domingo, 15 de abril de 2012

EU VOS DOU A MINHA PAZ

Nossa Senhora, Rainha da Paz! Nos dias atuais, sente-se que é feito um sempre mais crescente apelo pela paz. A humanidade está-se dando conta por quanto tempo marginalizou a paz, achou que ela não precisava ser cuidada, ou quem sabe, pensou que não precisa de paz ou que suas potencialidades pessoais lhe bastavam para estar  bem.
Daí estarmos vivendo cheios de sobressaltos, com tantos medos a ponto de já existir quem evite sair de casa, principalmente, à noite.  Há quem já não sai de vez.
O mundo está conturbado. Falta paz na família, onde os esposos não cumprem as promessas feitas um ao outro no dia do casamento, ou porque os filhos se tornam rebeldes, parte pelo desgoverno da casa, parte pelo que colhem na sociedade onde convivem, onde se reúnem outros tantos desajustados ou carentes como eles.
Os crimes se multiplicam, a facilidade de encontrar uma arma de fogo já acabou com tantas vidas, de pobres inocentes, de jovens, de adultos de anciãos.
A paz não é produto que se compre em venda, supermercado ou loja. Paz é um esforço sereno e contínuo que se propaga através daqueles que, como Jesus, são mansos e humildes de coração.
Ao aparecer aos apóstolos, Jesus disse: Paz! Eu vos dou a minha paz! Os apóstolos nos representavam. Nós também somos destinatários da paz assegurada por Jesus.
O nome de Maria sempre esteve associado à paz. A ela já foram dados tantos títulos, todos traduzidos pela sua participação no atendimento das nossas necessidades. Ela é também Nossa Senhora da Paz. Peçamos que interceda por nós e nos tornemos construtores e divulgadores, portadores da PAZ, que na essência é Jesus. Onde Ele não está também não há paz.
É preciso levá-Lo a todos e no mundo haverá paz.

Escrevi para meu programa “Cinco Minutos com Maria em 9 de julho de 2005. ... nada mudou.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

MULHER E ESCRITORA



X Encontro Internacional de Escritoras - Panamá 2012
Tema: Mulher e escritura em Diana  Morán

O Encontro internacional de Escritoras é iniciativa da escritora peruana, Elizabeth Altamirano, que contou com o apoio do Centro de Escritoras de Arequipa na municipalide do mesmo nome no Peru.

Seu objetivo é convocar o público leitor e as criadoras de literatura, para encontros através dos quais haja possibilidade ampla de conhecer vozes significativas da produção literária. São convidadas também instituições acadêmicas e culturais para uma verdadeira festa de artes durante a qual se contam com exposições de temas ligados à poesia e à prosa, com um apelo de gênero.

O primeiro encontro aconteceu em Arequipa no Peru em 1998. seguiram: 2000: em Montevidéu; 2001, no  Uruguai; 2003: Río Gallegos, Argentina; 2004: San Juan, Porto Rico; 2005: Guadalajara, no México; 2006: Nigrán, Baiona, Espanha;  2008: Caracas - Venezuela; em 2010: Bogotá, Colômbia e por fim na cidade do Panamá.

HOMENAGENS

Com o objetivo de visibilizar escritoras latino-americanas de grande valor tanto para seus países como para a região, o encontro presta homenagens que constituem parte dos painéis temáticos e de criação dentro do encontro.

No Panamá foi a vez de Diana Morán, (educadora, poeta e política). Nascida em Cabuya, cidade do Panamá, em 17 de novembro de 1929. Faleceu na cidade do México em 10 de fevereiro de 1987. Uma vida que vale a pena ser conhecida.

No contexto atual, se faz necessário o reconhecimento e a participação histórica das mulheres na vida cultural, no âmbito da produção literária e artística.

Até porque se constitui em reconhecimento dos direitos da mulher e promove em páreo de igualdade, seu desenvolvimento na sociedade.

Definitivamente, é fundamental que docentes participem desse espaço, como protagonistas, de forma a criar uma nova atitude entre o ensinamento e a aprendizagem.

Os recitais nas Escolas Públicas principalmente, se constituíram em grande momento face o encantamento demonstrado pelos alunos, perante a escritora. Basta observar as fotos.


Lembrando o recital numa Escola, escrevi esse poema:

MOMENTO

Há momentos, momentos e momentos.
momentos que passam,                                        
momentos por passar,
momentos prolongados,                                                        
momentos que se perpetuam,
momentos passageiros,
momentos em todos os momentos.

Momentos de nascer, de viver e de morrer,
momentos de alegria intensa,
momentos de nada entender,
momento de tristeza,
momento de alegria e de espairecer.

A vida é assim,
feita de momentos.
grandes ou impactantes,
silenciosos e preciosos,
momentos que se vão
que escapam pelos dedos da mão
momentos que são únicos
e aqueles que uma vez partidos,
não se refazem nunca mais.

Eu tenho,
tu tens,
ele tem,
todos temos os nosso momentos.

Tenho vários!
Belos?
Nem tanto, mas a maioria sim.

Todavia,
fazer poesia para registrar momentos,
tem que ser por momento
deveras especial.

Momento para expor em quadro,
de parede branca como a paz!
com molduras de cristal,
o fundo prateado
e no interior, tudo absolutamente dourado.

Como aquele momento,
em que no umbral da sala
em que alunos de escola pública                                     
a outras e a mim esperavam
(No Panamá).[1]
antes que adentrássemos a sala,
foram apondo em cada peito
uma rosa vermelha
adornada de outras pequeninas flores brancas,
enfeixadas  por um laço vermelho.

O gesto era acompanhado
de quase semi adoração.
valorizaram muito as visitas prometidas.
Era inevitável, que não me batesse no peito
profunda e sincera emoção,
por aquele momento deveras único,
pelo qual agradeço a Deus e
que indubitavelmente,
não olvidarei jamais.

quarta-feira, 11 de abril de 2012         08:26




[1] X Encontro de Escritoras latino-americanas - 30 de abril de 2012.
 Presença de representantes de todos os países da América do Sul.

terça-feira, 10 de abril de 2012

ATÉ 2020, U. LÁ, LÁ!

Brasil pode eliminar desmatamento até 2020, diz governador do Pará




Por Butler, do Mongabay
Visto por muito tempo como pária por sua alta taxa de desmatamento, o mundo está começando a olhar para o estado do Pará por suas ideias para proteger as florestas tropicais Brasil pode reduzir o desmatamento amazônico à zero até 2020 enquanto aumenta os meios de subsistência rurais e mantém um crescimento econômico saudável, falou o governador do Pará ao mongabay.com nos bastidores do Fórum Mundial Skoll, uma grande conferência de empreendedorismo social, na última semana.
O governador Simão Jatene espera que uma revolução no manejo e governança da terra possa mudar a maré no Pará, um estado que perdeu mais floresta amazônica – 90.000 km2 de floresta amazônica desde 1996 – nos últimos 15 anos do que qualquer outro no Brasil.
O governador não é nenhum ativista. Sua motivação vem de um eleitorado amplo que exige um fim para o desmatamento.
“Não há mais qualquer dúvida de que precisamos parar o desmatamento”, disse ele. “A grande pergunta é como.”
De acordo com o governador, a receita para o sucesso envolve uma mudança de abordagens de cima para baixo para inovações de baixo para cima baseadas na participação multilateral.
“A abordagem histórica era de cima para baixo, mas tinha uma chance muito limitada de sucesso no Pará, que tem 1,25 milhão de quilômetros quadrados e tem tudo, de agricultura intensiva em fronteiras de florestas a áreas remotas de floresta intacta.”
Jatene acredita que esforços de comando e controle têm contribuído significativamente para a queda de 78% no desmatamento da Amazônia brasileira nos últimos anos, mas ir além significa dar mais controle aos municípios, que podem adotar políticas específicas para condições locais dentro de um quadro de metas governamentais de redução de desmatamento mais abrangentes.
Jatene vê o Cadastro Ambiental Rural (CAR) do Pará como um fornecedor de estrutura sob o qual as iniciativas locais operam. O cadastro é um sistema que exige que fazendeiros e agricultores registrem suas propriedades.
A participação no CAR cresceu exponencialmente desde que foi lançado em 2009, de 400 em seu primeiro ano para 40 mil em 2011. A razão é simples: os produtores não podem obter ou vender crédito para compradores se não forem registrados.
Jatene afirma que o Pará visa ter 100 mil produtores – cerca de 50% do total do estado – registrados até 2013.
“Muito do desmatamento aconteceu na Amazônia por causa de uma crença por parte dos autores de que eles não seriam punidos”, declarou Jatene. “Com o CAR, a propriedade da terra não é mais anônima.”
O CAR é o primeiro passo para um proprietário obter uma licença ambiental. Sob o CAR, um proprietário deve ter um plano de longo prazo para restaurar qualquer floresta ilegalmente desmatada aos níveis exigidos.
“Se um proprietário não entra em conformidade, ele é punido. O objetivo do CAR é parar novos desmatamentos.”
O CAR é bom para fiscalização e incentivos, que Jatene argumenta que são necessários para encorajar boas práticas, especialmente entre pequenos agricultores, que representam uma porção crescente do desmatamento à medida que este, como um todo, diminui.
“O desafio é colocar os pequenos agricultores no cadastro”, disse ele. “Começamos com os grandes, que são 80% do problema.”
“O benefício para os pequenos agricultores é a infraestrutura – isso os traz ao CAR.”
Jatene afirma que a infraestrutura inclui melhores estradas em vez de novas estradas, o que décadas de pesquisa mostraram que leva ao desmatamento.
“Estradas melhores melhoram o modo de vida porque os produtos atingem o mercado mais rapidamente e em uma condição melhor”, declarou ele.
Saúde e educação são outros benefícios.
Quando o mix certo de governança e incentivos se unem, a transformação pode ser surpreendente. Tomemos o caso de Parágominas, um município no Pará cuja taxa de desmatamento era tão alta que estava na lista negra federal, restringindo seu acesso a crédito e mercados.
Parágominas se transformou em uma “cidade verde”, eliminando quase que totalmente o desmatamento ilegal através da adoção de novas práticas de manejo florestal, estabelecendo uma força policial ambiental local, e oferecendo treinamento para fazendeiros e agricultores para aumentar a produtividade, utilizando melhor as terras já desmatadas.
A cidade foi retirada da lista negra no último ano, tornando-se um modelo para outras jurisdições longínquas, como o Congo e a Indonésia.
“Os municípios que estão desenvolvendo o programa já estão vendo os benefícios”, disse ele. “Eles estão tentando replicar o modelo de Parágominas.”
Mas o período de transição de um modelo de desmatamento para um desenvolvimento de baixo carbono pode ser inicialmente prejudicial.
“A transição inicial provoca perda de empregos porque a economia local é baseada no desmatamento”, afirmou Jatene. “Essa transição ocorre em um momento crítico para o governo.”
“É por isso que um programa de educação verde é importante.”
Jatene vê a necessidade de investimentos substanciais na educação em nível municipal para sair do modo de vida de atividades que destroem florestas.
“O acesso universal à educação está quase ocorrendo no Pará”, explicou Jatene. “A questão é a qualidade da educação.”
“Empregos de baixa qualificação tendem a estar na indústria do desmatamento. É por isso que se precisa de educação.”
Novas indústrias e inovação requerem educação e treinamento. Jatene diz que o Pará poderia triplicar sua produção agrícola, fazendo um uso mais produtivo de terras pobremente utilizadas e já desmatadas. A tecnologia poderia aumentar ainda mais os rendimentos. Mas Jatene também vê potencial para além da agricultura.
“Precisamos de uma revolução do conhecimento”, afirmou ele. “Podemos gerar um conhecimento de cima para baixo em termos de uso florestal, incluindo produtos sem madeira florestal, como o açaí e as plantas medicinais.”
A Amazônia tem uma grande riqueza em forma de biodiversidade, o que poderia se tornar a base de novas indústrias indígenas.
O governador também vê potencial em capitalizar o valor de serviços ecossistêmicos, como o carbono e a água.
“A grande redução no desmatamento do Brasil nos últimos anos foi uma contribuição tão grande quanto o Protocolo de Quioto”, declarou ele. “Isso foi feito sem pagamentos internacionais para serviços ambientais – o Brasil não foi pago. Isso poderia ser uma ferramenta muito poderosa para reduzir ainda mais.”
Mas a população local terá que ver benefícios diretos da redução do desmatamento para tornar tais programas eficazes.
“Uma redução adicional no desmatamento.


Nota:  Peçamos a Deus que seja verdade e que deveras aconteça.

Disponível no site: http://envolverde.com.br/noticias/brasil-pode-eliminar-desmatamento-ate-2020-diz-governador-do-para/?utm_source=CRM&utm_medium=cpc&utm_campaign=10

domingo, 8 de abril de 2012

O DIA DECLINA E A NOITE JÁ VEM


Na última Santa Missa do Domingo de Páscoa, lembramos o episódio a respeito daqueles dois discípulos, um deles de nome Cleópas, que depois dos acontecimentos finalizados no Gólgota, desolados empreendiam volta para a cidade de Emaús.
Estavam desesperançados, tendo em vista que jogaram todas as suas fichas no êxito do reino que pensavam que Jesus tivesse vindo fundar e ao contrário, viram-no morrer de forma desumana e cruel sem que dos seus gestos desprendessem – segundo as suas cabecinhas -nenhum sinal de que fosse o filho de Deus.
Durante a caminhada foram abordados por Jesus num encontro ao longo da estrada por onde comentavam o fato e iam muito tristes. Jesus interroga o que os deixava em tal estado e admirados eles repondem:  Como então, não sabe que Jesus o grande Mestre, foi traido e morto covardemente?
Nesse ínterim, os dois chegam ao destino, enquanto Jesus demonstra propósito de prosseguir.
Mas não! Dizem, fazendo com que Jesus ficasse: fica conosco, Senhor, é tarde o dia declina e a noite já vem. Fica, vamos ceiar juntos. Jesus condecede e fica.
Já a mesa,  foi no momento em que tomando o pão, partiu-o, que  foi reconhecido e os discípulos exultaram, mas Jesus desapareceu.
- Cara, bem que o nosso coração ardia enquanto nos falava. É Ele, Jesus está vivo! Ressuscitou como disse. 
Supondo que todos tenhamos ressuscitado com Cristo, certamente só nos ocuparemos das coisas do alto. É bom estar muito atento para ouvir o que diz o outro, é a voz de Deus que arde no nosso coração enquento ouvimos.
É assim, que todos os dias serão bons dias de Santas Páscoas.

Marlusse Pestana Daher
22:53 - 08-04-2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012


Queridos amigas e amigos.

Ainda são trevas, porque a morte de Jesus – in memoriam - está prestes a acontecer.

Ao mesmo tempo, já surge ao longe o lampejo de um novo dia que indica a ressurreição.

Boa Páscoa e que Cristo ressuscitado seja nossa alegria!

Marlusse

quarta-feira, 4 de abril de 2012

UM MARÇO PARA NÃO ESQUECER

No começo de março, há pouco findo, fui informada de que a Câmara Municipal de São Mateus homenagearia 12 mulheres pela passagem do “Dia Internacional” celebrado no dia 8 do mesmo mês.
Cada um dos 11 Vereadores fez uma escolha pessoal e todos uma a mais para ser homenageada. Esta última fui eu. Claro que fiquei lisonjeada com tão honrosa distinção. Era preciso não ser humana para não ficar.



                                                  O abraço do Presidente-ex-aluno.
Assim, no dia 10 de março de 2012, realizou-se no Clube “Ouro Negro”, sessão solene da CMSM onde foi outorgada belíssima placa com dizeres especiais, assinada em nome de todos os Edis, pelo Presidente, Carlos Alberto Gomes Alves. Foi-nos consignado TÍTULO HONORÁRIO DE HONRA AO MÉRITO. 
Cada Vereador fez entrega do título a sua escolhida. Para o mesmo fim, foram convidadas dez mulheres que representam a luta da mulher na política e a consolidação do preceito constitucional que prevê: homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações,  (Inc. I, art.5º) para proceder a entrega a mim.
Convidada a falar, na oportunidade, recomendaram-me que o fizesse sobre a experiência vivida nos seis anos em que fui vereadora e presidente daquele poder no último biênio.
Foi fantástico ver a platéia vibrar com o que ia dizendo Entre mais, critiquei leis que se promulgam como se a Constituição já não previsse a matéria/objeto, como uma que anda “no prelo” e que obriga pagar a mulher o mesmo que ao homem no exercício da mesma função.
Por acréscimo grande número de quem estava presente foi  aluna(o), quando dei aula de português no “Ceciliano Abel de Almeida”.
Foi uma beleza! Cada afirmativa era um delírio de aprovação. É impossível não sentir o vibrar das cordas do coração onde me ressoava um hino de amor e gratidão a Deus, aos que me querem bem, pela homenagem.

Em março, ainda tem mais. Depois conto sobre o Encontro de Escritoras no Panamá com novas emoções. 

sábado, 24 de março de 2012

X ENCONTRO LATINO AMERICANO DE ESCRITORAS

Do 27 ao 31 de março de 2012 se realizará no Panamá, o X Encontro Latino americano de Escritoras Panamá 2012, Mulher e Escritura que nesta ocasião renderá homenagem à poetisa, pesquisadora literária e docente panamenha Diana Morán.
Os organizadores esperam a presença de umas 300 escritoras e escritores internacionais, 500 docentes do nível básico, da Premedia  e meia e mais de 200 docentes de espanhol e de Literatura do nível superior.
O Encontro tem como objetivo fazer visível e valorizar o trabalho criativo e acadêmico das escritoras nacionais e internacionais no contexto atual, que possibilite um diálogo com a sociedade panamenha, fundamentalmente com as pessoas que exercem a docência e favorecer o intercâmbio de experiências, idéias e conhecimentos.
A escritora Diana Morán nació em Cabuya, cidade de Panamá o 17 de novembro de 1929 e faleceu na cidade de México o 10 de fevereiro de 1987. Estudou no Instituto Nacional, de onde egresa como Secundária em Ciências e Letras. Bacharel em Espanhol pela Faculdade de Filosofia, Letras e Educação da Universidade de Panamá.

Doutora em Letras Hispânicas egresada do Colégio de México, com a tese: “Cem Anos de Soledad: novela da desmitificación”, (editada pela UNAM em 1988). Professora do Colégio Fermín Naudeau.  Se afirma que junto ao cantador de décimas e salomas Pilhe Collado, fundou uma escola primária em Antón e que hoje leva o nome de Primeiro Ciclo Salomón Ponce Aguilera.

Partiu ao exílio em México em 1969, depois do golpe Estado do 11 de outubro de 1968; até esse momento era uma das marcantes dirigentes da Associação de Professores da República de Panamá. Funda em México em conjunto com escritoras mexicanas e centro americanas um Ateliê de Teoria e Crítica Literária, ao que decidem nomear Ateliê “Diana Morán”.