assassinada por homens s nos últimos 50 meses (Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa).
Para saber mais e assinar a petição pública acesse: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N8090
Na petição pública em que busca sensibilizar autoridades e a sociedade brasileira, bem como alcançar um grande número de adesões, a Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas, coordenada pela Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Rede de Homens pela Equidade de Gênero e Coletivo Feminino Plural, apoiada por Themis Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero, Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras, faz um alerta para os altos índices de assassinatos de mulheres no Brasil e suas semelhanças com o feminicídio verificado em toda a América Latina e Caribe.
Informações recentemente divulgadas pelo Instituto Zangari, a partir de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus), revela que entre os anos de 1997 e 2007, 41.532 mulheres morreram vítimas de homicídio – índice de 4,2 assassinatos por 100 mil habitantes. As taxas de assassinatos femininos no Brasil colocam o país no 12º lugar no ranking mundial de assassinatos de mulheres. O estudo mostra que algumas cidades brasileiras registram índices mais altos.
Em 50 municípios, os índices de homicídio são maiores que 10 por 100 mil habitantes. O Espírito Santo ocupa o primeiro lugar, com índices de 10,3 assassinatos de mulheres por 100 mil habitantes. Outro dado alarmante divulgado neste mês é o de que nas cidades mato-grossenses de Cuiabá e Vargem Grande, 95 mulheres foram assassinada por homens s nos últimos 50 meses (Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa).
Para saber mais e assinar a petição pública acesse: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N8090
ANUNCIAÇÃO - Festa em 25 de março
A saudação e o nome "cheia de graça" dizem-nos tudo isto; mas, no
contexto do anúncio do Anjo, referem-se em primeiro lugar a eleição de Maria como Mãe do Filho de Deus. Todavia, a plenitude de graça indica ao mesmo tempo toda a profusão de dons sobrenaturais com que Maria é beneficiada em relação com o fato de ter sido escolhida e destinada para ser Mãe do Salvador.
Se esta eleição é fundamental para a realização dos desígnios salvíficos de Deus, a respeito da humanidade, e se a escolha eterna em Cristo e a destinação para a dignidade de filhos adotivos se referem a todos os homens, então a eleição de Maria é absolutamente excepcional e única. Daqui deriva também a singularidade e unicidade do seu lugar no mistério de Cristo.
O Mensageiro lhe divino diz: "Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás a luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo" (Lc 1, 30-32). E quando a Virgem, perturbada por esta saudação extraordinária, pergunta: "Como se realizará isso, pois eu não conheço homem?", recebe do Anjo a confirmação e a explicação das palavras anteriores. Gabriel esclarece: "Virá sobre ti o Espírito Santo e a potência do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso mesmo o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus" (Lc 1, 35).
A Anunciação, portanto, é revelação do mistério da Encarnação exatamente no início da sua realização na terra. A doação salvífica que Deus faz de si mesmo e da sua vida, de alguma maneira, a toda a criação e, diretamente, ao homem, atinge no mistério da Encarnação um dos seus pontos culminantes o que constitui, de fato, um vértice de todas as doações de graça na história do homem e do cosmos.
Maria é a "cheia de graça", porque a Encarnação do Verbo, a união hipostática do Filho de Deus com a natureza humana, se realiza e se consuma precisamente nela. Como afirma o Concílio, Maria é "Mãe do Filho de Deus, filha predileta do Pai e templo do Espírito Santo; e, por este insigne dom de graça, leva vantagem sobre todas as demais criaturas do céu e da terra".
contexto do anúncio do Anjo, referem-se em primeiro lugar a eleição de Maria como Mãe do Filho de Deus. Todavia, a plenitude de graça indica ao mesmo tempo toda a profusão de dons sobrenaturais com que Maria é beneficiada em relação com o fato de ter sido escolhida e destinada para ser Mãe do Salvador.
Se esta eleição é fundamental para a realização dos desígnios salvíficos de Deus, a respeito da humanidade, e se a escolha eterna em Cristo e a destinação para a dignidade de filhos adotivos se referem a todos os homens, então a eleição de Maria é absolutamente excepcional e única. Daqui deriva também a singularidade e unicidade do seu lugar no mistério de Cristo.
O Mensageiro lhe divino diz: "Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás a luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo" (Lc 1, 30-32). E quando a Virgem, perturbada por esta saudação extraordinária, pergunta: "Como se realizará isso, pois eu não conheço homem?", recebe do Anjo a confirmação e a explicação das palavras anteriores. Gabriel esclarece: "Virá sobre ti o Espírito Santo e a potência do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso mesmo o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus" (Lc 1, 35).
A Anunciação, portanto, é revelação do mistério da Encarnação exatamente no início da sua realização na terra. A doação salvífica que Deus faz de si mesmo e da sua vida, de alguma maneira, a toda a criação e, diretamente, ao homem, atinge no mistério da Encarnação um dos seus pontos culminantes o que constitui, de fato, um vértice de todas as doações de graça na história do homem e do cosmos.
Maria é a "cheia de graça", porque a Encarnação do Verbo, a união hipostática do Filho de Deus com a natureza humana, se realiza e se consuma precisamente nela. Como afirma o Concílio, Maria é "Mãe do Filho de Deus, filha predileta do Pai e templo do Espírito Santo; e, por este insigne dom de graça, leva vantagem sobre todas as demais criaturas do céu e da terra".
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